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Chalé 16 - Hécate

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Chalé 16 - Hécate

Mensagem  Administração em Qua Jun 22, 2011 5:42 pm

Relembrando a primeira mensagem :

O chalé incrivelmente parece mais visível pela noite, mas especialmente em noite de lua nova, e diferente do chalé de Ártemis, tem um brilho opaco e até mesmo "escuro", mas sempre se destaca. Suas paredes são de uma cor cinzenta, e tochas ardem na porta, e em alguns cantos, é possível ver uma imagem de uma serpente enroscada em um pescoço.
Por dentro o chalé possui as paredes em uma coloração bege e uma tocha única tocha brilha em cada parede. No centro, há uma estátua de uma mulher com três corpos e três cabeças, sendo um virado para frente e os outros um para cada lado. Em suas testas, o símbolo de uma lua crescente. Em suas mãos segurava tochas, e serpentes estavam enroladas em seu pescoço.
No fundo do chalé, há uma estante com livros de feitiçaria de todas as épocas, e vários artefatos simbólicos de magia, porém, em sua maioria, de magia negra. Seis beliches se encontram no local, estando três de cada lado do chalé, e duas janelas estão em paredes opostas, e mesmo sendo normais, podem passar um aspecto sombrio.
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Re: Chalé 16 - Hécate

Mensagem  Andrew Bowman em Sab Jan 12, 2013 8:37 pm

I've built my life around you

Andrew sorriu com tudo aquilo. O vestido de Suze era realmente lindo "mas ela fica bem melhor sem ele", pensou. O beijo dos dois foi ficando cada vez mais intenso, e ali, naquela cama, estavam tão próximos que podiam ser um só. De repente o rosto de Eleanor invadiu sua mente dominando-a quase por completo, até que o álcool fez seu papel limpando aquela memória e todas as ramificações que pudessem sair dela. Ele puxou o corpo de Suzannah virando-a para baixo dele enquanto arrancava os vestígios de roupa que ainda remanesciam, então retirou o pacotinho amarelo do bolso sem saber ao certo porque ele estava ali. E aí não existia mais senso de tempo, nem de certo ou errado, nada naquilo era consciente, mas também não havia como resistir agora.
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Re: Chalé 16 - Hécate

Mensagem  Suzannah Simon em Dom Jan 13, 2013 7:06 pm

I'm scared
that you won't be waiting on the other side



Leves pontadas de dor invadiam o cérebro de Suzannah. Ela sabia que era algum efeito da ressaca por ter bebido de mais na noite passada - hoje ela provavelmente ia xingar meio mundo e odiar mil vezes mais qualquer pessoa que visse. O sol que atravessava a janela do quarto também não estava ajudando. Clarões invadiam sua visão, mesmo que ainda de olhos fechados. Será que ela estivera tão cansada noite passada que esquecera de fechar as cortinas? Seu beliche era bem na frente da janela, e Suzannah gostava de completa escuridão para dormir. Mas o cansaço e a dor de cabeça eram simplesmente tão grandes que ela nem se deu o trabalho de levantar e ir fechar a janela. Apenas virou o corpo para o outro lado, em direção a parede, abraçando algo quente e confortável. Provavelmente seu travesseiro. Colocou a cabeça em cima dele, e então percebeu como estava estranhamente quente. Talvez mais do que um simples objeto poderia ser. E o pior... ele estava vivo? Porque tinha certeza de que estava respirando. Talvez ainda estivesse bêbada. Abriu os olhos lentamente, se acostumando com a claridade. Então, sua visão tomou foco, e o que achava ser um travesseiro era na verdade o tronco de alguém. Arregalou os olhos, sentindo um medo de olhar para cima e ver o que achava que tudo aquilo era. Mas fez. Olhou. E lá estava o rosto de Andrew, ainda adormecido. De súbito, ela foi para trás com o corpo, tentando conter um grito, mas acabou caindo de seu beliche. Então, olhou para si mesma. Estava sem roupa alguma. Deu um grito ao perceber isso, puxando o lençol que até agora estava cobrindo os dois para cobrir seu corpo. Mas esse ato apenas revelou o corpo totalmente nu do garoto, que estava acordando alarmado com o grito de Suze. Ela soltou outro ao ver a cena, jogando qualquer coisa para que ele se cobrisse. Então, as lembranças foram lentamente voltando em sua mente. Olhou ao redor, vendo a cama bagunçada e as roupas dos dois jogadas pelo chão. Ai, não. Ela não havia feito isso. Não podia. Droga, droga, droga.

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Re: Chalé 16 - Hécate

Mensagem  Andrew Bowman em Dom Jan 13, 2013 7:22 pm

I've built my life around you

Os olhos de Andrew mal começavam a se abrir quando um grito agudo invadiu seus ouvidos. Sua cabeça latejava severamente e ele mal conseguia lembrar-se do que havia acontecido noite passada, tudo depois do primeiro copo de uísque era apenas um borrão. Um borrão que foi clareando à medida que ele reconhecia a forma ali no chão, e sabia que era dela de onde partira o grito. Seus olhos ficaram severos enquanto um bocado de imagens entrecortadas e borradas da noite passada invadiam seu cérebro, uma onda de sermões começaram a soar de Andrew para si mesmo. "Como você fez isso? Porque? O que você tinha na cabeça?" Ele permaneceu estático procurando apenas um lugar para olhar que não fosse constrangedor. - Suzan.. - pigarreou - Suzannah er.. Me desc... - Ele estava totalmente constrangido sem saber o que dizer ou fazer. - Eu não deveria - Disse por último antes que uma imagem de Eleanor invadisse sua mente novamente e ele congelasse.
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Re: Chalé 16 - Hécate

Mensagem  Suzannah Simon em Ter Jan 15, 2013 2:48 pm




Kiss me hard
I know if I go I'll die happy tonight



Ela nem soube o que pensar; quando se viu, Suzannah já havia dado um tapa forte na cara de Andrew. O choque foi tão grande que sua mão voltou vermelha e latejante. Podia até mesmo ver as marcas dos dedos no rosto do garoto, que havia ido de encontro as barras do beliche com a força do impacto. — Você se aproveitou, não é mesmo? — Ela soltou um urro de frustração. — Se aproveitou que ontem eu havia bebido demais e estava completamente à sua disposição, não é mesmo? — Ela foi soltando, sem nem mesmo se perguntar se havia alguma parte da culpa que era dela naquela situação toda. Ainda enrolada no lençol, foi catando suas roupas pelo Chalé, e guardou no seu armário, num canto fora da vista do garoto. Pegou um shorts jeans e uma camisa, além de um tênis. Já estava prestes a sair do Chalé quando se lembrou que aquele era o Chalé dela. Ele que deveria estar saindo dali. — Por favor, Andrew. Não diga nada. Só... vá embora. — Ela falou por fim, sentando-se na cama mais longe da do garoto. Enquanto olhava para o teto, não soube por que um sorriso surgiu no seu rosto. Aquela situação era tão ridícula e constrangedora que parecia até mesmo coisa de filme.

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Re: Chalé 16 - Hécate

Mensagem  Andrew Bowman em Sab Jan 19, 2013 2:55 pm

Ele sentou na cama encarando-a, segurando com as mãos a área vermelha do rosto. E então trincou os dentes com a acusação - Me impressiona sua capacidade de se fazer de vítima e me acusar de tudo - Ele segurou com força seu braço - eu nunca quis isso. Eu estava tão alterado quanto você - Então soltou o braço da garota encaminhando-se para a saída, deu um riso cético. - até parece que eu sou o lobo e você o cordeiro frágil. Me poupe Suzannah! - Então vestiu a parte de baixo de sua roupa e saiu segurando nos ombros a camisa e o paletó
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Re: Chalé 16 - Hécate

Mensagem  Suzannah Simon em Qui Mar 14, 2013 5:14 pm



É engraçado como o que você deseja às vezes não é o melhor para você. Desde que Suzannah voltara ao Acampamento, ela desejava com todas as forças ter todas as suas memórias de volta do ano que passara naquele lugar. Queria saber se algo de bom havia acontecido com ela, visto que tudo que ela se lembrava era de seu pai e como ele havia morrido. Como ela o havia perdido para sempre. E as lembranças vinham aos poucos, geralmente em visões, outras vezes, ao simples caminhar na praia Suzannah se recordava de uma cena familiar naquele lugar. Mas, naquele noite, sem nem mesmo pedir por aquilo, Suzannah se lembrou de tudo. Ela havia se deitado para dormir tranquilamente, tentando não pensar em Andrew e, quando acordou, estava tudo de volta. Lembrou de seus irmãos, William e Ashley. Seu amigo Alex, o que morrera, apesar de ter sido um stalker irritante. Ela havia gostado dele, no fundo. A quantidade de amigas que tinha a deixou pasma, porque era estranho ela não odiar todo mundo naquele lugar: Ash, a caçadora, Lucy, a garota parecida com ela, até umas filhas de Afrodite (fato que surpreendeu ainda mais Suzannah), como Lunna e Charllote, mas, principalmente, Jodelle. Lembrou-se de tudo que passara com ela, desde quando se conheceram (o dia que Suze encontrara Bianca e o corpo de Riley no Chalé de Zeus), passando pelo dia que havia sido reconhecida como filha de Hécate - o mesmo dia que ela e Jodelle viraram mais próximas. Lembrou-se do drama que sua amiga passara com Eric - aquele maldito garoto! - até quando Suze conheceu Gale e percebeu a profunda ligação dele com sua amiga. Lembrou-se de Sorciére - a amizade tão repentina e estranha. O dia que a encontrara perdida e desamparada na Floresta, e em como foram se aproximando pouco a pouco. A vez que a encontrou novamente, mas, dessa vez, morta. Pela irmã. Lembrou-se de Amber, e de quando começou a ter visões. Ela havia tido a visão sobre a morte de Riley e até mesmo de Cassandra. Suzannah guardava um caderno aonde as desenhava, nos mais profundos detalhes, tentando compreendê-las. A filha de Hécate perguntou se ele ainda estaria em algum lugar do Chalé, ou se havia perdido na noite da missão. Ah, é claro, também se lembrou da missão, e como tudo ocorrera. Como tudo havia dado errado naquele dia com Alex e Ashley. Precisava encontrar o garoto, lembrá-lo que ele não tinha culpa do que ocorrer. Agora, ela entendia que as últimas visões que ela tivera eram visões que ela já tinha tido, mas havia esquecido. Visões dos dias desmaiada em baixo de escombros, protegida apenas pela magia ancestral de sua mãe, Hécate. No dia em que aquele ciclope havia preparado uma armadilha para os três e Suzannah salvara seus amigos dando sua própria vida, aparentemente morta embaixo daquele antigo armazém, sua mãe, na verdade, havia cuidado dela. Naquele momento, Suzannah a amava mais do que nunca. Ela não era apenas uma semideusa esquecida, cujo parentesco divino nem ao menos se importava. Sua mãe se importava sim, e havia cuidado para que ela não morresse, protegendo-a, usando de seu próprio poder. Claro que houvera consequências: da mesma maneira como a filha de Zeus, Thalia, só teve opção a não ser virar uma árvore, Suze ficara aquele tempo todo desacordada e acordara sem memórias. Mas, ao mesmo tempo, tivera as visões mais importantes de sua vida. Precisava, agora, com todo empenho, se lembrar delas, e usá-las para ajudar os campistas no Acampamento. Precisava falar com Jodelle e relatar tudo o que havia descoberto. Mas havia mais coisas para lembrar. Lembrou-se também de outra missão, uma que viajara até Los Angeles. Até mesmo os mais profundos detalhes haviam sido restaurados: como ela amava estudar magia e passar noites de lua nova em claro. De repente, todas as lembranças estavam ali em sua mente. Suzannah se perguntava o que podia ter acontecido. Talvez Hécate houvesse conseguido um jeito de restaurar as memórias da filha? Ela precisava descobrir. Mas, naquele momento, sentada nac ama e encarando o seu reflexo no espelho, nenhuma das memórias a abalava mais do que as quais envolviam apanas uma pessoa. - Henri... - Sussurrou ela, enquanto se lembrava, finalmente, dele. O garoto na praia, aquele dia. Ela o havia xingado, sido irônica, ferido tanto que ele saíra em seu pégaso e sumira no Acampamento. E ela nunca mais o vira. Mas era ele, o seu antigo namorado. Que, pelo jeito, não tinha a esquecido, mesmo depois de três anos. O garoto que ela mais havia se identificado. Lembrou das noites dos dois juntos na Praia. Na Floresta. No Punho. A noite no Chalé. Lembrou-se das brigas, das risadas, das piadas, de tudo que passaram juntos. O dia da invasão no Acampamento, e como eles lutaram juntos. Como ele a protegeu e a cuidou quando um garoto que trabalhava pra primordiais a atacara. Como ela também cuidava dele, afinal, não era indefesa. Quando a garota Kate Holmes - Suzannah sabia que tinha um motivo para ter odiado ela com tanta firmeza aquele dia na festa! - usou seus poderes em Henri, levando-o para cama. Suzannah havia visto tudo, e quase desistiu de Henri, virando Caçadora. Mas ele fora atrás dela. E depois, o pior dia da vida de Suze havia se tornado o melhor. Ela raciocinava tudo isso enquanto corria para fora do Chalé, indo em direção ao Chalé de Zeus. Lembrava de sua aparência, de cada parte que mais amava, até mesmo da águia e do pégasu do garoto. Lembrou-se dos treinos e como ela quase sempre o derrotava, até que ele passou a superá-la. Não havia ninguém no Chalé. Nenhum sinal das coisas de Henri. Ele havia mesmo ido embora. Para sempre. Suzannah o tivera por alguns minutos alguns meses atrás e o deixara escapar pelas pontas dos dedos. Para sempre. Ela correu até o portão, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto pensava em tudo que havia perdido. Caiu de joelhos no chão, na frente dos dois portões, uma única palavra saindo de sua boca, mais uma vez: - HENRI! - Ela gritou ao vento. Mas ninguém a respondeu. Nenhum garoto em um pégasu apareceu para ela. Suzannah estava caída, ao meio das lágrimas, e profunda e completamente sozinha.



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