Os Olimpianos RPG
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Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Ter Jan 18, 2011 11:43 am

Relembrando a primeira mensagem :

Para se inscreverem, é só preencher a ficha abaixo. Assim que se inscreverem poderão começar a jogar.

Nome: (nome completo e sem abreviações)
Idade: (mínimo de doze anos e máximo de vinte e cinco)
Parente Divino:
Arma: (apenas uma e de ataque e defina bem como é a sua arma)
Características físicas:
Personalidade:
História do personagem: (mínimo de quatro linhas)
Turno Demonstrativo: (mínimo de cinco linhas)


Última edição por Narração/Administração em Qua Dez 05, 2012 10:31 am, editado 20 vez(es)
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidado em Seg Dez 03, 2012 8:10 am

kendall escreveu:Nome: Kendall
Idade:18
Parente Divino:Afrodite
Arma:um controle remoto que quando aperta em ligar vira uma espada toda feita de bronze celestial(presente de afrodite)
Características físicas:lindo,forte,musculoso,cabelos amarelos.
Personalidade:alegre,positivo,nobre e fala francês toda hora

História do personagem+turno demonstrativo
Então, era um belo dia em nova york, kendall e sua namorada estavam andando pela cidade.No final da tarde, os dois foram correr num lindo bosque,quando derrepente as benevolentes aparecem e levam a namorada de kendall, e o mesmo já sabe da existencia dos deuses do olimpo e logo tira o controle remoto do bolço e aperta no botão de lugar,e,num passe de mágica,ele vira uma espada toda feita de bronze celestial, e então corro pelo bosque só olhando as benevolentes voando e seguindo elas até uma colina, e nela elas pousam e eu vou pro ataque.
ATAQUE:
Eu pego minha espada e avanço até a benevolente número 1 e corto as costelas dela e logo a benevolente número 2 avança até mim e eu decapito ela com um golpe, até que olho a outra,que,pra piorar,ficou maior.
DEFESA
Ela avança em mim e então eu defendo com o cabo da espada no olho dela,e ela diz:
-Esses filhos de Afrodite,sempre golpeando no olho!
Então eu a rasgo ao meio com a ponta da espada e logo antes, ela mata a namorada de Kendall (eu)
E então só me lembro de ter desmaiado e acordado em um lugar deitado numa cama,onde havia uma menina gatinha me contando sobre como funcionava lá,e perguntou se eu já sabia de quem eu era filho,então respondi Afrodite e ela disse:
-É,deu pra perceber.Você é um gatinho,ops! Embarassed
Então ela me mostra todos os lugares do acampamento e me faz conhecer Quíron,E então me mostra meu chalé.E então me deito na cama e fico olhando o céu e pensando em como aquela benevolente foi malvada e sem motivo pra matar a namorada de Kendall (eu sou Kendall).E estoua qui contando minha história.FIM


Bom,vou falar um pouco mais sobre mim antes de entrar no acampamento.Eu era um garoto jovem,lindo e inteligente,o mais popular da escola onde frequentava,Pegasus problematicuns.Essa escola era para pessoas que tinham dislexia,não prestavam atenção na aula.Então,eu resolvi fugir.Peguei uma corda e taquei na janela.Meu pai já estava lá fora esperando eu descer para me levar para casa.Minha casa era bem maneira,tinha uma TV HD muito irada,video games,tudo oque você mais gosta!Então,num dia desses ele me contou que eu era um semideus,me contou dos riscos que eu estava correndo,enfim,me contou sobre Afrodite,a deusa do amor.Então eu resolvi arrumar uma namorada,até que consegui.Uma perfeita!Se chamava Maria Clara,tinha cabelos loiros,olhos claros.Até que o nosso pesadelo começou.Leia a história para saber.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Kate Holmes em Seg Dez 03, 2012 11:25 am

Oi, querido. Não pude deixar de notar a suas reclamações, afinal, você também invadiu o tópico do início para que todos soubéssemos a dor que você estava passando por esperar ser aceito. Foram cinco dias, não é? Que coisa terrível! Talvez você devesse recorrer a Nêmesis para poder contar sobre tamanha injustiça.

Bem, saiba primeiramente que esse não é um RPG como qualquer outro por aí. Como a dona disse, é apenas ela e nós ajudamos de vez em quando. Ele pode ser pequeno, mas não deixa de ser organizado. Não temos tantos membros assim como outros, mas não deixamos de ter uma boa trama e oportunidades para todos os personagens. Mas, bem, também temos nossas vidas para viver. De qualquer forma, eu fui checar a sua ficha, pois sempre dou uma olhada em quem está chegando no seu RPG. E, bem, você não tem muito crédito pra falar tudo isso.

Posso não saber como o sistema de avaliação desse outro fórum que você citou, "mundomeiosangue.forumeiros.com", funciona, mas parece que eles deixam entrar qualquer pessoa. Porque sua ficha está cheia de erros: problemas básicos de escola, como não saber dar um espaço depois da vírgula. Isso irrita muito na hora da leitura e sempre acabo desistindo de ler turnos de pessoas que fazem isso. Segundo as regras do fórum, você deve ter um sobrenome. E por favor, saiba que nomes de cidades como "Nova York" escrevem-se com letras minúsculas. Além disso, sua história não me prendeu nem um pouco. Você deveria tentar desenvolvê-la um pouco mais, sair do clichê e do simples. Observe alguns erros:

"Então, era um belo dia em nova york, kendall e sua namorada estavam andando pela cidade.No final da tarde, os dois foram correr num lindo bosque,quando derrepente as benevolentes aparecem e levam a namorada de kendall, e o mesmo já sabe da existencia dos deuses do olimpo e logo tira o controle remoto do bolço e aperta no botão de lugar,e,num passe de mágica,ele vira uma espada toda feita de bronze celestial, e então corro pelo bosque só olhando as benevolentes voando e seguindo elas até uma colina, e nela elas pousam e eu vou pro ataque."
Temos aqui um parágrafo inteiro em que ocorrem, pelo menos, umas cinco coisas diferentes em menos de cinco segundos. Será que não tem algo errado? Além disso, você só colocou dois pontos no parágrafo inteiro. Isso torna a leitura ainda mais cansativa e dá até mesmo desgosto. Retorno a pedir que dê espaços entre pontos. Capriche mais nos detalhes, nas emoções do personagem; como ele se sentiu ao estar com sua namorada? E quando ela foi raptada? Trabalhe para deixar a história mais realística, e não tão fria e robótica. Ah, "de repente" se escreve separado. Bolso é com s, não com ç. Além disso, você colocou diversos "e" nas suas frases. Ele fez isso, e ela foi raptada, e ele pegou a espada, e ela corre, e ele ataca, e ele observa. Tipo... what?

Você não precisa separar os parágrafos com "ataque" e "defesa". Não há motivo, e ainda a cor que você usou queima meus olhos.

Então eu a rasgo ao meio com a ponta da espada e logo antes, ela mata a namorada de Kendall (eu) [...] e pensando em como aquela benevolente foi malvada e sem motivo pra matar a namorada de Kendall (eu sou Kendall).E estoua qui contando minha história.FIM
Por que o motivo de dizer que o Kendall é você? Se você fosse um bom escritor, as pessoas não precisariam que você colocasse um parênteses do lado para explicar isso. Além disso, duas vezes. Sinto como se você estivesse insultando minha inteligência. E por favor, a suposta namorada do seu personagem morre, o garoto não tem nenhuma reação e logo está no Acampamento flertando com uma garota? Até a minha personagem, Kate, era um pouco mais sensível que isso na época que ela era uma vadia. Sem contar nos inúmeros erros de digitação só nesse último quote.

Quando a dona falou para você melhorar sua ficha, era fazer uma nova, e não adicionar mais informações (que por acaso continuam cheias de erros). Além disso, sua história é superficial, fútil e sem nenhuma emoção. Tente escapar dos padrões normais, nos faça surpreender! Isso sim são características para um bom jogador.

Você ainda disse que a ficha do outro RPG era muito mais fácil. Bom, eles te aceitaram de primeira, então deve ser mesmo. Aqui aceitamos apenas pessoas que tenham bom português, digitação e não saiam criando tópicos aonde não devem. Se não me engano, há um "Central de Dúvidas" no início. Pense nisso antes de sair criticando o RPG e comparando com outro, garoto. Você ainda tem sua chance de entrar no RPG. Dê uma olhada nas outras fichas aceitas e tente seguir o exemplo.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Esther Coleman em Qua Dez 05, 2012 7:50 am

[code]

Nome: Esther Coleman
Idade: 15 anos
Parente Divino: Nyx
Arma:
Um arco Excalibur Vixen 285 FPS, com uma flecha Easton XX75 de quase 70 centímetros (a antiga ponta de ouro foi substituída por outra talhada a mão) e um escudo de broze.


Características físicas: Magra, baixa, longos cabelos negros e profundos olhos verdes
Personalidade:
Doce, inteligênte, criativa, pertubada.
História do personagem:
Esther nasceu na Russia, onde mora com seu pai. Quanto tinha nove anos começou a mostrar-se muito inteligente, altamente manipuladora, superficialmente encantadora quando necessário, e não tinha. Aos doze podia facilmente induzir admiração medo, empatia, e mesmo quando ela se adapte às suas ambições. Ela tem talento extremo em música e arte, e aparentemente é capaz de aprender línguas muito rapidamente. A escolha do nome "Ester” por Nyx, que faz alusão à figura bíblica que era uma vez um órfão e tornou-se rainha da Pérsia, vários menciona dos céus. Depois de um ataque de uma fúria, seu pai a contou quem era realmente sua mãe, Esther teve mais dificuldades em sua busca por um relacionamento saudável com um seu pai, então, em uma determinada noite, fugiu de casa.
 Turno Demonstrativo:
A musica bate-estaca soava na mesma batida que o seu coração. Podia sentir o baixo batendo dentro do seu peito — tum tum. Era difícil enxergar a sua volta com tantos corpos se contorcendo, ainda mais com a nevoa de gelo seco e as luzes bruxuleantes do teto do clube, que criam uma atmosfera um tanto hostil.


Mas sabia que ele estava alo. Podia senti-lo. É por isso que era muito grata a todos esses corpos que se contorcem em volta de Esther. Eles a mantinham longe da visão dele — e ainda disfarçam a sua presença. Caso contrario, ele já teria sentido o seu cheiro. Eles conseguem detectar qualquer rastro de medo a uma distancia enorme. Não que ela estivesse com medo, porque não estava nem um pouco. Completava um mês que fugira de casa, e agora, descobriu que tem um monstro apaixonado por sua melhor amiga, e foi ali para mata-lo, contrariando as ordens de seu sátiro. Bom, talvez um pouco. Mas trazia uma arma consigo: a sua besta Excalibur Vixen 285 FPS, com uma flecha Easton XX75 de quase 70 centímetros (a antiga ponta de ouro foi substituída por outra talhada a mão), pronta para ser largada com um simples toque do seu dedo. Ele nunca ia saber o que o atingiu. E com sorte, nem ela. O mais importante era dar um tiro certeiro — o que não seria fácil com tantas pessoas ali — e fatal. Era bem provável que Esther só tinha uma chance para atirar. Então, ou ela acerta o alvo... ou ele a acerta. — Aponte sempre para o peito — seu pai costumava dizer. — É a parte mais larga do corpo, um alvo difícil de errar. E claro que e mais fácil matar do que machucar quando você mira no peito, em vez de mirar na perna ou no braço... mas para que machucar, não e? A idéia é acabar com eles, e que você fique segura. E foi para isso mesmo foi ali naquela noite. Para acabar com eles. A Lila ira odiá-la quando descobrir o que aconteceu de verdade... e ainda mais quando souber que fui Esther que fez tudo aquilo. Mas também o que ela queria que a menina fizesse? Não era possível. Será que Lila achava que ela ia ficar parada assistindo ela jogar sua vida fora? Não dava para acreditar. Ele havia atingido a sua melhor amiga. A sua única amiga. Pois bem. O que ela iria fazer agora? Ficar sentada e deixa-lo agir? Não, isso não. Dessa vez, não. Era de se esperar que uma garota com uma arma daquele tamanho no meio da pista de dança da mais nova e badalada boate de Manhattan fosse gerar algum murmurinho. Mas isso aqui é Manhattan. Além disso, todos estavam se divertindo muito para nota-la. Até mesmo... Ai, meus Deuses. Era ele. Ela não acreditava que estava vendo o cara em carne e osso... Na verdade, e o filho dele. Ele era mais bonito do que Esther achou que fosse. Ele tinha cabelos dourados e olhos azuis, os lábios perfeitos como os de atores de cinema e os ombros bem largos. Ele também era alto — assim como a maioria dos meninos e, comparando ainda mais com ela. Se ele fosse um pouquinho parecido com o pai dele, então ela entenderia. Finalmente, ela entenderia. Pelo menos achava que sim. Ela ainda não... Ai, ela não acreditava. Ele sentiu o seu olhar. Agora estava se virando para lá... É agora ou nunca. Então ela ergueu a arma. Adeus, Se­bastian Drake. Adeus para sempre. Quando Esther finalmente tinha a camisa branca dele sob a sua mira, algo inacreditável aconteceu: uma explosão vermelho-cereja surge exatamente na frente do ponto que ela estava mirando. Acontece que ela nem lançou a flecha. E a espécie dele não sangrava. — O que é isso, Sebastian? — perguntou Lila, movendo-se na frente dele. — Droga! Alguém... — Ela observou Sebastian tirar o olhar azulado e espantado da mancha escarlate em sua blusa e direciona-lo para Lila. Atiraram em mim. — Verdade. Alguém realmente atirou nele. E esse alguém não foi Esther. Porem, não era só isso que não fazia sentido. Ele estava sangrando. Isso não era possível. Sem saber o que fazer, se escondeu atrás de uma pilastra, abraçando a Vixen contra o seu peito. Precisava se reestruturar e pensar nos seus próximos movimentos. Nada disso podia estar acontecendo de verdade. Não era possível que Esther tenha se enganado quanto a ele. Ela fez a pesquisa. Tudo fazia sentido... O fato de ele ali em Manhattan... o fato de ele ter procurado a sua melhor amiga, entre tantas outras pessoas... a expressão distante de Lila... tudo. Tudo, menos o que acabava de acontecer. Ela ia simplesmente ficar ali, parada, olhando. Teve o tiro perfeito ao seu alcance, mas não acabou com ele. Ou acabou? Se ele estava sangrando, então era porque ele não era um mortal. Não era? Só que, se ele era mortal e levou uma flechada no peito, por que ele ainda estava de pé? Meu Deuses. O pior de tudo era que... ele a viu. Esther tinha quase certeza de que o olhar vil dele passou por ela. O que ele ia fazer? Viria atrás dela? Se ele fosse, a culpa era toda dela. Sei pai disse para nunca fazer isso. Ele sempre dizia que uma semideusa não trabalhava sozinha. Por que ela não deu ouvidos a ele? No que, exatamente, ela estava pensando? Era este o problema, era claro. Ela não pensou em nada, deixou que suas emoções a guiassem. Ela não po­dia deixar que Lila passasse pelo que seu pai passou. E agora ia ter que pagar por isso. Agoniada, tentava não pensar sobre a reação de seu pai ao receber a policia de Nova York as quatro da manha na Rússia pedindo que ele fosse ao necrotério a fim de identificar o corpo de sua única filha. Sua garganta estaria exposta, e sabe-se lá que outras atrocidades serão feitas em seu corpo trucidado. Tudo porque ela não ficou em casa hoje, teve que inventar de ir para Manhattan antes do Acampamento. Uma nova musica começava. Escutou Lila berrar: — Aonde você vai? — E agora? Ele estava vindo. E ainda fazia questão que ela soubesse que ele estava indo. Ele estava brincando com ela agora... assim como seu pai brincou com a sua mãe, antes que ele... Bem, antes de fazer o que ele fez com ela. Então, ela escutou um som estranho — um ffffuuush — seguido por outra exclamação: — Droga! O que está acontecendo? — Sebastian. — A voz de Lila demonstrava espanto. — Tem alguém atirando ketchup em você! O que? Ela falou... ketchup? Esther se virou cuidadosamente para o outro lado da pilastra a fim de checar o que Lila havia falado, e então ela o viu. Não o Sebastian. O atirador. Ela mal podia acreditar nisso. O que ele estava fazendo ali? – Carona para o acampamento meio-sangue! – Exclamou o sátiro. – Vamos, Esther?


 

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Qua Dez 05, 2012 10:05 am

Esther Coleman, você foi aceita como filha de Nix. Bem-vinda ao RPG e divirta-se.
E uma coisa: Não sei se fez isso e não apareceu, mas antes de postar com o código HTML, vá embaixo da caixa de texto e há umas opções para clicar. Ali deverá estar marcado "Desativar códigos HTML nesta mensagem". Clique nela para retirar isso e ativar o HTML. Se fez, bem, não sei o que aconteceu, mas eu precisei clicar para editar sua postagem e ativar o código para vê-la. Mas se fez, tudo bem, vou tentar ver aqui se não é algum problema. Mas a ficha ficou ótima de todo modo.
___________________________________________________________
Kendall, a avaliação de Kate Holmes está valendo como se fosse minha.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Derek Taylor em Qua Dez 05, 2012 2:41 pm

Nome: Derek Taylor
Idade: 18
Parente divino: Apolo
Arma: Arco e flecha feitos de ouro celestial. Possui
envergadura de 175cm, puxada de 28 polegadas.
Pesa 19 Kg e tem o tamanho de 60 polegadas. A corda é feita de nylon e as flechas de carvalho com
as pontas de ouro celestial. A arma fica guardada
em um relógio de bolso de marca Cortebert,
transformando-se em arco-e-flecha no ato de
acionamento do mecanismo de badalar. Quando
desarmado, a arma volta para seu bolso em apenas 10 segundos.
Características físicas: Possui 1,87m de altura, 75
kg. Corpo bem definido e musculoso. Cabelos
castanhos claros, olhos cor de mel. Suas feições
são sérias, porém seu sorriso é cativante e muito
elegante. Permite constantemente o crescimento de sua barba. Em suas costas possui uma serpente
tatuada, que começa em seu ombro e termina na
base da cintura.
Personalidade: Apesar de ter uma aparência séria,
gosta de fazer novas amizades e se divertir. É
apaixonado por poesias e literatura, mas quando o assunto é família seu humor muda, fechando-se
em seus próprios pensamentos. Não costuma falar
muito com estranhos, apenas o necessário. Ama a
natureza e constantemente está praticando
esportese trabalhos manuais. Odeia brigas, porém
quando enxerga uma injustiça está disposto a defendê-la com unhas e dentes, mesmo que isso
custe mais caro do que o previsto. Tem falicidade
em realizar tarefas que exigem nível de raciocínio
além do normal. Seu maior sonho é tornar-se ator
e viajar pelo mundo.
História: Derek foi criado pela tribo indígina Yawalapitie, pertencentes à região da Amazônia.
Não conheceu sua família, pois quando pequeno
foi acolhido generosamente após o acidente que
matou misteriosamente seus pais. A única
lembrança que tem deles é um relógio de bolso
quebrado, que contém uma foto da família. Aprendeu a arte da caça, da união e da fidelidade
com o chefe Tucunará. Quando Derek completou
sete anos, visitantes pertencentes a uma trupe de
circo apareceram em sua tribo para aprendizado
da cultura da região. Permaneceram oito anos
estudando e convivendo com a tribo e Derek se apegou de uma maneira incrível a Shoe, filha do
líder da trupe. Em seu aniversário de quinze anos,
recebeu o convite que mudaria sua vida: fazer
parte da trupe. Sem rodeios, aceito o convite e foi
embora para o Canadá, prometendo voltar e trazer
uma vida diferente para sua tribo. Passou cinco anos estudando e trabalhando com a trupe, até
que decidiu ir morar nos Estados Unidos e correr
atrás de seu sonho: Ingressar no tão desejado
mercado de Hollywood.
Turno demonstrativo: Já eram quase 00:00
quando Derek se deu conta de seu cançasso. Passou a maior parte do tempo estudando o
roteiro da peça “Shakespeare”, oportunidade com
a qual tanto sonhou. As últimas semanas tinham
sido difíceis, pois logo o aluguel iria vencer e essa
oportunidade não poderia ser perdida. Deixou
tudo de lado e resolveu tomar um banho para relaxar um pouco. Durante o banho, começou a
lembrar dos pesadê-los estranhos que
frequentemente o assolavam.
- Axo que esse estudo constante não está me
fazendo bem.
Deixou a água cair em seu rosto, refletindo mais um pouco sobre o assunto. Desligou o chuveiro e
ao sair do banho deparou-se com a coisa mais
estranha que já tinha visto na vida: um ser metade
homem e metade bode.
- Mas que raio de mostro é você? Definitivamente
estou ficando louco preciso dormir por uma semana.
- Olha sei que isso pode parecer estranho, mas
você precisa vir comigo agora!!!
- Meu Deus, ele está falando comigo!!! Estou
sonhando?! Definitivamente estou sonhando!!!!
Espero estar sonhando!!! - Derek não temos tempo, se vista e me siga. Estou
te esperando na sala.
Após essa conversa realmente muito estranha,
Dereke vestiu-se ainda em choque sem saber o
que estava acontecendo. Foi ao encontro daquele
ser estranho e só então percebeu o que ele era: - Peraí eu conheço você. Já li muito sobre isso.
Você é um sátiro!
- Acertou bonitão, agora pegue sua mochila e
pegue tudo que puder de valor.
- Uau, estou falando com um sátiro. Pode me
beliscar para eu ter certeza se não estou sonhando?
Derek começa a pegar suas coisas e rir sozinho,
desacreditando em tudo que está vendo. Após
pegar a maior quantidade de coisas o sátiro o
belisca bem forte, pegando-o desprevinido.
- Aiiiii, isso dói sabia? Só em um sonho mesmo, para ter um sátiro em minha sala e ainda por cima
me beliscando. Ok senhor lenda grega, para onde
vamos? Visitar os Deuses do olimpo?
- Seu pai vai ficar furioso com essa reação rapaz.
Como uma faca em seu peito, Derek ficou sem
palavras. Ele odiava quando citavam sua família. Fechou sua cara e resolveu seguir o sátiro.
Caminharam durante 20 minutos, sem conversar
absolutamente nada. O sátiro, impaciente, resolveu
quebrar o silêncio:
- Pode parecer estranho, mas você vai entender
isso melhor quando chegar ao acampamento. - Entender melhor? Estou seguindo um sátiro, de
madrugada que invadiu minha casa e me beliscou.
Estou tranquilo meu amigo, obrigado.
- Me disseram que você teria essa reação mesmo.
Carrancudo, Derek se deixou levar pelo sonho.
Caminharam por mais duas quadras, até que ele teve a certeza de que estava enlouquecendo. Logo
na esquina avistou a coisa mais louca que poderia
ter visto em toda sua vida de 22 anos: um monstro
metade homem e metade mulher. Estava com um
machado em cada mão, e seus olhos diziam nada
mais que “vou te matar”. - Meu Deus do céu, isso não é um sonho! É um
pedadelo.
- Corre bonitão, se não vamos ser esfolados vivos.
Ambos começaram a correr desesperadamente. O
sátiro estava procurando algo em seu bolso, mas
pelo jeito desengonçado que corria, era mais fácil tropeçar e ficar para trás.
- Ei sátiro, axo melhor correr mais depressa.
- Já entendi bonitão, vire à direita.
Continuaram a correr, sem olhar para trás uma
única vez. Quando já não existia mais fôlego,
pararam em um beco. - Ok rapaz, já está na hora de mostrar do que você
é feito. Pegue sua arma.
Derek ficou ali, parado recuperando fôlego e
olhando sem entender nada para aquela criatura.
- Que raio de arma está falando bode? Pareço
armado pra você? - Olha como fala comigo rapaz, estou aqui para
salvar sua vida. Onde está aquele seu relógio?
- Como sabe dele? Você é um ladrão não é?
- Se continuar a falar besteira você ficará sem
língua!!! Agora pegue logo seu relógio, antes que
aquele monstro Andrógino. Derek pegou o relógio e ficou analisando, sem
saber o que realmente fazer. Antes de tomar
alguma decisão o monstro apareceu. Eles tentaram
sair pelo outro lado mas foram encurralados. Um
dos Andrógenos foi avançando aos poucos,
enquanto o outro ficou parado na outra extremidade:
- Semideus, pare de dar trabalho e deixe-nos
acabar com isso de uma vez por todas.
Derek começou a ficar desesperado, mas lembrou
de algo que o chefe Tucunará sempre falava:
“Grandes batalhas só são dadas a grandes guerreiros". Como se um sopro de sabedoria
percorresse seu corpo, ele sabia o que teria de
fazer. Apertou o único botão de seu relógio e
como mágica um arco de ouro apareceu em suas
mãos.
Ele correu em direção ao Andrógino, analisando a situação numa fração de segundos. Recarregou
uma flecha, escorregou entre as pernas do
monstro e disparou acertando em sua nuca. O
monstro desintegrou-se em um pó amarelo,
parecido glíter.
Levantou-se rápido e foi em direção ao outro andrógino. O sátiro estava paralisado de medo.
Derek recarregou a segunda flecha e disparou na
direção do joelho do monstro. Esse, por sua vez,
não estava contente por ver seu amigo dissolver-
se e desviou da flecha atirando um dos machados
em Derek. Com uma velocidade incrível, Derek virou-se de lado, mas não há tempo suficiente do
machado rasgar em seu ombro direito.
- Droga!!! A dor desse sonho é realmente real.
Com um de seus braços incapacitados, Derek não
teve chances contra o andrógeno. O monstro o
segurou pelo pescoço e o encarou profundamente. Após alguns segundos falou:
- Semideus você é corajoso, mas isso não é
suficiente para sobreviver em um mundo como
esse.
Derek já estava rendendo-se quando algo acertou
o monstro na cabeça. Ele foi derrubado e antes de desmaiar percebeu que o bode falante havia saído
de seu choque de medo.
Ele acordou em uma sala com diversas camas. Não
tinha a mínima ideia de onde estava. Tentou
levantar, mas foi tomado por uma dor absurda em
seu ombro direito e desmaiou novamente. Quando acordou novamente viu que o sátiro estava ao seu
lado:
- Bode, onde estou? Não era para ter acordado já?
- Bonitão isso não é um sonho. Seja bem vindo, ao
acampamento meio-sangue.
Derek continuava confuso, mas tinha uma única certeza: seus dias nunca mais seriam os mesmos.


Última edição por Derek Taylor em Dom Jun 09, 2013 9:36 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Qua Dez 05, 2012 9:02 pm

Derek Taylor, você foi aceito como filho de Apolo. Bem-vindo ao RPG, e divirta-se.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidado em Sab Dez 22, 2012 8:59 pm



Nome:Helena Evans.
Idade: 17 anos
Parente Divino: Hades(pai).
Arma: Espada de ferro estigio.
Características físicas:Helena tem longos cabelos dourados e olhos azuis profundos,sua pele é pálida e seu corpo esguio,tem 1,62 de altura.
Personalidade:Fria e quieta,porém sua maior qualidade é o carater e maior defeito é a teimosia em demasia,as vezes sendo ironica.
História do personagem:Helena nasceu em Londres,mas aos 5 anos ela e a mãe vieram morar em NY.Aos 8 anos sua mãe faleceu por complicações de saude,assim passou a vida em reformatorios e casas de adoções,mas sempre fugia.Aos 12 descobriu a verdade sobre si,indo atrás do pai,que mandou a mesma para o acampamento contra sua vontade.Assim desde então passava seus dias no acampamento.
Turno Demonstrativo: Ao encontrar finalmente o pai,os olhos da pequena Helena se encheram de lagrimas,usou o resto de suas forças correndo até o mesmo,o abraçando fortemente.Hades parecia comovido,retribuindo o abraço da filha,a colocando no chão e segurando seu pequeno rosto entre as mãos. ——Minha filha,como cresceu.——os olhos de Hades transbordavam carinho ao ver a filha.——Pai eu estou sozinha,por favor não me mande ir embora!——sua voz era de suplica.——Não faria isso.——o Senhor dos mortos disse calmamente a levando para seu castelo.
Estava parada em frente ao acampamento,não queria estar ali,sabia que não ia ser bem aceita,mas meu pai fazia questão de eu ir pra esse lugar.——Bom vamos ver no quevai dar.—— tentei sorrir,dando os primeiros passos para dentro do acampamento.[img][/img][b]

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidado em Ter Dez 25, 2012 12:49 pm

Nome: Tári Arcamenel McDarey

Idade: 13

Parente Divino: Deméter

Arma: Foice Curta

Características físicas: Altura de 1,55, Cabelos castanhos curtos, Olhos castanhos, Sua pele tem um leve bronzeado, das vezes que ficava exposta ao sol do meio dia, aos campos de trigo, da fazenda de seu pai.

Personalidade: Tímida, mas não deixa de lado a gentileza e a paciência com todos que conversa.

História do personagem: Nascida no interior do Texas, filha de um fazendeiro, que a teria criado sozinha, com certas dificuldades. Tári sempre foi uma menina amorosa, gostava de estar no meio das plantas e dos animais da fazenda. A fazenda de seu pai, o senhor Milton McDarey, concentrava a produção de sua fazenda em gado e cereais, como trigo, aveia e centeio.

Turno Demonstrativo: Era cerca de 6 horas da manhã, era um dia comum, os raios de sol atravessavam a janela, se ouvia o som dos mugidos do gado. Deitada em sua cama, com lençóis remendados, no sótão. Se sentia o cheiro de trigo pela manhã, acompanhado com um cheiro de estrume; Uma manha perfeitamente normal na fazenda TorchOats.
Me sentei na cama. Esfregando meus olhos e me alongando. Levantei-me calmamente,andando em direção a janela do sótão, levando os dedos as finas rachaduras da janela.
- Tári, já acordou flor ? - Gritou meu pai da cozinha.
Meu pai é um sujeito de 40 anos , ele é um homem forte, tem cabelos castanhos escuros, como os olhos, mais ele tem mais cabelos brancos do que castanhos, ele costuma usar um chapéu de palha, e ás vezes ele fica com um palito de dente entre os dentes.
- Já estou indo, Papai - Gritei de volta, eu me afastei da janela e andejei em direção ao meu guarda-roupa, peguei as minhas vestes e me troquei, estava terminando de me vestir quando meu pai me chamou de novo.
- Tári, desça logo, o café vai esfriar.
- Já estou indo papai. - Gritei de volta.

Desci as escadas do sótão e andei em direção a cozinha, senti o cheiro de pão de trigo e café recém coado, meu pai estava sentado na cadeira dele da mesa, tomando seu café e lendo seu jornal, logo ele baixou o jornal e disse com um sorriso.
- Bom dia flor, dormiu bem ?
- Sim papai, perdão pelo atraso.- Respondi.
- Não foi nada, sente-se e tome seu café- Disse ele, depois voltou a ler seu jornal.

Me sentei na outra cadeira vazia. Comi um pedaço de pão e tomei uma xícara de café, então comecei a conversar com meu pai.
- Papai, o que vamos fazer hoje na fazenda ?
- Bom, temos que alimentar o gado, cuidar dos cães, os campos de trigo precisam ser regados, e mais tarde vamos receber um convidado.

Franzi o cenho, não recebíamos muitos convidados, somente coletores de impostos, pedintes e as vezes alguns amigos do meu pai, mas convidados?nunca.
- Papai, quem vai nos visitar ? - Perguntei.
- Um homem vai chegar a tarde... para levar você para... - Disse ele tomando cuidado com suas palavras.
- Ahn ? Como assim me levar ? - Perguntei em disparada.

Meu pai suspirou pacientemente, e logo disse com calma.
- Não, flor, eu... só vou mandar você para um acampamento, em Long Island, onde sua mãe queria que você fica-se...
- Antes dela deixar você ? - Perguntei com raiva.

Meu pai nunca me falou da minha mãe, eu só sabia que, ás vezes, ele sentia saudade dela, eu sabia que ela não estava morta, mais eu só sabia que ela tinha me deixado com meu pai quando eu era bebê.
- Filha ...- Meu pai tentou se explicar - Sua mãe e eu ... Não podíamos ficar juntos ...
- Mas por quê? - Perguntei impacientemente - Por que ela foi embora ?
- Filha, por isso eu quero que você vá ao acampamento, lá você vai saber a resposta dessas suas perguntas, você só vai passar o verão lá, se quiser voltar depois, você pode.
Estava Atônita, minha cabeça estava girando, por que minha mãe queria que eu fica-se nesse acampamento, e como a resposta para aquelas perguntas seriam respondidas.
- Eu creio que não está entendendo, mas o melhor para você é ficar lá, depois das férias, como disse, você pode voltar para a fazenda ... o que acha ?
- Mas ... e quanto ao dinheiro ? Você não ia comprar um trator novo ?
- Não se preocupe, o acampamento... é como que de graça, então, não se preocupe.
Ficamos em silêncio, um acampamento de graça ? Isso existia por acaso ?
- Bom...- Disse ele, dobrando seu jornal e se pondo de pé - Vamos lavar a louça e fazer as tarefas, está bem ?
- Sim... Papai - Disse a ele, com tristeza.

. . .

O Dia ocorreu naturalmente, alimentamos os cães e depois o gado e regamos as plantações de trigo. Devia ser cerca de 3 horas, eu fiquei sentada nos campos de trigo, vendo o sol atrás das montanhas, sentindo o vento, com o sol no rosto; pensando nesse tal acampamento, e como meu pai cuidaria da fazenda sozinho, mas eu, no fundo, queria saber o por que daquilo tudo, quem sabe, como meu pai havia dito, eu descobriria a resposta das minhas perguntas naquele lugar.
Então, meu pai me chamou.
- Tári, entre, vá arrumar e fazer sua mala.
Suspirei. Ainda não estava pronta para ir, me levantei. E fui em direção a minha casa.

Eu não levei muita coisa na minha bolsa, eu só coloquei algumas roupas, um livro de jardinagem, que eu lia nas horas vagas e um coelho de pelúcia, que eu tinha dês que eu tinha 5 anos, embora fosse uma coisa meio infantil, eu conversava com ele quando estava sozinha na fazenda.
Meu pai me fez vestir uma calça jeans e uma camiseta verde, com um tênis preto, eu sei, era isso ou um vestido, então eu desci as escadas e esperamos o tal convidado na varanda. O sol estava quase se pondo quando vimos um sujeito vindo.

Ele era um homem moreno de uns 28 anos, usava muletas e calças jeans folgadas, com uma jaqueta por cima de uma camiseta laranja, era magro e usava um chapéu estilo reggae, tinha uma barbicha curta e algumas espinhas, parecia um sujeito normal, mais o cheiro dele me lembrava o cheiro dos bodes. Então ele disse:
-Olá, sou Marvin Jungleground - Ele olhou para meu pai - Ela está pronta ?
-Está - Disse ele, ele voltou o olhar para mim - Ele vai te levar para o acampamento, está bem ?
Assenti, com um olhar preocupado.
- Ok, vamos ? - Disse Marvin.
-Vamos - Disse num tom desanimado, pegando minha bolsa e a pondo no ombro. Me despedi do meu pai com um abraço e sai de casa seguindo Marvin.

Eu não veria a fazenda por uns bons Tempos.

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Inscrição- Semi Deus

Mensagem  Convidado em Qua Dez 26, 2012 10:26 pm

Nome: Isabella Winchester

Idade: 17 anos
Parente Divino: Athena
Arma: Espada de bronze celestial que se tranforma em um anel
Características físicas: Cabelos castanhos, pele clara, olhos cinzas estatura média.
Personalidade: Agressiva e ao mesmo tempo amorosa.
História do personagem: Isabella desde que foi deixada para seu pai nunca saiu de perto dele, nunca viajou sempre na mesma cidade e junto de seu pai Willian Winchester, seu pai nunca contou nada sobre sua mãe, ela também não pergutava, pois tinha muito rancor no seu coração, mas quando foi para o acampamento percebeu que era aquilo que estava faltando nela.
Turno Demonstrativo: Mesma manha,mesmos barulhos de carro passando Isabella acordou e ficou na cama não tinha aula mesmo esse dia, ela ouve barulhos vindo da escada.. seu pai esta há chamando para tomar café " já estou indo pai!" ela gritou do quarto, Isabella levantou colocou suas pantufas e foi para a cozinha "Pai estou vendo que falta leite, vou busca na mercearia" ela colocar sapatos e vai na mercearia, quando voltou na sua casa estava um homen de muletas e seu pai sentados no sofá da sala " o que aconteceu agora? eu não fiz nada essa semana na escola" ela vira os olhos.
Seu pai explica que vai ter que viajar e que esse homen está aqui pra levar ela pra um acampamento de pessoas especiais, iguais há ela, "você quer me abandonar também!" ela grita para seu pai, ele a abraça e fala no seu ouvido que não ele só precisa viaja há negocios e que ela indo para o acampamento vai entender o por que da sua mãe sempre ausente, isso deixou Isabella em choque, ela abraçou seu pai forte, e pensou consigo mesma * vou para esse acampamento só pra saber de minha mãe, depois não quero mais saber dele e nem dela se eu há encontrar* " ok, eu vou.." ela suspira, busca suas coisas mochilas com roupas e vai com o homen, a ultima coisa que ver é seu pai no portão de casa acenando para ela, ela sentiu que seria uma das poucas vezes que veria seu pai novamente...

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Sierra Lenski em Qua Dez 26, 2012 10:40 pm

As pessoas devem ser decepcionadas. Assim aprendem a não criar expectativas e quando elas não exitem,
não há pena nenhuma em frustrá-las.


Charlotte Appril Sonenclar
Dezesseis anos.
Afrodite.

Um chicote com as pontas de Bronze Celestial, cujo cabo tem um compartimento onde se escondem três dardos extremamente venenosos, matando lenta e dolorosamente seu oponente.

Charlotte possui lindos olhos cor de chocolate, com cabelos castanhos e longos, ondulados de forma perfeitamente harmoniosa. Sua pele é bronzeada e o rosto não possui uma imperfeição sequer, assim como o corpo. É de estatura mediana, magra na medida certa e seus lábios são carnudos e rosados naturalmente.
Tudo o que Charlotte tem em beleza ela também tem em malícia. É extremamente desobediente, destemida e encrenqueira. Trata as pessoas devido ao quanto esta lhe convém, maltratando aqueles que não lhe oferecem nenhum tipo de lucro. É maliciosa e tem sempre pensamentos um tanto… poluídos, se deixando levar por fantasias. Mas quem se mete em uma briga com ela certamente confia demais em sua própria capacidade, pois Charlotte nunca desiste do que quer. Seja isso um objeto, uma pessoa ou até mesmo vingança.
Nascida na França, morou lá até completar sete anos, quando o pai teve de se mudar para a Inglaterra por motivos de trabalho. Porém este se descobriu vítima de fraude e acabou desempregado com uma criança de sete anos para sustentar. Não demorou muito e o pai de Charlotte se viciou em drogas e um ano depois de chegarem ele a abandonou em um orfanato. Neste mesmo dia foi morto por um traficante por causa de uma dívida. Crescendo em meio à crianças tão perturbadas quanto ela, Cherr se isolou dos outros, permanecendo assim completamente sem amigos. Aos treze anos fugia do orfanato para frequentar festas de maiores de idade e começou a ingerir bebidas alcóolicas e drogas. Logo se viciou e escondia tal coisa o melhor que podia. Depois de uns anos, Charlotte começou a se envolver com alguns garotos do orfanato, nada mais do que amizade até o dia em que um desses garotos, Seth Donavan impediu que a vissem com drogas. Em forma de agradecimento, Charlotte passou uma noite com ele e desde então tornou-se sua amante. Muito ciumenta, Charlotte sempre teve uma pontinha de ciúmes de Alexa Turner, melhor amiga de Seth. Quando este partiu, logo depois de Alexa, Cherr entrou em desespero, mas depois de um mês foi ela à partir do orfanato, sabendo da verdade sobre si e também sobre Seth e Alexa. Saiu de lá rumando ao acampamento... e a Seth.
Os olhos de Charlotte abriram-se demoradamente, ainda preguiçosos. Assim que os abriu ela deitou de lado, puxando um pouco mais o lençol da cama de Seth para si, tentando se cobrir. Sentou-se na cama, ainda sonolenta, afagando com os dedos o travesseiro de Seth, ainda quente. Sorriu. Logo ouviu uma movimentação e o garoto saiu do banheiro, com uma toalha branca enrolada em volta da cintura e os cabelos pingando água. Charlotte podia ver seu peitoral musculoso e a lembrança da noite passada a preencheu, dando-lhe um prazer estranho. Puxando mais o lençol, ela levantou-se e o encarou. Você fica bem sexy com o cabelo molhado. Foi seu simples comentário, indo até ele e abaixando-o para um beijo doce. Logo depois rumou para o banheiro. Estava na hora da sua ducha.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Maxime Bonheur em Sex Dez 28, 2012 4:58 pm




Maxime Bonheur.


Dezessete anos.

Hemera.

Uma extensa fita de espessura mínima presa em uma vareta de madeira que tem possibilidade de cortar seu opositor com facilidade.

É semelhante a uma boneca de porcelana, suas feições são bem desenhadas e delicadas. Seus traços sempre são relacionados aos de uma criança, olhos bem amendoados e de tonalidade puxado para o verde cobalto. Possui belas madeixas douradas que, na maioria das vezes estão presas em um alto coque. Por ter sido bailarina clássica seu biótipo é longilíneo e não tem mais de 1,60 de altura.

Muito fácil de lidar-se com Maxime, a carisma destaca-se dentre outras qualidades dessa jovem. Bondosa quase sempre, não tem nenhum preconceito algum e mostra-se uma pessoa culta e aberta para outros tipos de ‘opiniões’, assim não aceitando ignorância de pessoa alguma. Seu único defeito é o medo, sempre que sente um tremelique em suas mãos parece abandonar tudo que lutou durante os anos, pelo simples medo de está sujeita a alguma futuro mal.

Nascida na Bélgica, Maxime tanto não conheceu seu pai nem sua mãe. Fora criada por sua madrasta tendo boa educação e muito carinho pela mesma, sempre destacou-se na vida acadêmica por ganhar prêmios científicos ou até mesmo ser a venerada ‘melhor’ aluna do colégio. O seu futuro estava praticamente trilhado, tinha boas notas e logo seria aceita na faculdade que queria, porém um acontecimento botara todos os seus planos por água abaixo. Em dúvida se contava ou não, sua madrasta contara para Maxime sobre sua mãe, entretanto Maxime recusou-se a deixar sua vida na Bélgica para viver no território americano deixando sua família para trás. Somente com dezessete anos após ser ameaçada ser coloca para fora de casa, ela toma rumo para o Acampamento Meio-Sangue.

Pouco tempo após desembarcar na rodoviária, lá estava ela caminhando pelas vielas de Nova York. Trajada a rigor, seguindo a moda americana batucou os saltos em direção ao que parecia ser um bar. Estava mesmo precisando beber um pouco, apenas para animar-se e entrar no clima de inicio de ano. Uma vez transpassada a porta de entrada, rumou em direção ao balcão central e acomodou-se no que parecia ser um banco. Os olhos verde-cobalto correram pelas prateleiras de bebidas que haviam por detrás de um rapaz jovem, certamente o atendente - Uma taça de Martini, por favor. - Indagou, batucando as unhas compridas no balcão, enquanto esperava ser servida. Apesar de não gostar do fato de que estaria indo pra um Acampamento Meio-Sangue, estava animada, talvez lá fosse diferente dos demais.



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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Sex Dez 28, 2012 10:26 pm

Charlotte Sonenclar, você foi aceita como filha de Afrodite.
Maxime Bonheur, você foi aceita como filha de Hemera.
Bem-vindas ao RPG e divirtam-se.
____________________________________________________________________________________________________________
Nas fichas de Helena Evans, Tári Arcamenel McDarey e Isabella Winchester houve a mesma coisa, mínima, mas importante e considerada pela administração: As quatro linhas mínimas exigidas na história das personagens não foi completa. Mas como faltam apenas uma linha, vocês são sim aceitas, porém devem me enviar por mensagem privada uma nova história da personagem. Não diferente, mas com apenas algumas coisinhas a mais. Vocês tem até o dia 10/01 para me enviarem as mensagens.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidado em Dom Dez 30, 2012 1:59 pm

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Nome:Bianca Jeffey
Idade: 15 anos.
Parente Divino: Apolo
Características físicas:: Longos cabelos ruivos, olhos verdes, pele clara, altura mediana, sardas na região do nariz. >
Armas: Arco e Flecha
Personalinadade:
Doce, divertida, engraçada, educada

História: Sua mãe era professora desempregada por problemas com bebidas acoólicas, tendo um pesadelo relacionado com uma tragédia que lhe acontecera há pouco tempo, a perda de uma filha durante o parto. Samanta aconselha-se com a Doutora Browning, psicóloga, acerca dos pesadelos que teve. Como terapia, Samanta deve adotar uma criança para compensar a perda sofrida. Toda a família acolhe bem a nova integrante. O seu pai adotivo faz de tudo para que Bianca se sinta mal entre a família. Quando Bianca chega à escola, torna-se alvo de bullying devido à maneira como se veste e se comporta. Foi até um sátiro entrar em contato com sua mãe, explicando o motivo da menina ser tão especial. Demonstrativo

ㅤㅤㅤㅤㅤEla ainda era muito criança tinha muitas coisas para fazer, mas tudo isso mudou quando Bianca perdeu a cabeça e fez um garoto da sua escola surta. Sua mãe não fico tão irritada quanto ela penso que iria ficar. Sophie não tinha feito isso de verdadeiro mal no começo, mais ela se divertiu um pouco com isso, e também aquele garoto bem que mereceu. Porém será que ele iria valer o castigo que sua mãe iria lhe dar ? Ela não fazia ideia mais tinha que pagar pra ver. – Deixa ver se eu adivinho... Disse a mãe de Bia andando de um lado para o outro. – Um menino "mexe com você", e ai você esquece tudo o que lhe ensinei e faz ele ficar louco ? Seu tom de voz era mais irônico que o normal. – Olha mãe, falando desse jeito soa muito ridículo. Disse Bianca finalmente.  – Bianca Jeffey, quantas vezes eu já disse pra você se controlar ? Seu tom de voz não mudara em nada. Sophie tinha percebido o quanto tinha sido idiota em ter feito o que fez. – A culpa foi toda do Bolton. Bianca não fazia ideiade como estava sua expressão, ela realmente estava se odiando naquele momento, ela estava certa que ele não valia o que tinha por vir. – Eu queria adiar, mais cedo ou mais tarde você iria saber, então... Samantha suspirou e continuou – Você vai para o campamento especial! Do que ela tava falando? Será que esse acampamento era tipo: "escola militar". Bianca não podia ir para um lugar assim, qual é, foi só uma brincadeirinha inofensiva. – Que acampamento é esse? Eu já disse que não fiz por mal. Protestou. – Sem mas, você vai e pronto. Não se preocupe vai ter mais como você e... seu pai... Samantha parou. Bianca já foi logo dizendo: – Meu pai? O que meu pai  tem haver com... Samantha a interrompeu.– Chega eu não quero mais falar sobre isso. Samantha saiu deixando Sophie sozinha. Mas, Bianca sabia que quando voltasse sua mãe iria contar tudo.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Dom Dez 30, 2012 2:03 pm

Bianca Jeffey, você foi aceita como filha de Apolo. Bem-vinda ao RPG e divirta-se.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Miranda Barks em Dom Dez 30, 2012 2:21 pm

Nome: Miranda Chloë Barks

Idade: 16 anos

Parente Divino: Atena

Arma: Arco-e-flecha prateado; as pontas das flechas são de bronze celestial

Características físicas: Pele bronzeada, cabelos castanhos, olhos escuros cor de chocolate. Estatura média, aproximadamente 1,65.
Personalidade: Inteligente, compreende as coisas com facilidade. Chateia-se com facilidade, apesar do senso de humor elevado e do sarcasmo frequente, mas procura ser gentil.

História do personagem: Mudou-se com o pai para Nova York quando tinha apenas dois anos, época em que também ganhara uma madrasta e um irmão mais novo, Peter. Entretanto, sua madrasta morreu quando Miranda tinha doze anos e seu irmão, dez, e ele se tornara um pouco problemático desde então. Seu pai nunca gostava de falar sobre a mãe de nenhuma das duas crianças, talvez porque fosse doloroso demais para ele; ele sempre dava uma explicação diferente sobre a mãe de Miranda - ela morrera, ela era uma estrangeira que precisou ser mandada de volta a seu país, ela simplesmente desaparecera - e, com o passar do tempo, ela aprendeu a não perguntar mais. Simplesmente aceitou o fato de que sua mãe os abandonara. Quanto à escola, Miranda sempre se destacou. Ganhou alguns prêmios acadêmicos, apesar da dislexia e do déficit de atenção. Quanto aos amigos, não tinha muitos; apenas um, que revelou-se um sátiro no último dia de aula e levou-a ao Acampamento Meio Sangue.

Turno Demonstrativo:
- Pegou seu casaco? - meu pai perguntou quando entrei no carro.

Estendi o casaco que estava carregando. Odiava quando ele começava a me tratar como se eu ainda fosse criança.

Peter estava no banco de trás, com a cabeça coberta pelo habitual capuz, fones de ouvido posicionados, jogando um game portátil e, sim, ele tinha que deixar os sons do joguinho ativados, apesar de eu já ter reclamado incontáveis vezes. Lancei um olhar significativo para ele, mas ele não viu, é claro, porque estava concentrado, então eu simplesmente arranquei o treco da mão dele.

- Ei! - ele gritou se inclinando para pegá-lo de volta - Devolva!

- Só se você tirar a droga desse som.

Ele consegui tomá-lo das minhas mãos.

- Você me fez perder! Eu ia bater o meu recorde! Qual é o seu problema, sua esquisita?

- Peter - meu pai começou - Já disse para não chamá-la...

- Mas ela é! É uma aberração. Ela explodiu um vestiário, esqueceu?

- Ei - me defendi - Já disse que não fui eu quem fez aquilo.

Juro que eu vi três caras grandalhões, cada um com um olho só, mas ninguém acreditou em mim, e agora a presença de meu pai estava sendo solicitada na escola, o que eu realmente não achava necessário, já que era o último dia de aula.

Meu pai ficou nervoso de repente.

- Querida, você ainda é amiga daquele rapaz? Aquele que anda de um jeito engraçado?

- Colin? Sim. O que ele tem a ver com...

- Eles já devem ter descoberto à esta altura.

- O quê? Do que está falando?

Meu pai estacionou o carro em frente à escola.

- Escute - ele me lançou um olhar sério, o que me preocupou - Você tem que ir com ele.

- Ir aonde?

- Ao acampamento.

Certo. Tive vontade de perguntar se ele não havia exagerado na dose dos medicamentos.

- Que acampamento?

Ele respirou fundo. Era impressão minha ou seus olhos estavam cheios d'água?

- Isso... Tem a ver com a sua mãe.

Agora ele realmente estava me assustando. Ele quase nunca a mencionava.

- O que tem a minha mãe?

Ele abriu a boca para falar, quando um estrondo o interrompeu.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Qua Jan 02, 2013 12:05 pm

Miranda Chloë Barks, você foi aceita como filha de Atena. Bem-vinda ao RPG e divirta-se.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Ashley Graham em Seg Jan 07, 2013 12:26 pm

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Nome: Ashley Graham

Idade: Quinze

Parente Divino: Dionísio

Arma: Faca de Bronze Celestial

Características físicas: Cabelos castanhos-arruivados, olhos variados entre
azul e o verde, pele clara, altura mediana.

Personalidade: Engraçada, doce, inteligente, criativa, pertubada.          História: Aos quinze anos, Ashley foi raptada por Jack Krauser , um trabalho mercenário para Osmund Saddler de Los Illuminados , enquanto voltando para casa de sua escola em Massachusetts. Ela é levada para uma remota vila em algum lugar na Espanha, onde ela está, aparentemente mantidos como reféns por Los Illuminados.  Depois de receber informações sobre o paradeiro de Ashley, o Governo dos EUA envia o sátiro de investigar a área. Ele descobre que os moradores locais são realmente membros de Los Illuminados, convertidos às suas crenças através de organismos parasitas conhecidos como Las Plagas . O sátiro descobriu Ashley em uma igreja nos arredores da aldeia. Pouco depois, os dois se encontraram com o líder da seita, Saddler, que revelou que
Ashley foi administrado com um dos parasitas plaga e que Saddler estava
planejando voltar Ashley ao Presidente, a fim de se infiltrar e destruir os EUA
Governo de dentro. Depois de escapar Saddler e os aldeões, os dois encontraram
seu caminho em Ramon Salazar 's castelo e mais tarde, no complexo Saddler da ilha.
Ashley teria repetidamente ser recapturado pelo Los Illuminados durante a
missão do sátiro e posteriormente resgatado a cada vez. Dentro do complexo
ilha, os dois encontraram uma máquina de cirurgia a laser construído por Luis
Sera , com o objetivo de remover uma Plaga internamente do corpo de seu
hospedeiro. Ashley usou a máquina em si, destruindo seus parasitas Plaga e,
assim, alavancar a remoção só Saddler sobre eles. Depois de Saddler foi
eliminado, o sátiro e Ashley fez a sua fuga da ilha em colapso em um jet ski
deixado por Saddler . No caminho devolta, o sátiro convenceu a garota de ir
para o acampamento.



Turno: Mais uma noite sem sono, cinco horas deitado naquela cama simplesmente rodando de um lado para o outro sem conseguir pregar os olhos um único momento, aquela sensação de que algo está errado aquela coisa estranha no peito gritando pra
sua cabeça fugir e se esconder por que o que vem pela frente não vai ser fácil
de aguentar mais o que exatamente seria o que estava deixando minha cabeça
tonta e me impedia de dormir era um verdadeiro mistério, nos últimos dias nada
havia mudado mais tudo estava diferente ao mesmo tempo, período de férias faço
a mesma coisa o dia inteiro acordo por volta das dez horas tomo meu café
sozinho, minha mãe sempre viajando a negócios e como não havia mais nenhum
familiar ficar sozinho não era somente uma opção era a única opção, com a
ocupação de minha mãe as tarefas dentro de casa ficam por minha
responsabilidade, então sempre de manha levo o lixo para fora e aproveito para
dar uma volta para me livrar um pouco daquele inferno de apartamento, embora
podemos dizer que a renda familiar seja até alta minha mãe se nega a mudar de
um pequeno apartamento em um dos cantos afastados de New York mesmo ainda com
todos aqueles vizinhos que me dão anciã de vomito eles são tão normais mais tão
normais o tipo mais ralé de pessoas que você pode conhecer que simplesmente
estar perto deles você se sente uma pessoa suja, visinhas que vivem o dia
observando pelas janelas a vida dos outros para no fim da tarde irem todas uma
para a porta da outra contar das fofocas, aquele velho do andar de cima que só
sabe ficar ouvindo futebol o dia inteiro aquela é a vida dele deve ser por isso
que não tem mulher e vive de aposentadoria por ser invalido e mais todo aquele
tipo de pessoa repugnante e também o mais normal para a raça humana, tanto que
as vezes a noite fico olhando para o céu esperando que tenha alguma coisa lá
encima quem sabe alguém vindo para me buscar e para me livrar daquele inferno
que é morar naquele lugar esquecido pela humanidade. Contudo essa ainda é a
parte normal do meu dia o que tem de estranho é que não mais que uma semana
depois que o meu sono resolveu me abandonar eu sinto algo estranho rondando
como se fosse uma presença me observando e por mais que eu procure não encontro
nada em nenhum canto nada que poderia estar a me olhar nada que poderia estar a
espreita, e dia após dia o meu sono vem ficando pior, até a noite de hoje que
não pude dormir. Meus pensamentos fluíam aos montes enquanto ainda me sentava
na minha cama algo como se estivesse a conversar comigo mesmo naquela manha
fria, mais não poderia ficar mais tempo ali sentado, mesmo cansado pela falta
de sono me levanto e arrasto-me até o banheiro onde lavo o meu rosto e ajeito o
meu cabelo para mais um dia, e com lentos passos vou até a cozinha, um caminho
não muito longo mais de certo modo depressivo, um corredor de pintura branca
agora amarelada e um assoalho de madeira velho que rangia, eu sabia que abaixo
ainda havia uma grande camada de concreto que separada do andar de baixo mais
do mesmo modo ainda me azedava o estomago com a sensação de que aquilo iria
quebrar e despencaria para o andar de baixo, ao pisar no piso de cerâmica da
cozinha era como se tirassem das minhas costas um grande e pesado fardo. Meu
café não fora grande coisa por dois motivos, a grande quantidade de viagens que
minha mãe fazia limitava a ida para o mercado tanto por ela não deixar dinheiro
para eu mesmo fazer tanto por ela nunca estar em casa, e pelo simples motivo de
não estar com animo para preparar algo mais caprichado, por isso rapidamente
fritei alguns pedaços de bacon encontrados na geladeira acompanhado de um suco
de laranja velho dentro de uma dessas caixas industrializadas. E assim começa
mais um estranho mais normal dia de sua vida.



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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Charlie Authomery em Seg Jan 07, 2013 4:37 pm

Nome: Antony Charles Authomery
Idade: 13 anos
Parente Divino: Nêmesis
Arma: Arco e flecha prateado com formato de asas para trás. Flechas prateadas com veneno especial além de uma luva de couro prateado que possibilita o contato com as flechas.
Características físicas: Alto, não muito, porém o suficiente. Um pouco acima do peso, olhos castanho-escuros, pele cor de oliva, cabelos curtos e espessos bem escuros.
Personalidade: Engraçado, entristecido, deprimido, infantil, explosivo e levemente tímido.
História do personagem: Filho de John Authomery, filho único, abandonado supostamente pela mãe. Vive em Manhattan, com o pai que é artista e formado em direito. Antony, que prefere o apelido Charlie, nunca entende sua personalidade explosiva em forma de esconder a timidez, e às vezes sentia como se todos o odiassem. Ele tem apenas uma amiga, Helena Collins, a qual ama incondicionalmente. Muitos o encaram como um perigo, alguém que pode ser mortal ou dócil, e você nunca sabe ele muda ou não suas próprias emoções.
Turno Demonstrativo:
- Charlie, vamos - Helena disse para mim. Os cabelos ruivos esvoaçando, os olhos verdes da cor da oliva me encarando por baixo dos fios ralos em sua face - Seu pai nos chama.
Como Charlie podia amá-la? Ela era tão diferente dele, em tantos aspectos, que ele ficava surpreso. Seria pela beleza? Não, Charlie nunca a viu como uma garota bonita. Mas personalidade? Realmente seria por isso?
Eles estavam chegando no prediozinho de Charlie. Uma construção de cinco andares num tom que de cinza-escuro passara a amarelinho desbotado. Eles falaram com o porteiro, Kirke, porém Helena tinha pressa.
- Porque tanta pressa Hellie? - Charlie perguntou e viu a face dela congelar - É só a minha casa.
Ela não respondeu, seguiu andando, andando ainda mais rápido. Subiram correndo as escadas até o penúltimo andar. Até que então, Charlie a para e grita com ela forte:
- Porque tem pressa! - ele gritava e ela tinha um olhar horrorizado - Me explique!
Ela então, sem responder novamente, apenas foi a porta de Charlie. Ao abrí-la, Charlie viu um corpo estendido ao chão. Seu pai, morto e pálido, no tapete, formando uma poça imensa de sangue.
- Você sabia? - Charlie gritou.
- Sim - Helena disse - Eu ouvi um tiro pelo telefone.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Seg Jan 07, 2013 5:41 pm

Ashley Graham, você foi aceita como filha de Dioniso. Apenas precisa trocar a photoplayer que já está em uso. Bem-vinda ao RPG e divirta-se.
Charlie Authomery, você foi aceito como filho de Nêmesis. Bem-vindo ao RPG e divirta-se.
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Mensagem  Convidad em Sex Jan 11, 2013 11:30 am

Nome: Grace Ann Bennett

Idade: Quinze anos.

Parente Divino:Apolo

Arma: Arco em forma de assas que fica na forma de um bracelete e flechas com pontas em bronze celestial, que enquanto perfura causa queimação intensa.

Características físicas: Estatura média, cabelos um pouco abaixo do ombro em um tom castanho escuro, olhos castanhos e pele clara.

Personalidade: Simples, sensível, educada, reservada , quando precisa sabe ser corajosa, leal e sonhadora.

História do personagem:Mora no Brooklyn com a sua mãe, que se tornou garçonete após engravidar muito jovem e ser rejeitada pela família e ter que cuidar sozinha de uma criança. Não sabe muito sobre o pai, a única historia que sua mãe conta é que conheceram se em um pequeno tornei de arco e flecha em um verão, se apaixonaram e ela engravidou após alguns meses seu pai deve que deixa-las. Sempre diz que não perdoa o pai por isso. E possui o dom de nunca erra o alvo mesmo que queira mais isso ela vai descobrir só quando entrar no acampamento.

Turno Demonstrativo:
A minha mãe chegou do trabalho um pouco assustada, mandando arrumar as minhas coisas, pois precisava me levar a um lugar seguro porque a hora já tinha chegado, não entendi nada do que ela estava falando e não gostei muito quando só as minhas roupas e objetos estavam sendo colocados dentro de uma bolsa, fiquei gritando para ela me explicar melhor mais a única coisa que me falava era.
-Temos pouco tempo até elas chegarem aqui.
-Quem chegar aqui? – a voz saiu um pouco irritada- Me fala alguma coisa que eu possa entender.
-Vamos pela porta dos fundos, quando chegar no carro de explico.
Corremos escadas abaixo, tão rápido que pensei que íamos descer bolando. Mal fechei a porta do carro minha mãe já tinha dado a partida, quando já estávamos na estrada os ânimos se acalmaram e perguntei.
-Agora da para a senhora me falar alguma coisa?
-Seu pai... - Fui logo interrompendo
-Não quero falar sobre ele. - O meu tom já não era mais calmo.
-Você tem que escutar certo.
Não tinha como negar o pedido dela, os olhos estava coberto com lagrimas e parecia importante pelo seu tom de voz.
-Ele teve que ir embora não por que não nos amava, mas por não ser permitido ficar, seu pai é um Deus, quando nos envolvemos acabei descobrindo isso, quando fiquei gravida... - Teve uma pausa, acho que estava lembrando como foi, pois a carro diminui a velocidade. - ele me falou que quando tivesse perto dos seus quinze anos, ia ter um lugar perfeito para pessoas como você...
-Como eu? Ta só porque tenho dislexia e TDAH, não quer dizer que tenha que ir para um lugar especial.
-Não é isso, é porque você é um semideus.
-Semi o quê?
-Vai entender melhor quando entrar.
-Onde? Não queiro deixar a senhora.
-No acampamento, vou ficar bem, e se você estiver segura, vou ficar melhor ainda.
-Segura do quê?
Foi ai que o carro sacudido e em seguida o teto foi arrancado, por uns bichos de garras afiadas, com uma aparência feminina, mas com os cabelos como ninho de cobras, já tinha ouvido falar neles em uma aula que não lembro bem de que era, são Górgonas, e são assustadoras.
-Pega esse pacote que esta no banco de trás. - Minha mãe falou com um desespero evidente na voz.
Depois que desembrulhei percebi que era um bracelete em forma de assas e flechas com umas pontas com um brilho estranho.
-O quê é isso? Como um bracelete e flechas vão nos ajudar?
-Sacuda o bracelete.
Como era possível, o bracelete agora era um arco, no formato de assas, fiquei assustada mais não tinha tempo para ter pânico.
-Sim, eu sei que a senhora atirar arco e flecha, mas como vai fazer isso dirigindo?
-Eu não vou fazer você vai fazer isso, seu pai falou que era para entregar esse presente quando fosse necessário, e você saberia usar.
- Mais eu nunca peguei... – Fiquei assustada com a ideia
-Coloque a flecha no arco e mire nesses monstros, você vai conseguir. –E quando olhei para elas, estavam vindo em nossa direção.
-Agora! – Minha mãe gritou.
Fiz o que ela me falou, mirei na que estava mais perto e soltei, na verdade fiquei assustada porque consegui acerta, já tinha escutado que minha mãe era boa com arco e flecha e que meu pai era melhor ainda, mas não aponto que acerte um monstro com a flecha sem nunca ter pegado em uma, mas deu certo, a outra recuou um pouco quando a sua irmã estava se desfazendo em pó.
-Como isso é possível? – Isso realmente era uma duvida para me e minha mãe.
-Não sei explicar, mas já estamos perto, tavendo o topo da colina é ali que vai ficar.
Nem tinha percebido que minha mãe tinha entrado em um campo, mas quando olhei para a colina a primeira vez nada vi, na segunda olha tinha uma entrada e uma espécie de homen metade bode estava um pouco agitado.
Essa distração fez com que a górgona ne pegasse pelo ombro, ai comecei a gritar.
-Mira a flecha nela, vai dar certo. – Minha mãe gritava.
Nem tinha percebido que estava com o arco e a flecha até ouvi a minha mãe, mas não sei como ia fazer isso, era impossível com aquela dor e movimentação conseguir acerta, mas fiz o que ela mandou e na verdade deu certo, o monstro virou pó e comecei a despencar, quando cheguei ao chão nada mais vi.
-Oi, sou Don, pensei que nunca mais ia acorda.
-Onde eu estou, e minha mãe onde está?
-Você está na enfermaria do acampamento Meio-Sangue, e sua mãe está em casa.
-O quê exatamente aconteceu não lembro muito?
-Você matou um górgona no ar e caiu, já faz dois dias que está aqui, mais vai ficar bem agora.
Então foi assim que entrei no acampamento meio-sangue, apesar de estar um pouco assustada com isso, me sentia segura como a minha mãe me falou.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Mary Fiori em Sex Jan 11, 2013 1:56 pm

Nome: Mary Fiori

Idade: 12

Parente Divino: Hades

Arma: Espada de Ferro Estígio com traços de Bronze Celestial que se transforma em um colar de um olho grego, que ao meio tem uma pedra vermelha, que quando é pressionada se transforma na espada. E uma anel, de uma pedra vermelha, grande, que se transforma em um escudo prateado com uma caveira de ferro Estígio no centro. A caveira é de apenas um olho em pedras vermelhas, enrolada na caveira está uma cobra em Bronze Celestial.

Características físicas: Pálida. Olhos azuis ,mas profundos e se vida. Magra. Cabelos pretos. Baixa. Pele fria, como a de um morto.

Personalidade: Misteriosa, mas quando a conhece fica mais gentil. Fala e anda como uma pessoa da realeza.

História do personagem: Foi nascida e criada apenas pela mãe em Londres, Inglaterra. Quando completou 10 anos, se mudou para NY, USA. Em Londres foi ensinada a seu boa e gentil, mas ela detestava esse jeito. Aos 4 anos começou a ser ter TDAH e Dislexia. Aos 6 anos andava como uma pessoa proxima da realeza. Já foi expulsa de 6 escolas em Londres, era considerada um caso perdido, segundo os professores. Aos 10 anos se mudou para Nova York, EUA. Lá aos 11 anos fugiu de casa, acompanhada por um amigo de sua escola. No meio do caminho seu amigo morreu e Mary ficou mais sombria, e logo foi para o Acampamento Meio-Sangue.

Turno Demonstrativo: Me lembro de quando mudei para Nova York como se fosse apenas alguns dias atrás. Fugi, 2 meses depois de mudar para NY, com meu amigo, Max.Ele morreu no meio do caminho, foi atacado por uma fúria, tentei impedir, mais a fúria foi mais rápida e eu tive que correr. Um dia estava escondida na floresta e encontrei um garoto, usando calças jeans e um boné, ele usava muletas, o observei, percebi que cada passo que ele dava doía, ele resmungava coisas sobre dois semi-deuses que estavam perdidos. Apertei minha corrente com força, nela tinha um olho grego, minha mãe me disse que foi um presente do meu pai. Notei que o olho da corrente estava com o rubi ,que ficava no meio, brilhando. Apertei o rubi, com os olhos fechados, e senti que minha corrente estava crescendo, quando abri os olhos eu estava segurando uma espada, ela era linda, era preta com traços brilhantes, não sei como mas sabia que não era ferro normal.
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Mensagem  Heath Luck em Sab Jan 12, 2013 10:59 am

Nome: Heath Luck
Idade: Dezeseis anos
Parente Divino: Ares
Arma: Uma espada de bronze celestial longa.
Características físicas: 1,75 de altura, cabelo preto nos lados sendo mais curto, olhos castanhos escuros e pele moreno super claro.
Personalidade:Tímido, vaidoso e corajoso.
História do personagem:
Mora com avó na Pênsilvania, depois que sua mãe foi morta na guerra do afeganistão. Tudo que sabe sobre mitologia grega foi contado por sua mãe quando vinha para casa, ele não sabe que é um semideus e era um menino carinhoso e gentil, mas a perda da mãe o alterou, sua vó é rígida, mas mesmo assim não consegue controlar ele. Faz esgrima, e ia com sua avó no tiro ao alvo, mais tudo isso foi planejado pela mãe. Quando saiu de casa para o acampamento recebeu uma espada de bronze celestial como presente de 16 anos do pai, mais ainda não paraou para pensar em qual deus ele é.
Turno Demonstrativo:
Parar em uma lanchonete parecia perfeito, após uma longa jornada da Pensilvânia até Nova York e com monstros atrás de você, Heath estava se sentindo esgotado e ainda tinha alguns quilômetros até chegar o ponto que a sua avó mandou ir. Ele pediu algumas informações sobre o lugar marcado no mapa, e não entendia porque o lugar era uma grande campina, como poderia se proteger ali, mas aprendeu que nunca deve questionar o que sua vó dizia.
Após sair da lanchonete não sabia como iria chegar na campina antes que outros monstros aparecem, e isso fez ele se pergunta se realmente ninguém conseguia ver os monstros, a única coisa que sabia sobre aquele tudo que estava acontecendo foi um breve explicação da sua vó.
- Você já completou dezesseis os ataques estão ficando mais intenso precisa ir para Nova York e encontrar esse lugar.
-Mais o que tudo isso quer dizer?
-Sua mãe sempre lhe contava aquelas historias mitológica, lembra?
-Lembro, o que isso tem haver?
-Então pronto, só saiba que elas são verdades, temos pouco tempo vá.
Ele se tronou um menino rebelde após a morte de sua mãe, fez algumas tatuagens, colocou brincos e não era mais gentil, mais nesse exato momento só queria ficar seguro, chegar logo onde sua vó tinha mandado, e resolveu fazer algo que nem quando se revoltou tinha coragem de fazer, roubou um carro, a sobrevivência em primeiro lugar pensou.
Já consegui avista o topo da colina e estava ansioso seguro e ter respostas, mas foi só ele ter esse pensamento que apareceu uma Fúria, ela arrancou o teto do carro e depois o destruiu. Pular de um carro em movimento nunca foi seguro, e Heaht sentiu o braço doer após a batida no chão, já não sabia mais o que usar, na bolsa que sua vó tinha lhe dado tinha algumas armas, mais o que mataria aquilo. Ele pegou a espada de bronze celestial e começou a aplicar golpes, e assim foi subindo a campina, quando estava bem perto percebeu que havia uma entrada.
Consegui matar a fúria mais logo em seguida desmaiou e nada mais viu. Quando abriu os olhos estava em um tipo de enfermaria, não sabe como chegou lá, mas sabia que estava seguro, consegui entrar no acampamento Meio-Sangue.
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Mensagem  Convidado em Sab Jan 12, 2013 1:52 pm

1- Nome: Bali Stanford
2- Idade: 15 anos
3- Parente Divino: Deméter
4- Arma: Arco e Flecha feita de madeira rara, com uma cor de prata. Sua linha é feita por um material que ninguém sabe a origem e ela resiste a tudo. Suas flechas são as mais diversas.
5- Características físicas: Cabelos ruivos, olhos verdes. Não é muito alta, mas não chega a ser baixa. Tem o peso ideal de uma menina para a sua idade. Sua aparência destaca-se muito entre os outros filhos de Deméter.
6- Personalidade: Bali é uma garota feliz e sempre está de bem com a vida. Quando precisa de um ombro amigo ela ajuda sempre. É carinhosa, amiga e cuidadosa. Porém, embora ela seja bastante simpática quando fazem algo que não gosta vira “Bicho-brabo”. Não tem muita paciência com os outros e gosta de coisas práticas e objetivas. Possui uma queda por filhos de Ares. Não sabe brigar muito, mas quando a causa é boa ela não deixa de entrar em uma briga para defender seus interesses. Gentil, simpática e romântica, mas pode ser tudo ao contrário quando algo não é de seu agrado.
7- História do Personagem: Bali Stanford moravam com seu pai até os 14 anos. Tinha uma ligação que ninguém entendia com as plantas. Sempre estavam em confusões ou explodindo coisas sem poder explicar. Expulsa de diversas escolas. Quando descobriu que era uma semideusa, seu pai foi morto por um cão infernal e desde aquele dia ela vem treinando para poder vingar-se de todos os monstros que aparecem.
8- Turno Demonstrativo: Meu nome é Bali Stanford, tenho 15 anos e sou uma semideusa. Não, não estou brincando quando digo isso, muito pelo contrário. Falo mais do que sério. Realmente sou filha de uma Deusa que por um acaso desceu na Terra e teve um “rola-rola” com meu pai. Lembro-me como se fosse ontem quando eu finalmente descobri a verdade.
- O que? – Gritei andando de um lado para o outro, atordoada com as notícias que recebia.
Ela não podia estar falando. Meu pai também não poderia estar concordando com Tiffany, minha melhor amiga. Os dois só poderiam estar mesmo drogados ou ter batido a cabeça muito forte em algum cano pela rua. Era a única explicação racional que eu encontrava.
- Está me dizendo que além deu não ser filha da minha mãe... – Referia-me a Sofia Stanford – Eu sou filha de uma deusa da mitologia grega? Sério isso? E além do mais, neste momento eu estou correndo perigo por que o simples ato deu respirar me torna um alvo para monstros que não existem?
- Bali. Você está complicando toda a história... – Disse impaciente Tiffany.
- Eu? Sério? Você que chega aqui e me diz que eu sou sei lá... Uma deusa...
- Semideusa. – Corrigiu-me meu pai passando suas mãos pelos olhos em forma de cansaço.
- Tanto faz. E agora eu tenho que ir contigo para tal de acampamento? – Pergunto andando mais rapidamente de uma ponta para a outra da sala.
- Filha... Faça o que Tiffany está de dizendo. Vá para o Acampamento Meio-Sangue... E fique protegida! – Ele disse com um sussurro quase inaudível, isso por que ele acabará de ser atacado por um bicho horrendo.
- Droga! – Gritou Tiffany tirando sei lá da onde uma espada. – Bali, corra e pegue sua mochila arrumada lá em cima...
- Mas... – Tentei dizer alguma coisa, mas acabei tropeçando nos meus próprios pés e caindo perto de uma mesa com alguns objetos ridículos de vidro que foram da minha avó.
- Anda Bali! – Gritou novamente minha amiga enquanto investia contra o monstro que acabou atacando meu pai.
Eu nem tive tempo de pensar na morte dele direito. Corri escada à cima para meu quarto. Peguei a mochila que minha amiga havia falado e joguei nos ombros. Quando desci para a sala onde havia um mostro que parecia mais um cachorro com mais dentes do que o normal, um pelo realmente feio e preto e olhos de predador matador... Bem, ele já não existia mais. O único vestígio que comprovava que havia um bicho na minha sala era o meu pai deitado de lado no sofá, minha amiga guardando alguma coisa no bolso e um montinho de pó dourado.
- Papai... – gritei indo em direção a ele.
Meu pai já não tinha vida. Ele havia morrido e eu não poderia fazer nada. Comecei a chorar, a soluçar sem poder me conter. Tiffany me abraçou em forma de solidariedade e falava algumas palavras que não entendia. Meu pai estava ali... Morto e tudo por causa de um cachorro feio e grande.
- O que era... Aquilo? – Perguntei entre soluços apontando para a poeira dourada que estava se dissolvendo pelo vento.
- Um cão infernal... – Ela comentou me soltando. – Não sei como eles chegaram aqui... Provavelmente foram mandados por alguém... – Ela falava mais consigo do que comigo. Seus olhos castanhos se levantaram para os meus – Vamos... Temos que fazer você chegar ao Acampamento Meio Sangue!
Passamos mais de uma semana na rua, lutando contra monstros que eu não conhecia outros eu sabia por causa da escola. Acabei descobrindo alguns poderes que eu não sabia que tinha como criar plantas do nada, criar espinhos para me defender e por algum motivo algumas pessoas não me fazem mal, mesmo quando elas gritam “atacar” com uma lança enquanto correm atrás de mim, como aconteceu em uma excursão que por acaso destrói.
Desde aquele dia que cheguei ao Acampamento venho treinando para um dia poder matar monstros e salvar outras pessoas pelas perdas de entes queridos. Meus cabelos ruivos, olhos verdes, pele branca, arco e flecha nas mãos me destacam um pouco dos outros pacientes e calmos filhos de Deméter. Mas nem por isso deixo de ser gentil simpática e tenho uma ligação muito grande com a natureza e suas propriedades.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Sab Jan 12, 2013 3:56 pm

Grace Ann Bennett, você foi aceita como filha de Apolo.
Heath Luck, você foi aceito como filho de Ares.
Bali Stanford, você foi aceita como filha de Deméter.
Bem-vindos ao RPG e divirtam-se.

Mary Fiori, você foi recusada como filha de Hades, por quebrar a regra:
"Ao registrar um personagem você deve aguardar ser aceito para começar suas postagens."
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Mary Fiori em Dom Jan 13, 2013 2:41 pm

Oi, me desculpem por ter postado antes de ser aceita,eu não devo ter prestado atenção, se puder queria fazer a inscrição de novo (se permitirem).
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