Os Olimpianos RPG
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Inscrições - Semideuses

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Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Ter Jan 18, 2011 11:43 am

Relembrando a primeira mensagem :

Para se inscreverem, é só preencher a ficha abaixo. Assim que se inscreverem poderão começar a jogar.

Nome: (nome completo e sem abreviações)
Idade: (mínimo de doze anos e máximo de vinte e cinco)
Parente Divino:
Arma: (apenas uma e de ataque e defina bem como é a sua arma)
Características físicas:
Personalidade:
História do personagem: (mínimo de quatro linhas)
Turno Demonstrativo: (mínimo de cinco linhas)


Última edição por Narração/Administração em Qua Dez 05, 2012 10:31 am, editado 20 vez(es)
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Maddy Délaney em Sex Ago 31, 2012 2:08 pm


Maddy Délaney

Dezessete anos

Zeus

Uma alabarda rústica

Madeixas douradas adornam o rosto fino de Maddy, grandes orbes azuis são cobertas por uma densa cortina de cílios. Maddy destaca-se das outras garotas pela sua altura, considera muito alta. Seu cabelo pode alterar de acordo com seu humor, podendo ficar cheio de cachos amanhã e liso depois de amanhã.

Coincidência é seu nome ser Maddy e ser considerada uma pessoa louca (mad), não se sabe de onde saiu esse fato, porém o que é bastante notório na personalidade de jovem é seu bom senso de humor para tudo, nunca mostrando-se chateada. Considerada uma pessoa totalmente bravia podendo defender aqueles indefesos, Maddy sempre gostou de ser vista como uma heroína e não como a mocinha. O sarcasmo também não é deixado de lado, quando não tem tendência de gostar de alguém ela utiliza o artifício de ser muito sarcástica ou irônica. Competitiva não tem igual, esse é o único ponto critico em sua personalidade, a competição pode acabar as amizades da jovem em um instante, nunca aceitando um fracasso.

Nasceu na Itália, porém tem nacionalidade americana. Maddy Délaney foi problemática quando criança não conseguindo se enturmar muito bem, mas esse trauma não lhe causou sequela alguma, com isso ela acabou tornando-se uma adolescente muito amigável e brincalhona acolhendo aqueles que passavam por a mesma situação que ela passara. Por viver com sua avó e avô maternos nunca sentiu falta de seus pais, pois considerava seus avós como verdadeiros pais. Entretanto quando sua mãe é encontrada morta uma floresta Maddy leva um susto e acaba criando interesse pelos seus pais. De sua mãe sabia praticamente tudo, pela sua convivência com seus avós maternos, que tinha questão de mencioná-la em tudo, já o seu pai sempre fora uma lacuna de seu passado. Nem seus avós e nem ninguém gostava de tocar naquele assunto, sempre dando a desculpa que ele era uma pessoa muito ocupada com o trabalho e não tinha tempo para família, mas com o seu gênio esperto Maddy nunca engoliu aquela história muito bem. Fora a gota d’água quando uma espécie de cão quase atacara Maddy em uma festa de sweet sixteen de sua melhor amiga, Abigail. Maddy começara a ficar insana com aquilo e começou a acreditar em coisas impossíveis, como deuses e semideuses, que sua avó brincava muito dizendo que ela era uma semideusa, mas a jovem não conseguia absorver aquilo. Com passar do tempo os ataques de criaturas mitológicas eram mais frequentes, assim deixando Maddy sem escolha e indo ao Acampamento Meio-Sangue.

Aquele universo parecia surreal, parecia só ser fruto de suas utopias. Havia cansado de se perguntar se aquilo era algo onírico ou um recôndito. A luz da lua bruxuleou sobre seu rosto, seu rosto estava vermelho, e quente a ansiedade no seu âmago era causadora de tudo isso, uma forte corrente de ar atravessa suas loiras madeixas, porém o clima não ser desagradável muito ao contrario até lhe dava um certo prazer, observar aquele esplendor todo lhe fazia se surpreender com aquela realidade. – Estranhando as coisas aqui. – proferiu com si por enquanto dava um laço na fita que adornava suas madeixas. Caminhava por aqueles arredores com passos notórios e ritmados, repara nos mínimos detalhes no lugar, apesar de sua visão permanecer turva, um sorriso simplório brincava em seu roso... Estava feliz. Suas finas pernas começavam a incomodar, o desejo de tomar um assento era abrangente. Tomando iniciativa zarpa para o lugar mais próximo onde haja algum assento, adentra sorrateiramente em um popular recinto daquela vila, ainda exibia um sorriso matreiro, pois não havia uma objeção concreta para aparentar infeliz, uma vez que estava muito entusiasmada com aquela mudança. Havia uma boa aglomeração de pessoas no âmbito, suspirou satisfeita ao encontrar inúmeras cadeiras espelhadas por lá. Tomou assento próximo a saída, entretanto não conseguia se manter quieta, havia tantas coisas que queria conhecer ainda nesse dia porém não seria possível, deveria deixar para uma próxima vez.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Sex Set 07, 2012 11:32 pm

Devo antes de tudo dizer que estão de parabéns, todos foram aceitos. As inscrições estão ótimas, e algumas até mesmo me chamaram atenção como as de Precious Frisbey, Miranda Louthratt, Nate Stockholm (apesar de possuir alguns poucos erros de gramática) e Maddy Délaney. Apenas uma que precisaria se empenhar mais é May Yamma, de Ares, pois uma boa quantidade de erros foram notados na inscrição, mas é só melhorar com o tempo. Parabéns à todos e bem-vindos ao RPG.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Holly Short em Dom Set 09, 2012 5:39 pm


Nome: Holly Short
Idade: 14
Parente Divino: Athena
Arma: Conjunto de facas de lançamento feitas de bronze celestial e uma espada reta também de bronze celestial. Um livro que pode se transformar em escudo.
Características físicas: Longos cabelos castanho escuro e ondulados, olhos azuis acinzentados e penetrantes, pele clara, com pequenas sardas por todo o rosto.
Personalidade: Inteligente, astuta, dependendo do momento, tímida também. Em certas ocasiões, um pouco arrogante.
História do personagem: Nascida em um hospital Londrino, Holly aprendeu a se acostumar a viver na mesma cidade. Seu pai, o empresário americano, George Short, passava a maior parte do tempo preso no trabalho, deixando sua filha sozinha em casa, cuidando de seu irmão menor. Durante toda sua vida, Holly raramente trocava palavras com outras pessoas ou crianças. Preferia usar seu tempo para ler, ou estudar. Apesar de sua dislexia e deficit de atenção, continuava alcançando boas notas. Frequentemente julgada por raramente sorrir ou falar, não possuía nenhum amigo. Não que ela quisesse um. Depois da morte de seu pai, Holly foi obrigada a se mudar para os Estados Unidos, morando com seu avô, sendo expulsa de três escolas diferentes até então.
Turno Demonstrativo:
-Vamos. -Meu avô me chamava, com o tom frio de sempre. -Acorde. Vou te levar até o internato.
-Já vou... -Respondi, sem ter consciência do que eu estava falando.
O velho tirou as cobertas de cima do meu corpo e apressando-me novamente. Não, eu não estava com a menor vontade de ir para o maldito internato. Me obriguei a sentar na cama e abrir os olhos. Eu ainda os esfregava quando vi a expressão no rosto de meu avô. Provavelmente, ele estava bravo comigo novamente.
-Eu não vou estar no internato para te acordar. -Sua frase foi como uma lamina adentrando meu corpo. O maldito internato. Tinha me esquecido disso.
-Vô... Sobre isso... -Antes que eu ousasse continuar, ele me interrompeu com a pior resposta possível no momento.
-Você vai. Não quero saber. E não faça nenhuma gracinha. -Com "gracinha" ele queria dizer "Não exploda banheiros, nem arranque o olho de nenhuma colega, também não faça todas as comidas da cantina voarem pelos ares, nem discuta com os professores..." e todos os outros motivos pelos quais eu fui expulsa ou suspensa de outras escolas antes. -Estamos entendidos?
-Estamos... -Eu queria berrar, me trancar no banheiro e me recusar a sair, mas pirraça não adiantaria. Hora ou outra, eu teria que ir.
Ele se sentou ao meu lado e me abraçou. Essa era uma das raras ocasiões quando realmente agíamos como uma família decente.
-Holly... Por favor, entenda meus motivos...
-Você não aguenta mais receber ligações de escolas? Nem me ver brigando com o Charlie? Tá. É justo. -Fitei meu avô. Cada ruga que ele tinha na testa era provavelmente obra minha.
-Querida... Se arrume, por favor. -Eu tenho certeza de que ele tinha mais motivos a acrescentar. Definitivamente, eu não os queria ouvir. Ele saiu, fechando a porta as suas costas, deixando-me apenas com meus pensamentos.
-Droga. -Murmurei. No fundo, eu ainda tinha alguma esperança de que eu pudesse não ir para o internato.
O uniforme do colégio era diferente de todos que eu já tinha usado. Uma saia pregada azul marinho,um blazer da mesma cor e uma blusa branca. Era elegante. Abotoei o blazer, passando a mão pelo pequeno simbolo do novo colégio. "Ah, droga" pensei. "A gravata". Tive que voltar ao armário para pegá-la. "Vermelho. Gostei."
Sai do quarto correndo, com uma mochila pesando nas costas. Desci as escadas fazendo barulho suficienta para acordar Charlie.
-Holly? -Resmungou, sonolento. -Já vai? Ah.
-Obrigada pela preocupação, pirralho. -Respondi.
-Não pense que eu vou sentir sua falta, velhota. -Ele voltou para dentro do quarto.
"Que irmão agradável eu tenho." pensei. "Vovô, não dá para não brigar com ele." Infelizmente, não tínhamos tempo para brigar. Continuei descendo as escadas e corrento como uma louca pelos corredores. Não havia tempo nem mesmo para tomar café da manhã. Eu iria para o internato com fome. Escancarei a porta da frente, fazendo com que a maçaneta deixasse uma marca na parede. "Opa..." Não parei de correr, até que adentrei o carro de meu avô. Antes que eu falasse qualquer coisa, ele pisou no acelerador e fomos em direção ao internato.
Horas e horas de puro tédio seguiram-se aquele momento. A minha única visão eram as árvores passando rapidamente pela minha janela. Até que uma grande construção azul marinha entra no meu campo de visão. Meu avô estacionou o carro, e abriu a porta para mim. Olhei maravilhada para o prédio, sem ter palavras para descrevê-lo. "Magnifico" era a única que me vinha a cabeça. "Talvez não seja uma experiencia tão ruim." pensei. Meu avô me levou até a grande escadaria que antecedia a majestosa porta de entrada. Beijou minha testa e nos despedimos. Por mais que eu odiasse admitir, eu sentiria muita falta dele. Mais do que eu poderia imaginar.
Adentrei a escola, com esperança que as coisas pudessem melhorar. Claro, eu estava errada. Uma garota loira oxigenada, ladeada por duas outras, morenas, vei me "cumprimentar". Claro, Alice e suas capangas nunca são amigáveis a esse ponto.
-Holly! -A garota me abraçou. -Veio ser expulsa de outra escola? -Ela perguntou.
-Vim arrancar seu outro olho. -Me soltei do abraço dela, encarando o tapa-olho. -Um prazer te ver! -Sorri ironicamente, andando até onde eu não pudesse mais ouvir as vozes das meninas.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Beatrice Stockholm em Sab Set 15, 2012 11:04 pm

Nome:
Name:
Beatrice Stockholm
Idade:
Age:
16
Parente divino:
Parent divine:
Zeus
Arma:
weapon:
Adagas guardando dentro de si um veneno mortífero, e que lançado contra um semideus mesmo um pequeno corte poderá levar a morte.
Personalidade:
Personality:
Sempre irritada e indecisa com algo, sua maior característica é sua famosa bipolaridade. Seus sentimentos são baseados nos sentimentos alheios, podendo assim podendo sofrer e sorrir dependendo do humor da pessoa ao seu lado. Empenha-se em ser engraçada sempre, a maior parte do seu tempo é gasta com distribuição de alegria, o fato de abominar o mau humor é visto por uns como qualidade, mas pela semideusa como seu maior defeito. Medrosa e impaciente sempre acaba agindo por impulso sendo assim a maioria das vezes causando pequenos problemas para si.
Caracteristicas físicas:
Physical characteristics.
Dona de pequeninos olhos cinzentos, lábios vermelhos e carnudos identificando-se com morangos, suas maças do rosto rosadas da um toque angelical a face da pequena Beatrice, altura proporcional ao seu corpo esbelto, madeixas ruivas e longas findando-se em pequenos cachos.
Historia do personagem:
history of the character:
Quando nasceu fora criada por um orfanato na Rússia e com 1 ano de vida fora adotada por um político importante como ato “heroico” da parte do mesmo. Desde então fora criada por uma babá junto com seu meio irmão adotivo Nate, sempre vigiada pelo segurança contratado por sua família para protegê-la de todo tipo de mal que pudesse lhe vir acontecer. Seu padrasto era um político corrupto o que fazia com que as consequências recaísse não apenas para ela como para toda a família incluindo, especialmente seu irmão mais novo, sendo um garoto um tanto fechado.Sempre teve como principal requisito sua obediência, e bom desenvolvimento estudantil, como seu irmão é uma ótima pianista, sempre dando preferências as sinfonias de Beethoven. Com apenas 14 anos decidiu excluir-se do mundo voltando para a Rússia, permanecendo em um internato lá até os seus 16 anos quando a noticia devastadora do assassinato de seu padrasto, embora nunca tivesse tido uma boa relação com o homem, nunca desejara mal algum para o mesmo, a morte fora o estopim para a depressão de sua mãe e a tristeza para toda a família. A relação entre Beatrice, Nate e sua mãe fora em decadência desde então. Com um tempo ambos deixaram de se falar e a mãe suicidou-se deixando por fim uma melancólica carta de despedida onde contia tudo sobre o que os irmãos realmente eram e o caminho do acampamento Meio-Sangue.
Turno demonstrativo:
turn statement:
Quando uma vida chega ao fim, tudo que nela contia, amor, paz, angustia, felicidade, contradições, tudo, vai com ela ao tumulo, mas em raros casos essas medíocres emoções prendem-se a pessoa que menos importa-se com a morte, eu. A casa escura transmitia um leve ar amedrontador, não podia deixar me levar pelo medo presente em meu ser. Piscava freneticamente, mas tudo parecia desmoronar em torno de meu corpo, qualquer móvel que fosse tocado derretia, tentava gritar mas as palavras não se permitiam sair de minha garganta, procurava qualquer sinal de vida no recinto, mas em troca achava imagens de algo distorcido. Em um piscar de olhos encontrava-me em um longo corredor escuro, em situação precária, corria o mais rápido possível, mas era como se não saísse do lugar, encostava-me nas paredes e as mesma desmoronavam-se fazendo-me cair em uma mar de impurezas. Já não conseguia mais enxergar nada, apenas poucos vultos que me rodeavam como fantasmas em um filme de terror, minhas mãos levadas ao meu pescoço o apertava fortemente fazendo minha pouca respiração parar de existir. Meu desespero era eminente, podia sentir meu coração bombear o sangue o mais rápido possível, podia sentir o sangue queimando-me de dentro para fora, podia sentir a morte aproximando-se de meu ser e nada poderia impedi-la, podia sentir por fim meu ultimo centelho de vida esvair-se naquela continua escuridão, e nada iria poder impedir. Meu corpo fraquejando pelo chão procurando algo em que pudesse se segurar, sem sucesso, voltei para o mar tentando nadar para o seu fim, mas sem as mãos tornava-se uma atividade impossível. Contorciam-me no mar, minhas mãos ainda seguravam meu pescoço, e por mais que minha respiração não fosse mais um ato de existência eu ainda estava viva. Subitamente meus olhos se abrem com um sol escaldante penetrando minha pele, o cheiro de ovos sendo frito na cozinha logo ali no andar de baixo, o frescor do ar percorria todo o quarto, as roupas bagunçadas pelo chão, e o vestido que havia usado no funeral do meu padrasto a dois dias,eu estava em casa. –Foi apenas um sonho. Sibilei para mim mesma fitando-me em frente ao espelho, porém algo chamou minha atenção, as marcas de mãos em meu pescoço, toquei levemente nas parte avermelhadas soltando leves gemidos, em seguida deparando-me com uma voz do além -Apenas um sonho? A voz do meu falecido padrasto que ecoava ao redor do quarto, olhei em minha volta encontrando simplesmente nada. Estava assustada, podia sentir meu frágil e tremulo corpo levantando-se ao meio do quarto que repentinamente tornava-se escuro novamente, o sonho não havia acabado.


Última edição por Beatrice Stockholm em Sab Set 22, 2012 10:35 pm, editado 3 vez(es)
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Jasmine Meadows em Dom Set 16, 2012 9:13 pm


Jasmine Meadows ¢  Hécate ¢ 00
"Magic is in your blood."
Nome: Jasmine Meadows
Idade: Dezessete anos
Parente Divino: Hécate
Arma: Um arco composto e uma aljava com quatro tipos de flechas: uma normal, do tipo que se acharia no arsenal; uma explosiva, capaz de explodir uma sala pequena; uma com um veneno mortal, que mata em cerca de cento e vinte segundos; e uma última com um veneno capaz de faz a vítima apresentar todos os sinais de morte por vinte e quatro horas, no entanto continuar viva. A aljava é enfeitiçada para que as flechas sempre voltem após atiradas.
Características físicas: Cabelos negros levemente ondulados, longos, olhos castanho-escuros grandes e penetrantes e um corpo pequeno e magro, tendo a pele morena.
Personalidade: Jasmine é tão vingativa que poderia ser filha de Nêmesis; tão inteligente que poderia ser filha de Atena. No entanto, ela é filha de Hécate, deusa da magia. Sendo um gênio da química, pode facilmente criar uma bomba ou veneno, tendo até mesmo inventado alguns. É decidida e costuma cumprir sempre suas ameaças e promessas. No entanto, é um tanto racional, pensando em cada um de seus passos. Jamais faz nada de que possa se arrepender depois, desprezando completamente pessoas impulsivas.
História do personagem: Jasmine sempre teve uma vida relativamente boa. De classe média, viveu desde sempre com seu pai, um homem até mesmo jovem, e sempre sabendo de suas origens. "A magia está em seu sangue", seu pai costumava dizer. Ele apoiava que ela exercitasse seus poderes, e jamais a deixava esquecer que não importava o quanto impopular ela fosse, a garota tinha algo que ninguém mais tinha. Ela teve de conviver com monstros durante toda a vida, no entanto isso nunca importou tanto, pois o pai tinha uma arma de bronze celestial, e a ensinou a usar arco e flecha desde que ela era pequena. No entanto, sua vidinha perfeita foi destruída quando uma espada, pertencente à Blume Grym, filha de Caos, decepou a cabeça de seu pai acidentalmente, quando ela tinha quatorze anos. Quando Blume foi pegar a arma de volta, Jasmine a confrontou, e após uma discussão, a filha de Caos saiu lá e a de Hécate jurou vingança. E enquanto vivia na casa dos tios, ela não conseguia parar de pensar nisso. E, quando descobriu sobre o Acampamento Meio-Sangue, mudou-se para lá, torcendo para que a garota que ela tanto queria morta estivesse lá. Viva. Apenas para ser morta pelas suas próprias mãos.
Turno Demonstrativo:
O corpo logo a minha frente está caído ao chão, tão flácido e visivelmente morto que posso notá-lo ao longe. Mas não é por isso que estou tremendo, e as lágrimas estão escorrendo pelo meu rosto sem parar. Onde está a cabeça de meu pai? Não consigo parar de olhar. Quem fez aquilo? Posso ver uma espada, mas não sei a quem pertence. Mas vejo-a chegando. A garota de cabelos louros. Ela não me conhece, não sabe da raiva borbulhando dentro de mim. Por isso, aproximo-me dela. Ela não me vê, no entanto. E ela vê o corpo e, apesar do rosto aterrorizado, ela apenas pega a espada e o ignora. Aproximo-me dela. De repente, há uma arma em minhas mãos. Mais alguns passos...
E ela desaparece, assim como a alabarda, e meu pai está vivo na minha frente. Estou dizendo a ele, aos dez anos, que esmurrei aquela menina após ela falar mal de minha mãe, sem nem conhecê-la. Ele me pegou no colo. "A magia está no seu sangue, Jazz. Mas com um grande poder, vem uma grande responsabilidade. Você, uma hora ou outra, vai ter que aprender a ter paciência com eles."
E então, eu acordo na casa de minha tia. Meu pai está morto há exatamente três dias. Afundo a cabeça no travesseiro, chorando descontroladamente. Apenas esperando que essa dor passe logo.


Última edição por Jasmine Meadows em Dom Out 07, 2012 12:43 am, editado 5 vez(es)
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Jasmine Meadows
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Mensagem  Convidado em Seg Set 24, 2012 10:33 pm

Nome: Niklaus Döppenheineder
Idade: 17
Parente Divino: Ares
Arma: Machado, com o cabo de prata, que serve como defesa para investidas com espada
Características físicas:1,78 alt. Olhos cor de mel. Cabelo liso cor de mel também e espetado, rosto levement fino mas com traços fortes, apesar de novo, tem um físico musculoso, por ser semi deus, pele cor branca.
Personalidade: É altivo e impõe presença onde está, é calado e um pouco anti social, não se sente bem com o tipo de divertimento dos outros garotos de sua idade, se sente bem causando discórdia nas pessoas, discussões que levam à brigas e quase sempre está envolvido nelas, nunca enfrenta alguém mais fraco, sempre procurando oponentes mais fortes, ele sente uma necessidade disso. É apaixonado por tudo relacionado à guerra, armas, combates corporais e a brutalidade sanguinária. É leal para com quem é com ele, mesmo mediante de uma situação perigosa, não recua, levando isso até as últimas consequências.
História do personagem: Nasceu e viveu toda sua vida em Manhattan, foi criado por sua mãe, sem saber nada sobre seu pai. Não era muito de ter amigos e desde os 15 anos, sentia necessidade de brigas e coisas relacionadas a ela. Mas parou a pedido de sua mãe, Katherina. Mas essa necessidade se tornou quase insuportável aos 17 anos, fazendo-o levar diversas advertências na escola.Descobriu que era semi deus após uma confusão de escola, mas mesmo assim, mesmo vendo seu pai ali, não pôde trocar uma palavra com ele, nem tirar satisfações, e teve que ser levado para o acampamento às pressas, pois estava começando a ser atacado.
Turno Demonstrativo: E mais uma vez eu estava na secretária da escola. Oitava vez em dois meses, e era a oitava vez que minha mãe seria chamada. Estou sentado à frente da mesa do diretor, ele está falando algo mas, não presto atenção, prefiro ficar imerso em meus pensamentos. Ele era um típico diretor de escola. Usava terno, era alto, usava óculos e cabelo liso escuro, penteado de lado. Sua única diferença com os demais seria o fato dele usar muletas. Já estava virando rotina parar aqui, eu não sei o que estava acontecendo comigo, era algo inevitável. Algo que estou começando a ter certeza que estava dentro de mim esse tempo todo e resolveu despertar agora. Tenho 17 anos estou cursando o 3° ano do ensino médio, ser chamado tantas vezes aqui pode prejudicar meu ano letivo. Mas eu não podia controlar, não conseguia me segurar, sempre que eu via alguém discutindo, eu atiçava até que chegassem à agressão física, e quando estava tudo em paz, eu procurava briga com alguém, eu achava divertido e excitante, e para piorar minha situação, apenas aquilo me fazia se sentir vivo. Alguns dias de quietação era como o inferno pra mim. Eu precisava de brigas, causar discórdia ou entrava em desespero. “-Nós conseguimos nos contatar com seu pai.”
Até então eu não estava assimilando nenhuma frase que aquele homem à minha frente, mas aquela frase veio como um tapa no meu rosto. Pai? Mas do que aquele cara estava falando? Não havia essa de “pai”, sou apenas eu e minha mãe. Nesse momento um homem chega e se senta ao meu lado. Era alto, cabelo liso puxado para trás que ia até a nuca, igual o meu, usava um sobretudo e seu porte intimidaria qualquer inimigo, apenas apoio meu rosto na mão, cujo cotovelo estava apoiado no braço da cadeira e o observo, queria ver até onde aquilo iria chegar. Ele então começa a falar com o diretor, que fala logo em seguida:- Havia Dracaenaes aqui ontem, o levarei ainda hoje.
-Muito bem, quanto mais rápido melhor. –Disse o homem do meu lado.
“Mas do que eles estão falando?”
O estranho do meu lado me olha, se levanta e vai embora. Logo em seguida o diretor se levanta sem as muletas e me fala: -Te explico tudo no caminho, apropósito, sou o sátiro que veio lhe buscar.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Dom Set 30, 2012 12:02 pm

Holly Short, você foi aceita como filha de Atena. Bem-vinda ao RPG e divirta-se.
Beatrice Stockholm, você foi aceita como filha de Zeus. Bem-vinda ao RPG e divirta-se.
Jasmine Meadows, você foi aceita como filha de Hécate. Bem-vinda ao RPG e divirta-se.
Niklaus Döppenheineder, você foi aceito como filho de Ares. Bem-vindo ao RPG e divirta-se.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  johnkira em Dom Out 07, 2012 3:14 am

Nome:John Kira
Idade: 20
Parente Divino:Zeus
Arma: (Montante encantada com eletricidade)
Características físicas:1,80 de alt.Olhos verdes e misteriosos,cabelos negros liso caidos no rosto,pele branca e corpo forte e definido
Personalidade:E um rapas simpatico e ducado,leal e poderoso,sabe bem como liderar,mas guarda um passado cheio de sombras e ódio
História do personagem: Nascido numa família rica de fazendeiros na Geórgia,eu vivia feliz com minha mãe e meu avó,mas em uma bala noite,uma ferra atacou o rebanho de meu avó,ele imediatamente pegou sua espingarda e foi defender o seus animais,ouvimos vários tiros e um silencio seguido de um ruivo assustador eu rapidamente peguei a espingarda de reserva e mi preparava para ir ajudar,minha mãe mi segurou assustada pois eu só tinha 12 anos,pegou a arma das minhas mãos e foi trancar as portas ,passamos a noite abraçados,quando o dia chegou e fomos ver os estragos,não avia uma única vaca viva e do meu avó só restou seus óculos, antes que tivéssemos tempo para chorar sua morte uma flecha acertou o peito da minha mãe,suas ultimas palavras antes de morrer nos meu braços foram 'filho seu pai e um deus,isso e a única coisa que eu tenho dele(um medalhão com o símbolo de Zeus de ouro)pegue e fuja o mais rápido que poder, vá,Eu corri com lagrimas nos olhos,quando pensei que estava salvo uma ferra de três cabeças salto na minha frente,era uma quimera!Fiquei paralisado olhando aquela besta,quando sinto uma estranha dor nas costas,quando olho para trás vejo uma mulher encapuzado com uma adaga ensangüentada na mão e um sorriso no rosto,eu cai tonto,pois a adaga estava envenenada,tudo o que conseguia fazer era mexer os olhos e olhar para ela enquanto sorria,ela olhou a quimera que estava babando uma gosma fedida e falou:
-Acalma-te meu bichinho logo você ira comer.
Então ela começou a rezar em uma língua que eu desconhecia e no final completa:
-Oh mãe Hera oferesolhe mais um filho de seu infiel marido Zeus,pessolhe que mi recompense com o poder que mi prometeste.
quando de repente ela pega um brasão com o desenho de um pavão de ouro semelhante ao que minha mãe avia mi dado,e conversava com o brasão como si ele falasse com o seu brilho,depois de uma risada sinistra ela agradeceu ao brasão e deu a ordem a quimera que mi devora,eu estava apavorado ,pois sabia que iria morrer,mas de repente a imagem da minha mãe e de meu avó mi veio a cabeça e uma vos dentro di mim dizia você consegue filho sinta o poder libera sua fúria!Senti uma energia correr pelo meu corpo e de repente um clarão tomou conta de tudo,quando voltei a mim eu estava numa cama de hospital e aminha tia Sarah estava la com os olhos cheios de lagrimas mi olhando,eu perguntei como avia chegado ali,ela disse que os bombeiros foram chamados para apagar um incêndio que segundo os vizinhos avia começado apos uma chuva de raios cair na área da fazendo,que quando chegaram la os bombeiros aviam mi achado no meio de uma cratera enorme e que tudo ao redor avia sido dizimado,eu fiquei em estado de choque pois não entendia o que estava acontecendo,no mesmo dia recebi alta do hospital e fui morar com a minha tia em Los Angeles,quando chegamos comecei a pesquisar sobre os deuses e ferras mitológicas,nas minhas pesquisas descobri que era filho de Zeus pois o medalhão que avia ganhado da minha mãe aparecia como sendo um de seus símbolos,e também descobri tudo o que podia sobre a deusa Hera,tentei mi comunicar com meu pai gritando aos céus mais nada mi era dito,tentei esquecer disso pois não tinha idéia de como achalos,mas os pesadelos quase todas as noites mi assombravam e os pequenos incidentes como,causar curto em eletro domésticos,queimar as luzes da casa com um espiro e outras coisa não mi deixavam esquecer que eu era um semi-deus,com o tempo comecei a mi controlar e os pesadelo e incidentes param,cresce e amadureci mas nunca esqueci de Hera e do que ela avia feito a minha família.E sonho com o dia em que vingarei minha familia.

Turno Demonstrativo: Uma bela noite enquanto dormia tive um sonho muito estranho,onde um homem aparentemente velho com cabelos e barba longos e brancos sentado numa pedra no meio de um campo mi observava,para todos os lados que eu olhava tudo que eu via era uma densa neblina,o homem olhou para mim e disse:
-Ei garoto venha a mim.
Eu fui em sua direção,quando cheguei perto dele pode ver em sua manta um brasão com o símbolo do raio instantaneamente eu disse com um ar de fúria:
-Pai!!!e você?
O homem olha fixamente nos meu olhos e disse:
-Sim filho sou eu seu pai Zeus o rei dos deuses!
Eu rapidamente mudo minha expressão de fúria para ódio e começamos uma discussão
-O que quer di mim?
-Esta e a maneira que você recebe seu pai fedelho!
-Pai!?tu abandonou minha mãe grávida e ainda mi pedi respeito?Não mi faça rir.
-Os deuses não podem viver entre os mortais John,essa e uma lei que eu mesmo criei ela vale para todos os deuses.
-E porque fez isso?
-Tive meus motivos garoto,mas não vim aqui para falar disso e sim para dar li uma missão.
-Você só pode estar brincando comigo!Não vou fazer nada para você!
-Achei que você iria querer vingar sua mãe?!
-Do que você esta falando?
-A mulher que matou sua mãe ainda viveu.
-O que?Eu achei que ela avia morrido na dele dia!
-Não ela ainda vive e continua a matar seus irmão e irmãs pelo mundo,fazendo com outros o mesmo que ela fez a você.
-Você não pode fazer nada?!Você não e o rei dos deuses?Porque não acaba com ela com um raio?
-Os deuses não podem interromper,tudo que pode fazer foi castigar Hera pelo que ela fez a você e sua mãe,Hera não tem mais conto com essa mortal
-Mas porque ela continua matando?
-Ela acredita que si matar todos os meus filhos Hera ira recompensa La com a imortalidade,essa mortal sucumbiu a loucura!
-O que eu poso fazer?
- Você herdou muito do meu poder,aquele dia foi apenas uma amostra do que você e capas garoto,se você receber treinamento apropriado você si tornara um guerreiro tão poderoso quanto os famosos heróis do passado.
-Porque só mi procurou agora?
-Porque o inimigo esta próximo de você,e os outros que eu constatei não foram capazes de derotala,mas você tem potencial para derrota La,ela esta indo para uma pequena vila de pescadores ao sul,o alvo e uma garota de 12 anos chamada Lola,ti mandarei uma montaria e uma arma para que enfrente seu oponente,se você sobreviver serão seu e ti guiarei a um lugar onde semi-deuses como você podem aprender a controlar os seu poderes e si tornarem Heróis,agora acorde e vá!
Eu despertei e fui rapidamente trocar di roupa,quando sai pra fora de casa vi uma luz que vinha rapidamente em minha direção,quando si aproximou era um cavalo pegasus com uma espada montante presa na cela eu saquei a espada e ela emanava eletricidade,não pude disfarçar um sorriso ao montar aquela criatura maguinifica e fui em direção a casa de Lola,Antes de chegar la ja consegui ver uma nuvem de fumaça,temi o pior mas quando cheguei vi uma pequena vila em chamas,meus olho si encheram de lagrimas pois não fui capas de evitar que aquilo acontecesse mais vi uma criança correndo em direção ao mar e uma mulher com capus a perseguia e uma quimera a esperava na beira da praia,o ódio tomou conta de mim e fui como um raio em resgate a garota,saltei de cima do pegasus cravando a montante na ferra que siretrocia com o golpe e com o eletricidade passando pelo seu corpo,quando puxei a espada a ferra estava morta e a mulher mi disse com um tom sarcástico:
-Essa e a segunda quimera que você mata,sabe o quanto e difícil arranjar uma quimera dessas?
Eu com um olhar fixo disse a ela:
-Não si preocupe logo si vocês si uniram no inferno!
Ela sacou sua espada e começamos a nos enfrentar,eu nunca avia usado uma espada mas essa montante eu manipulava como si tivéssemos sido parceiros em outra vida,mas aquela mulher era ardilosa no meio do combate ela chutou a areia que bateu nos meus olhos,ela pulou dando um golpe que acabou mi acertando eu cai de joelhos sangrando enquanto ria e pegava minha espada do chão ela falo:
-Esse e um bom brinquedo vou ficar com ele "hahahahahahhahah"diga me a maneira melhor de matar os bastardos de Zeus do que com essa espada?!hahahahahahahahahahha...
Nesse momento eu relembrei o rosto da minha mãe,olhei a fumaça que subia do vilarejo da Lola e olhei o rosto inocente de uma menininha que chorava,senti novamente a energia daquela noite e ao estender a mão em direção a mulher um raio saiu entre os meu dedos acertando-a e lançando ela a metros de distancia em pedaços,aquela energia alem de mi salvar do inimigo curou meus ferimentos instantaneamente,mi levantei e fui ate Lola que mi abraçou com força,Ricupero minha espada e monto no pegasus com a menininha e a levei pra casa,chegando em casa minha tia não acreditava no que os seus olhos viam,explique a ela tudo dês do começo,ela lógico ficou sem reação mais a ficha caiu divagar,mas avia um problema o que fazer com a Lola,a menina disse que sua única família era seu pai e sua mãe que aviam sido mortos pela assassina seguidora de Hera,que agora ela estava sozinha no mundo,apos uma troca de olhares entre mim e minha tia decidimos que Lola ficaria com agente,apos um sorriso alegre da menina minha tia a levou para tomar um belo banho e por ele para dormir mas eu fui ao quintal falar com meu pai,ouvi uma vos no meu interior mi parabenizando e mi dando coordenadas de onde ficava o acampamento meio-sangue,apos ter posto Lola pra dormir minha tia veio conversar comigo,foi quando falei sobre o acampamento e meu desejo de mi vingar de Hera ela apenas mi abraçou e disse:
-Meu querido si esse e o seu destino você e livre para comprilo eu não vou ti impedir mas saiba que a vingança e um circulo e ela acabara por voltar pra você,no dia seguinte eu mi despedi dos meus tios e da minha nova irmãzinha e explique a ela que um dia ela viria comigo para o acampamento, então parti em direção ao acampamento meio-sangue para cumprir o meu destino.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Seth Menth Donavan em Seg Out 15, 2012 9:30 pm


Seth Menth Donavan x 18 x Hades

Par de adagas envenenadas. Em penetração com a pele de um semideus leva o mesmo a delírios, e dependendo do quão profundo o corte, pode se levar a morte.

Seth é um garoto atraente de certo ponto, seu corpo bastante atlético chama bastante atenção entre garotas. Seu cabelo premiado com um loiro claro e seus olhos azuis penetrantes escondem mais mistérios do que aparentam.

Suas dificuldades de quando criança resultou em uma pessoa má e medíocre. Sua personalidade pode variar de acordo com a pessoa em contato, quando alguém próximo Seth mostra suas quase inexistentes qualidades, por ser definido como o “badboy” da escola não trata seus colegas com muito respeito, seus verdadeiros amigos são os únicos com passe livre para seus verdadeiros sentimentos, mas todos demonstrando-se merecedores. Um garoto bastante difícil de lidar, nunca se preocupou em ouvir conselhos alheios, como também nunca se importou em machucar alguém que merecesse. O típico garoto tímido e misterioso, só ataca se sentir-se ameaçado, nunca procura confusão, mas por pura ironia da vida a confusão sempre o procura.
Nasceu em New York, fora criado até seus 2 anos em um orfanato e fora adotado por uma família psicótica aos 3 anos. Seu “pai” era traficante e fabricante de drogas. Seth era usado como boneco de testes, sendo o mesmo obrigado a digerir as pílulas e reagir perfeitamente aos efeitos colaterais. Com apenas 6 anos teve um ataque de overdose que quase o levou a morte, seu pai sem saber o que fazer o vendeu para um traficante de bebes e fora deportado para a Inglaterra. Permaneceu em uma clinica por 2 anos até que não havia mais nenhuma substancia toxica em seu organismo, com a saída da clinica fora designado para um orfanato em uma vizinhança amigável, o orfanato era uma casa com 12 quartos com 2 andares, o seu encontrava-se no 1º andar, sua janela era a frente da janela de uma garota que era alvo de seus olhares. Com o tempo a “garota” vizinha, fora se tornando sua melhor amiga, Alexa Turner fora um marco importante na vida de Seth, a mesma o ajudou a estabilizar-se no mundo real e a conseguir um mínimo de afeto pelo próximo. Tendo amigos indesejáveis, Seth tornou-se um dependente do álcool e das drogas, tornou-se um garoto mal e que não se importava mais como bem ou o mal do próximo além de Alexa, contra sua vontade já participou de inúmeras brigas de rua, e mesmo que não fosse de seu agrado sempre saia ferido e acaba por depender da ajuda da Alexa com seus ferimentos. Com seu aniversário de 18 anos uma carta anônima surgiu em cima de sua cama, a carta que explicara quem o garoto era, e qual era de fato o seu lugar, o acampamento meio-sangue, na mesma noite o garoto fugiu a procura do acampamento.

Pingos de sangue escorriam pelo canto do meu lábio, o cansaço havia vencido meu orgulho, a discagem rápida do telefone levava-me a Alexa, outra briga de bar acabara de acontecer, uma faca fora lançada contra meu peito como intuito de me matar, mas desviei e por puro acaso a faca acabou por cortar o meu rosto. Com a bebedeira de minutos atrás não podia mais distinguir o que eram os vultos em minha volta, principalmente quando os vultos falavam ao mesmo tempo. O beco escuro que me encontrava também não me ajudava muito a entender os fatos simplesmente peguei uma seringa contendo uma droga nova e a pressionei contra a minha perna. Não demorou muito para um dos vultos falasse com uma voz conhecida, Alexa, lá estava ela novamente proferindo alguns sermões e brigando comigo por ter ingerido novamente bebida alcoólica, e coisas do gênero, era bom ter ela por perto, mas não naquele ambiente, era perigoso, e não era de meu agrado manter ela por muito tempo ali, principalmente por minha causa, rapidamente me levantei e sai de lá com ela o mais rápido que consegui puxando com toda a força que possuía o braço de Alexa e voltando para casa.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Dom Out 21, 2012 5:32 pm

John Kira, você foi aceito como filho de Zeus. Bem-vindo ao RPG e divirta-se.
Seth Menth Donavan, você foi aceito como filho de Hades. Bem-vindo ao RPG e divirta-se.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Morgana Z. Löhnhoff em Ter Out 23, 2012 12:55 pm

Hello, hello, remember me?
I'm everything you can't control.

Nome: Morgana Zaya Löhnhoff.
Idade: 18 anos.
Parente Divino:Calígena.

Arma: - Lâminas Gêmeas [Um par de adagas iguais cujas lâminas são envenenadas.]

Características físicas:Morgana evita aparecer em público, mas quando se torna inevitável. Não é absolutamente vaidosa, e sua aparência é uma das poucas coisas em si mesma que não lhe desperta incômodo.Seu rosto desperta atenção. Talvez seja pelos expressivos olhos castanhos emoldurados pelos lábios carnudos e róseos,nariz fino e sobrancelhas bem desenhadas ou então,pelo cabelo escuro caindo em forma de leves cascatas pelos ombros, o que causa um destacamento para sua pele branca. Seu corpo é curvilíneo,propício para sua idade.

Personalidade:Morgana é uma contradição constante. Ao mesmo tempo que é festeira, engraçada e bagunçeira, ela é fechada, sarcástica e arrogante. Ao mesmo tempo que tem a coragem de um leão para fazer qualquer coisa, é covarde o suficiente para matar um inocente. Não confunda a dualidade da personalidade da garota, no entanto, com bipolaridade. Seu humor não muda facilmente, pelo contrário. Ela apenas consegue, de maneira estranha, ser coisas opostas ao mesmo tempo.
A moça pode ser uma jovem inocente e irresponsável (ok, ok, não tão inocente), uma irmã e amiga protetora ou uma heroína sábia. Tudo vai depender de seus objetivos e do que ela vai ganhar com isso. De maneira geral, é fechada com relação a outras pessoas, e por mais que faça parecer que confia plenamente em você, a possibilidade mais provável é que ela esteja escondendo algo e te usando para alguma coisa.

História do personagem:
Morgana Zaya nasceu em New Orleans,há exatos dezoito anos atrás. Desde cedo, teve tudo o que desejava de seu pai. A atitude de James Zaya de manter total atenção e dedicação direcionadas à garota foi considerado normal,até porque Morgana não teve irmãos e sua única companhia se resumia aos presentes e mimos que ganhava de seu progenitor.Entretanto,ela sabia que essa era um forma que seu pai achara para dar fim sobre quem era a mãe da garota ou onde ela estava.
Quando James morreu em um misterioso incêndio na casa onde morava em Luisiana, a morena de expressivos olhos escuros teve uma base materna quando foi adotada por Sarah Löhnhoff,indo morar com a mesma em Nova York.
Apesar da aparência delicada,a garota que costantemente usava os furtos para conseguir seus objetos de consumo, acabou por se envolver no mundo ilícito. Seus avós maternos preocupavam-se com o sumiço dela.No momento em que sua mãe adotiva veio a falecer, os problemas se intensificaram e, a mando de seus avós, ela foi internada em clínicas psiquiátricas.

"O por do sol estendia-se sobre Nova York,colorindo o céu em tons alaranjados. Uma garota caminhava pela cidade, cobrindo rosto com um capuz escuro, deixando apenas seus longos cabelos escuros à mostra. Com alguns trocados nos bolsos,a garota entrou em uma cafeteria,pedindo apenas um expresso para viagem. Ao fundo, o Central Park iluminava-se com as luzes da Grande Apple. Morgana surpreendeu-se ao notar que já se encontrava ali, em um de seus lugares preferidos. Após ser atendida,ela deixou algumas notas no balção,saindo do estabelecimento. Imaginou como seria no dia seguinte, quando precisaria roubar para conseguir o que queria. Um sorriso apareceu em seus lábios ao pensar na idéia. Embora fosse uma atitude perigosa, ela gostava da adrenalina que os furtos proporcionavam.

Sua linha de pensamentos fora quebrada quando ela notou algo no instante em que passava por uma viela. Seu primeiro instinto foi correr, sair dali enquanto sentia que algo estava fora do comum. Ignorando pela primeira vez aquele pensamento, ela jogou o copo de café no lixo e passou a rumar tranquilamente na direção da pequena rua sem saída. Foi quando sentiu mãos a agarrando no meio da escuridão. Ela queria gritar mas foi silenciada quando sentiu um algo sendo pressionado fortemente contra suas narinas. Seu corpo foi ficando pesado e a morena fechou os olhos contra sua vontade,parando de se debater ao ver-se em situação igual a quando estava a viver em clínicas psiquiátricas. (...) Ela acordou em um lugar desconhecido. Luzes ofuscavam sua visão e descobrir onde estava tornou-se mais difícil. Novamente,a garota pensou em gritar,contudo, seu corpo ainda estava sobre o efeito do éter. Um grito foi abafado quando sentiu algo perfurar em seu braço.Sua pele passou a formigar,seguida de dores em várias partes de seu corpo. O que quer que tivesse tomado,estava fazendo efeito. A garota tentou soltar-se do que a prendia, achar um modo de escapar dali porém quanto mais se movimentava,mais a dor ficava insuportável.Por fim,quando o ápice da dor chegou ao seu limite,ela não teve mais forças para continuar acordada,lutando. Seus olhos fecharam-se e o corpo cessou os movimentos."


As luzes e formas apareceram em um rompante, causando uma sensação de mal-estar na garota. Por um momento,temeu que ainda estivesse presa sob as luzes fortes. Porém,notou que o ambiente era diferente. O lugar era iluminado harmoniosamente, de modo que as luzes refetissem os objetos e pessoas que ali estavam. Por mais que sua vista estivesse um pouco turva e o efeito dopante não estivesse passando por completo, ela suspirou. A última coisa que se lembrava, porém, era do som de cascos raspando o chão frio enquanto uma voz diria para ela correr o mais rápido que podia pois estavam sendo perseguidos. Aquele fora o primeiro sinal de que as coisas estavam indo de mal a pior no instante que a garota despertava do efeito do éter. Por fim, ela rezava para que as imagens permanecessem borradas todas as vezes em que tentava recordar o que de fato ocorrera.Uma silhueta escura e borrada apareceu diante de seus olhos. A voz melodiosa quebrou o silêncio que ali se instalara,aparentemente feliz pela garota chegar viva e inteira.

-Bem -vinda a sua nova vida, pequena.

Turno Demonstrativo:

Ela caminhava a esmo pela trilha envolta de folhas pigmentadas, sentindo ligeralmente o ar frio principiar aquela noite escura. Após terminar suas refeições no grande edifício branco,tratou de voltar para o chalé. Embora o clima da moradia de Calígena fosse tão frio quanto o ambiente externo a ele,Morgana não se importou. Assim,caminhou até sua cama, vasculhando um objeto que há muito tempo considerava perdido. Logo suas mãos tocaram em um metal frigido, trazendo o objeto escondido à tona. Os olhos da morena pareciam tão escuros quanto o pingente simbólico que ornamentava o belo colar. Sorriu, balançando a cabeça negativamente.Ela fixou seus olhos no simbolo de sua mãe e engoliu em seco ao sentir a onda de aprisionamento invadir seus sentidos.Entretanto, espantou-os coragosamente antes que tomassem conta de si,guardado o objeto no bolso da calça escondida pelo casaso escuro,próprio para espantar a friagem que insistia em agarrar-se a moça.

Folhas secas quebravam-se na sola de seus tênis enquanto deixava o recinto baderneiro, indo para o único lugar que julgava estar ocorrendo a tal festa que Quíron havia mencionado naquela manhã. Um suspiro escapou de seus lábios ligeiramente arroxeados assim que visualizou as luzes e vozes, indicando que estava chegado ao destino escolhido.. Por um momento,uma sensação de paz fez-se presente no local, sumindo rapidamente quando a morena sentiu um calafrio percorrer a espinha ao notar que o sol havia se despedido no horizonte, nada tendo a ver com a temperatura que abaixava cada vez mais. Morgana sorriu maravilhada, observando a roda gigante ganhar vida em meio ao céu noturno, sendo ornamentanda com os sons característicos de um parque de diversões. Ela ficou observando alguns brinquedos e novamente sorriu, pensando em qual deveria ir primeiro.



Notes: By Loony GL

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Irina Hemingway em Qua Out 24, 2012 8:30 pm

Irina Hemingway

Dezesseis anos.

Apolo.

Uma lança de duas pontas.

Estatura mediana, magra, madeixas douradas, longas e lisas. Com um belo par de olhos azuis.

Mandona e divertida tinha um lado sempre sendo sarcástica e irônica, é uma garota de personalidade forte, difícil de dar o braço a torcer. E mesmo tendo humor instável, Irina é o tipo de pessoa que não gosta muito de demonstrar sentimentos, tentando sempre esconder para si mesma, e mostrar que realmente não é uma pessoa fraca. Irina não desiste das coisas que quer facilmente as levando até a ultima consequência os seus atos é isso que a torna tão única e ao mesmo tempo tão.


Nascida na Hungria, porém sua nacionalidade é fajuta, tanto tendo nacionalidade americana e britânica. Sua mãe fora uma mulher bastante protetora e batalhadora conseguindo tanto fazer o papel de uma mãe presente e de um pai que Irina nunca teve. Só com dez anos uma determinada curiosidade vinha latejando em sua cabeça. Quem era seu pai? Nunca se atreveu a perguntar a mãe sobre o pai, tinha medo de magoá-la. Após completar quinze anos e assumir seu primeiro emprego, Irina se aproxima de seu chefe (melhor amigo de sua mãe), esse começou a esclarecer algumas incógnitas de seu passado, relevando assim um plano de sua mãe, que era nunca revelar seu verdadeiro passado, deixando assim uma eterna dúvida. Temendo isso ela se muda para Brighton, interior na Inglaterra. Começando a morar com seu tio. Com dezesseis anos conhece Alexa Turner, uma jovem, que de inicio era um pouco problemática. Sentia uma certa semelhança com ela, ambas não sabiam a identidade de um dos seus pais. Notando que ambas queriam tomar conhecimento de seu passado ela se junta com Alexa atrás de sua identidade. Quando as coisas pareciam se encaixar sua amiga Alexa desaparece de uma hora para outra. Temendo que a mesma coisa acontecesse com ela, Irina vai atrás de seu passado o mais rápido possível e descobrindo que era uma semideusa e indo para o Acampamento Meio-Sangue.


 O SOM DOS SALTOS altos contra o piso de mármore era a única coisa que podia ser ouvida no corredor deserto do colégio. Irina caminhava despreocupadamente em direção à sala da diretora, havia sido expulsa da classe por desrespeito ao professor, embora não visse nada demais em dizer ao Sr. Walter que a peruca dele era ridícula e que ele deveria comprar uma nova. {...}
{...} Os longos cabelos loiros estavam presos em um rabo de cavalo firme, que balançava conforme o ritmo de seus passos. Assim que chegou em frente à conhecida porta de carvalho escuro, estancou. Com o nó dos dedos, deu três batidas e esperou. No mesmo instante, pôde escutar a voz rouca da velha diretora dizendo que ela entrasse, e assim o fez. “Bom dia, Sra. Hannigan.” — Piou Irina, naquele tom simpático de sou-inocente-por-favor-não-me-expulse que sempre usava com a catedrática. “Sim, Srta. H.? Sente-se, por favor.” — Respondeu a velha gorducha, indicando a cadeira de couro. Irina acomodou o corpo magro sobre a cadeira e aguardou sua sentença. “O que lhe traz aqui?” — Tais palavras fizeram com que um sorriso imediatamente brotasse nos lábios pintados de vermelho de Irina. Aparentemente, o professor de história, o Sr. Walter, não havia comunicado a diretora do acontecido, simplesmente a colocara para fora esperando que ela se entregasse. Tsc, tsc. Grande erro. Antes que o sorriso pudesse estragar seu plano, Irina tratou de substituí-lo por uma expressão tristonha. “Sabe, Sra. Hannigan... Eu não estou me sentindo muito bem...” — Fungou, fazendo com que os olhos enchessem de lágrimas. “É meu namorado, sabe? Ontem a noite nós... Bem, você sabe. E então eu acordei com enjoo e... Eu acho que...” — E então ela caiu em prantos, embora quase rolasse no chão de tanto rir por dentro. Nem sequer tinha um namorado! E a diretora sempre se comovia com histórias daquele gênero. Semana passada ela matou dois dias inteiros de aula porque seu gato havia morrido, mesmo que Liby continuasse bastante saudável e gordo, comendo aquela ração fedida o dia inteiro. {...}
{...} Depois de uma segunda fungada, tirou as mãos do rosto e fitou a Sra. Hannigan, cujo o olhar preocupado já denunciava que Irina com certeza iria se safar. “Eu acho que eu estou grávida...” — Cochichou a garota, a voz chorosa dando todo um toque de drama. “Oh meu Deus, Srta. H! Gostaria de consultar a psicóloga do colégio?” — Disse a velhota, levando as duas mãos ao peito. “Ou, se desejar ir para casa descansar um pouco...” — Finalizou, após um pequeno pigarro. Irina teve que se segurar para não deixar escapar uma risada, precisava daquele disfarce. Arregalou os olhos azuis do modo mais inocente que conseguiu, os lábios projetavam um beicinho discreto. “Ah, Sra. Hannigan... Seria ótimo! Mas, sabe, tenho minha própria psicóloga e tenho quase certeza de que ela pode me atender agora... É que ela me atende desde que eu tenho 9 anos, quando minha vovozinha morreu...” — Ela nem sequer tinha uma psicóloga, só queria que a diretora a liberasse de uma vez para ela poder fumar um cigarro e comer alguns donuts da Crumbs. “Eu me sentiria muito melhor se pudesse ir me consultar com a Srta. Gaga.” — Agora ela havia exagerado, mas Hannigan obviamente não saberia quem era Lady Gaga, então acabou assinando a dispensa dela, enfim. Do lado de fora, sentada na enorme escadaria que dava acesso ao colégio, Irina gargalhou sozinha enquanto acendia seu Camel. Com o cigarro aceso pendendo entre os lábios carmins, puxou o Blackberry do bolso e começou a digitar uma mensagem. Enrolei a velha da Hannigan com um papo sobre gravidez, ela ficou toda preocupada comigo e me liberou, haha. Vê se escapa na hora do intervalo e me encontra na Crumbs, K. — Selecionou o número da melhor amiga e enviou.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Fear Bathóry em Qui Out 25, 2012 6:33 pm



Fear Bathóry
Dezessete anos
Hécate
Quatro punhais envenenados
Ruiva, porém suas madeixas foram tingidas e acabaram ganhando tonalidade dourada. Dona de pares de olhos verdes meio acinzentados. corpo invejável, feições de boneca.

Não é curioso se Fear espantar crianças, seus traços típicos permitem isso, considerada uma pessoa um tanto tétrica; com sua aptidão de manusear fluentemente as pessoas. No entanto ela não deixa isso transluzir no inicio quando conhece a determinada vitima, na maioria dos casos. Ela quando pequena tinha idolatria por trucidar ou mutilar animais de pequeno porte citando que o determinado ato era prazeroso para sua pessoa, no caso Fear é uma pessoa com caractere de sadismo e que ainda admira o derramamento de sangue. Fear Bathóry é classificada como abstrusa em relação aos outras donzelas a sua volta. Inconveniente um pouco, ao ponto de quando seu pai viera a falecer, Fear ficara até afortunada com a fatalidade, e quando qualquer pessoa está feliz, a jovem garota altera seu temperamento com presteza, revelando-se impertinente e ínvida. Simpatizante de práticas de torturas, sua maior peculiaridade é sua mudança de humor dependendo da pessoa. Uma trsite realidade que muitos julgam Fear pela sua aparência de garota má, não conhecendo seu outro gênio, pode até parecer contraditório, porém Fear pode e consegue ser bondosa e ter misericórdia por alguém, contudo esse por acaso sucede raramente, pendendo de sua pessoa simpatizar-se. E até um pouco Meiga. É assim que a maioria das pessoas acham da pequena criatura de lindos olhos acinzentados que parecem se encaixar perfeitamente com pequeno rosto branco quase pálido dela. Talvez estejam certos, quando trata-se de certas ocasiões. Ou errados, quando trata-se de certas fases como TPM ou fim de um longo laço de amizade e afins. Idiota. Essa é a palavra certa que descreve suas atitudes. É insegura com suas próprias escolhas, até porque faz tudo que lhe vem a cabeça sem pensar nas consequências que poderão vir com o tempo.

Fear cresceu com toda a liberdade que seus pais poderiam lhe oferecer. Uma criação liberal assim, só poderia ter dois resultados: ou dar muito certo, ou dar muito errado. Mas, com Fear, nada é tão simples como parece. Filha de um casal de classe média baixa que conseguiu subir na vida (devido ao dinheiro ilegal que seu pai extraia por ai) estudou apenas nas melhores escolas, e teve "a melhor criação escolar possível". Namorados, teve muitos. Mas nunca, na verdade, encontrar alguém especial. Sua grande decepção foi descobrir que seu pai era um corrupto ladrão, mas sendo filha de político não deveria ter esperado outra coisa, não? A vida de "novo rico" nunca lhe caíra bem, sempre sendo alvo de escândalos e desapontamentos. Mas ela sempre sabe como cair com elegância, e se levantar com rapidez. E sem nunca estragar o salto. Entretanto sua vida mudara de um momento para outro quando seu pai fora encontrado morto, e sem nenhuma explicação concreta Fear ficara um pouco feliz com aquele fato e tanto sua personalidade e sua vida mudara quando descobrira que era uma semi-deusa.

─ As vezes queria poder voar ou apenas ser uma mosquinha irritante no ouvido de certas pessoas ou apenas da nova namorada do meu pai. ─ Resmungou irritada logo após receber uma ligação do Sr. Fontaine lhe informando que ia ter que jantar fora. Jogou o aparelho prateado sobre a cama, sem que ele caísse no carpete vermelho que cobria todo o chão do seu quarto. Odiava quando ele fazia isso e nem era por ele próprio e sim por causa da Dona Wood que tinha feito o jantar á toa. Deu de ombros e desceu em seguida. ─ Dona Wood, largue tudo e sente-se à mesa, jantará comigo hoje. ─ Gritou do segundo andar da casa enquanto descia para a sala. Pôde ouvir o risinho dela, mas ela deveria estar cansada. Ela negou de primeira, mas depois de muito tempo pedindo, ela cedeu e sentou-se a mesa. Cada uma se serviu e ficaram conversando por um longo tempo. Dona Wood era como uma mãe para Fear, afinal foi ela que estava sempre junto com a garota desde quando se entendia por gente. Fear a considerava sua mãe e ela sabia disso. Depois de mais ou menos uma hora, dona Wood foi embora e a pequena garota subiu para seu quarto com uma pilha de filmes sortidos. Do terror ao romance, sem medo de assisti-los sozinha e ficar com olheiras no dia seguinte, afinal estava de férias e não tinha amigos de verdade por ali. Pelo menos, os verdadeiros estavam viajando.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Jayme Fitzpatrick em Qui Out 25, 2012 7:16 pm


Jayme Lee
Quinze anos
Éolo
Uma longa gadanha


Longas, claras e onduladas madeixas adornam a cabeça de Jayme. A jovem garota não tem mais de 1,60 de estatura, quando pequena tinha problemas com a balança assim não tendo um peso estável.

Delicadeza e inocência são sinônimos de Jayme. Apesar da garota não ter uma personalidade concreta, Jayme pode apenas ter uma drástica mudança de humor quando é irritada ou chateada. Consegue aproximar-se das pessoas com muita facilidade e rapidez, assim criando uma grande obsessão, quase doentia. Esse é o único ponto negativo em sua personalidade ainda não bem definida. abelos claros e ondulados caem desalinhados ao redor dos ombros, em contraste com sua pele muito branca. Olhos azuis e lábios finos. Baixinha e magrela. Triste e sorridente. Calmaria e tempestade. Sabe o valor das outras pessoas, das boas amizades, dos relacionamentos afetivos, de manter um círculo forte e importante de pessoas sempre crescendo ao seu lado. Pois amizade não é algo fácil para ela, é conquistada aos poucos e realmente valorizada. Não sabe demonstrar interesse, é tímida, mas quando conhece a pessoa costuma falar muito. Gosta de fazer as pessoas rirem, de ver os cantos dos lábios se erguerem, de ver os cílios e um par de olhos piscando, de traços, de manias. É observadora. Coisas simples a encantam, tais como joaninhas e pérolas. Música é muito mais que música para ela, é louca por Ramones e solos de qualquer instrumento. Ama ler e vive carregando algum livro dentro da bolsa. Gosta de “papos-cabeça”, de boa comida, detesta baixaria e gosta de estudar e viajar. Preza atitudes sinceras, pessoas inteligentes, artísticas, sensíveis, talentosas e criativas. É encantadora e diplomática. Não gosta de discussão e busca sempre a harmonia, sabe apreciar as qualidades e é atraída pela cultura e as formas requintadas de arte. Ela pode ser tão graciosa e macia quanto um coelhinho branco e pode persuadir com um suave sussurrar.

Nasceu em Beaufort, na Carolina do Norte. Infância adorável, porém problemas psicológicos marcaram o início de sua adolescência, depois da morte do melhor amigo. Se mudou para Londres cedo, onde se recuperou totalmente e vivia feliz antes de ser forçada a ir para os EUA. A vida com sua mãe sempre fora tranquila ao ponto de Jayme sentir-se um pouco monótona. Demorou um determinado tempo para as coisas saírem daquela rotina, após completar quinze anos, sua mãe contara a sua história na maior tranquilidade, e vendo que a garota encara aquilo sem nenhuma objeção, em meados de outubro Jayme ingressou no Acampamento Meio-Sangue. Em busca de independência e viver a própria vida.

O movimento de seus cabelos fazia com que os fios brilhassem sob o sol. Seus óculos escuros escondiam um olhar curioso, atento à tudo ao seu redor. Com passos largos, seus pés tocavam delicadamente o salto que ribombava em "tlec tlecs" no chão. Antes de entrar na loja, ela sorri maliciosamente, e seu gloss cor-de-rosa brilha levemente também. Retira seus óculos e os guarda na maxi-bolsa pendurada em seu ombro, repleta de maquiagens, 2 celulares, seu cardigã meio amassado, etc. Ela não precisaria daquilo, mas era uma coisa divertida a se fazer. Olhou despreocupadamente as prateleiras ao seu redor, com aqueles olhos marcados por delineador e levemente iluminados em baixo. Provou alguns colares, alguns anéis. E saiu da loja, sorridente. Ninguém nunca reparara nos acessórios novos que ela levava em seu pulso e pescoço a cada vez que se sentia entediada e precisava de alguma diversão. Ela pediu um táxi e entrou nele rapidamente, mas a tempo de ver um dos vendedores da loja gritando por ela na porta. Ótimo, nunca mais poderia voltar ali.
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Jayme Fitzpatrick
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Ian Howe em Sex Out 26, 2012 8:41 pm


Ian Howe


19 anos



Ananke

Ian é do tipo convencido. É seletivo quanto às amizades, sempre se juntando com o grupo popular. Tem um gênio detestável, sendo metido e arrogante desnecessariamente. Não confia muito nas pessoas, entretanto e do tipo que exala confiança: apesar do jeito chato e metido, Ian consegue facilmente a confiança das pessoas. É analista, geralmente analisando por completo uma pessoa na primeira vez que a vê, para só então decidir se ela merece ser sua amiga ou não. Tem uma autoconfiança exagerada, resultando em um jovem irritantemente otimista. Apesar de todos os seus defeitos, Ian sabe ser amigo quando vê pessoas necessitando.


Possui cabelos castanho-escuros, despenteados e um pouco longos, mas nada muito grande. Seu rosto é o exemplo de perfeição, sem nenhuma mancha ou maraca de espinhas. Seus traços são marcantes e os olhos pequenos e verde azulados. Sua boca é bem desenhada e carnuda, em um tom levemente rosado. O corpo é musculoso e malhado, resultado de três horas diárias de academia. Ian é alto e relativamente magro, tendo o peso ideal para sua altura. Possui uma tatuagem na nuca, onde se encontra o nome de sua falecida irmã, Amélia. Não possui cicatrizes e é vaidoso ao extremo.


Possui uma espada de Bronze Celestial, com a ponta de Ouro Celestial. Seu corte é certeiro e é uma arma mágica, estando conectada com o dono. O cabo é o responsável pela conexão, conseguindo entender o que se passa na mente de seu usuário, assim, nunca errando o alvo. Além da espada Ian possui um revólver com balas de cristal.


Ian é filho adotivo de Fellipa Howe, uma modelo famosa em sua juventude. Por tal motivo, sempre teve do bom e do melhor, o que acabou por resultar em sua personalidade detestável. Foi deixado num orfanato do Kansas e aos seis anos foi mandado para outro orfanato, dessa vez em New York, onde foi adotado depois de uma semana. Foi criado com amor pela mãe adotiva, porém com péssimos exemplos da mesma. Ela o instruía a jogar sujo para subir na vida, do mesmo modo como ela mesma fizera. Depois de alguns anos Ian soube que o motivo para ter sido adotado era que Fellipa temia engravidar e perder a beleza. Não foi algo muito chocante para ele, mas depois disso compreendeu o quanto a beleza física era importante para mãe, passando a se tornar cada vez mais vaidoso. Foi popular na escola e desde pequeno demonstrou o quanto sabia jogar com os outro, ferindo-os e os ajudando ao mesmo tempo. Aos oito anos seus pais adotivos adotaram outra criança, dessa vez uma menina, Amélia. A menina era incrivelmente parecida com Ian, o que por motivos desconhecidos incomodava Fellipa. Depois de um tempo com aquela dúvida cruel em sua mente, Fellipa Howe fez um exame de DNA entre Ian e Amélia, constatando então que ambos eram irmãos de sangue, provavelmente da mesma mãe. Deixou tal fato em segredo, até que ela mesmo o esqueceu forçadamente tentando evitar mais problemas. Os anos passavam-se de modo tranquilo, sempre com muita abundância na casa da família Howe. Entretanto uma tragédia lhes ocorreu no aniversário de quinze anos de Ian. Fellipa levava Amélia –na época com doze anos –para a festa do irmão quando um motorista bêbado atravessou o sinal vermelho em um cruzamento e acertou em cheio o lado do passageiro, onde Amélia estava. Fellipa Howe assistiu impotente à morte agonizante da filha, que teve o tronco atravessado pelo metal retorcido. Em poucos minutos a menina faleceu, devido à hemorragia, enquanto Fellipa gritava por socorro. O motorista fugiu, mas logo foi parado por outros motoristas que presenciaram o acidente e foi preso. A mãe sofreu alguns cortes e hematomas, mas a maior parte do sangue que estava em suas roupas era pertencente à Amélia. Aquele foi, sem dúvida, o pior dia de todos para Ian. No dia seguinte ele fez sua tatuagem, com o nome da irmã. O clima depois do acidente não foi o melhor na família Howe, sendo suportado à força por ambos. O processo judicial contra o motorista demorou cerca depois anos, tendo o julgamento final quando Ian tinha dezessete anos. Depois de o homem ser condenado à prisão perpétua, Ian pode enfim sentir-se aliviado. Para melhor lidar com a dor, Ian manteve-se ocupado o suficiente para não lembrar-se da irmã, mantendo esse estilo até os dezenove anos, quando finalmente foi reconhecido por sua mãe.


Era a quarta vez em que Ian ia àquele lugar. A última vez fora há exatamente um ano atrás, desta vez, entretanto, desacompanhado da mãe. Era o quarto aniversário da morte de Ammy e o meu de dezenove anos. Entretanto fora como se os últimos quatro anos não houvessem passado direito, com se apenas… houvessem existido, sem nenhuma importância real. Durante dois anos as coisas foram baseadas no julgamento do desgraçado responsável pela morte dela, mas, depois que tudo passou, as coisas se tornaram monótonas. Dois anos de minha vida passados sem um objetivo concreto, apenas sendo eu mesmo. Poucos amigos, mas, como de praxe, os melhores da escola. Não era qualquer um que merecia me ter ao lado, que merecia minha amizade. E essa era uma coisa que eu admirava em Amélia, sua facilidade para aceitar os outros. E agora, graças a um desgraçado bêbado, minha irmã nunca mais poderia aceitar essas pessoas medíocres. Ela deixou saudades, muitas saudades, mas talvez agora as coisas melhorassem. Há três dias descobri a verdade e, agora, estou me preparando para ir ao tal Acampamento. Talvez lá, por mais impossível que pareça, eu consiga esquecer Amélia.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Brenda Tunner em Sex Out 26, 2012 9:03 pm



Olívia Everglot


Dezenove anos



Asclépio

Possui como arma um arco de Carvalho envernizado, com as pontas afiadas, substituídas por lâminas de Bronze Celestial. Possuí um número total de 14 flechas, todas com pontas de Bronze Celestial e com “farpas” perto das pontas, de modo que quando adentradas no corpo do adversário funciona como o ferrão de uma arraia, que torna doloroso e difícil sua retirada.


Olívia é o tipo de garota que todos desejariam ter como filha ou nora, devido à sua gentileza, educação e bons modos. É amorosa com todos, nunca bebeu e nem fumou, tendo a ficha limpa. Olívia, entretanto, sofre com a ausência do pai. Tornando-se assim, tímida ao extremo, a ponto de não conseguir falar com pessoas do sexo oposto.


Sua face não apresenta imperfeições, ostentando um lindo par de olhos azuis, e cabelos louros que lhe dão um ar infantil. Entretanto, seus cabelos mudam de cor naturalmente, variando para o ruivo que lhe dá um ar mais adulto. Olívia, independentemente da cor das madeixas, tem um ar de menininha, sustentado pelas curvas que ela insiste em esconder com vestido e blusas frouxas.


Foi criada com os avós, pois a mãe casou-se novamente e seu marido, ignorante, não aceitou a menina. Aos poucos foi perdendo o contato com ela e desde então passou a chamar a avó de mãe. Não teve traumas consideráveis em seu passado, apesar de sempre sofrer com a ausência do pai. Sentia necessidade de encontra-lo, mais até do que rever sua própria mãe. Começou, por motivos inexplicáveis para ela própria, a pesquisar sobre mitologia. Chegou ao ponto de passar noites acordada para que pudesse ler ainda mais. Depois de seu aniversário de doze anos, Olívia foi reconhecida por seu pai, mas por opção dos avós, permaneceu com os mesmos até completar o ensino médio. Comprometida com os estudos, Olívia acabou deixando-se levar e prestou vestibular em uma faculdade local. Foi aprovada, como o esperado e então teve que optar entre ir para o Acampamento onde encontraria supostamente seu pai, ou seguir seu sonho e se tornar uma médica. Sua escolha não é difícil de deduzir.


- As coisas estão difíceis, vovó. - Olívia suspirou, sentando-se em sua cama, ainda olhando para o resultado online. Ela havia passado entre os dez primeiros para Medicina e isso era, sem dúvida, algo difícil de abrir mão. A doce senhora suspirou, sentando-se ao lado da neta e acariciando seus cabelos. – As melhores coisas da vida nunca são fáceis, querida. Você apenas tem que decidir: o que é mais importante para você? – Com um beijo dado na testa de Olívia, a avó saiu e a deixou pensar. Deitou-se em sua cama, que, alta como era, deixava que seu vizinho de apartamento a visse ali. O nome dele era Tate, um garoto de treze anos e uma história levemente complicada. Tate assoviou, chamando a atenção de Olívia. Ela apoiou-se sobre os cotovelos e pode encarar o jovem garoto. – Olá Tate. –Disse apenas, com um meio sorriso. – Fiquei sabendo da novidade. Você passou! Meus parabéns! –Seu tom entusiasmado só piorava as coisas para Olívia, dando-lhe a certeza de que aquilo era algo realmente incrível. – Não sei se estou tão entusiasmada quanto você. Tenho que escolher entre me tornar médica ou então conhecer meu pai… é difícil. –Suspirou. Tate era um dos poucos que sabiam a verdade sobre Olívia e, assim como tal, ele ficou confuso. Depois de bons minutos em silêncio, Olívia pensou que seu vizinho houvesse ido fazer algo mais produtivo, porém o som de sua voz alterada pela puberdade lhe deu a certeza de que não: - Você pode fazer faculdade depois de um ou dois anos. Mas conhecer seu pai… não é sempre que uma chances dessas aparece, Liv. – Disse apenas, logo afastando-se dali. Apoiada em seus cotovelos, com os mesmos já dormentes, Olívia decidiu-se. Levantou-se bruscamente e, com euforia, começou a arruamar suas malas. Iria no outro dia pela manhã para o Acampamento Meio-Sangue.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Dom Out 28, 2012 3:29 pm

Morgana Z. Lohnhoff, você foi aceita como filha de Caligena, bem-vinda ao RPG.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Teseu em Ter Out 30, 2012 12:22 am

Nome: Teseu Jay Peterson

Idade: 17

Parente Divino: Ares

Arma: Terror do Tártaro: Uma espada de 1,5 m de comprimento de lâmina fina no forte que se expande para os lados conforme segue pelo gume até a ponta. Sua lâmina é azulada, apesar da mesma ser feita de bronze celestial. Além da cor a lâmina possui palavras escritas em grego antigo que significam: "Querer vencer significa já ter percorrido metade do caminho." O guarda-mão é feito de ferro, assim como o cabo que também é feito de bronze com detalhes de ferro. E o pomo também é feito de ferro, porém um pouco mais escuro que o usado no guarda-mão e no cabo.

Características físicas: Teseu é um jovem adolescente alto medindo 1,72 metros, pesa mais ou menos 72,5 Kg e é fisicamente forte. Devido a musculação, um "hobbie" seu, possui os músculos um tanto desenvolvidos para sua idade. O cabelo é curto e castanho escuro, assim como seus grandes globos oculares, sempre despenteado por causa da falta de cuidado que tem para com sua beleza. Em seu corpo a característica que mais chama a atenção são seus braços desenvolvidos e bonitos abdome chapado - não que o resto não seja bonito, mas... -, além de uma tatuagem estilo ciborgue feita de pedra no braço direito. Ela segue do ombro até a ponta dos dedos cobrindo todo o braço, além de pegar as costelas e a omoplata. Foi feita para parecer que sua pele na parte tatuada estivesse se transformando em pedra. Ele diz que ela significa que seu corpo e mente são feitos de pedra; determinação e teimosia. Possui poucos pelos no rosto, mas estes são ralos por estarem nascendo aos poucos. Ele não faz a barba, novamente por conta da falta de cuidado que tem para com sua beleza. Apesar disso é considerado bonito por muitas meninas.

Personalidade: É um pouco estressado por natureza e as vezes sério demais não percebendo uma piada quando é contada. Apesar de ser filho de Ares é simpático e companheiro, sempre pondo seus amigos em primeiro lugar. Sua lealdade é uma de suas qualidade e um de seus defeitos. Por mais que filhos do Deus da Guerra não costumem levar desaforo, Teseu tenta não ceder as características típicas de seus irmãos. É muito teimoso, sempre querendo fazer aquilo que acha certo, e determinado, o que são seus outros maiores defeitos e maiores qualidades. Nunca se dá por vencido e para alcançar seus objetivos vai até o fim. Um cara sério, estressado, companheiro, determinado e teimoso. Muito teimoso.

História do personagem + Turno Demonstrativo:


Manhattan, NY ~ 12/04 - 22:46 (Apartamento Avenue, quarto 206)

- AHHHHHH! - Acordou assustado e completamente molhado de suor na escuridão de seu pequeno quarto decorado com posters de seus atletas favoritos, equipamentos de musculação e um saco de areia. Teseu olhou assustado para os lados, olhos arregalados e mãos apertando com força o lençol. Acabou de ter um pesadelo onde ele estava fugindo de algo grande, e acordou quando essa coisa grande lhe atingiu com algo. Aos poucos o rapaz se acalmou e percebeu que ninguém ouviu seu grito. Sua mãe deve estar e algum bar bebendo e se drogando. E seu pai... Bem, seu pai está Tártaro, ou melhor dizendo, no inferno.

- Tsc, de novo esses sonhos? - Sussurrou se sentando na beirada da cama e pondo uma das mãos na cabeça. Permaneceu parado por alguns segundos pensando sobre os sonhos que vem tendo sempre que dorme. Sempre as mesmas coisas. Uma coisa grande lhe perseguindo e o acertando com alguma coisa.

Resolveu se levantar e colocou um curto short branco de corrida e uma camiseta regata preta colada em seu corpo. Pensou que, talvez, uma corrida lhe fará clarear a mente e acalmar seu ânimo. Saiu do apartamento e começou a correr quando estava uns poucos metros afastado do prédio onde mora. tentou se distrair olhando para as pessoas, os carros que correm apressados pelas ruas, as lojas de roupas e conveniência, apartamentos, hotéis, etc. Correu por tranquilos dez minutos respirando tranquilamente, até que suspirou e fechou os olhos se tranquilizando por aquilo ter sido apenas um sonho, mas quando fechou os olhos viu os olhos vermelhos brilhando maléficos e de repente os abriu rapidamente, assustado. Parou e foi para a calçada começando a caminhar com a respiração pesada.


- "Puff, eu estou cansado dessa merda!" - Pensou fechando a cara, mas continuando a andar. Duas meninas, uma morena e outra loira. passaram por ele e a morena piscou em sua direção. Mas Teseu não percebeu. De repente se irritou com toda a situação.

Eis que um homem alto e bem musculoso que vinha em sua direção entra na sua frente e para. Ele está vestido com um sobretudo preto e chapéu redondo. Seu rosto está coberto por sombras e apenas seus dentes amarelados, talvez por conta do fumo excessivo, aparecem. Teseu o olhou desconfiado, mas não deu muita bola.


- Ahn, com licença. - Falou fazendo menção em se desviar do homem, mas o mesmo se deslocou para o lado entrando novamente na frente do adolescente. Ele estranhou e a raiva começou a aumentar cada vez mais.

- Cara, qual teu problema? Dá licença! - E tentou passar para o outro lado, mas novamente o homem se pôs em sua frente. Teseu estourou.

- Vaza da minha frente, seu monte de bosta musculosa! - E então empurrou o homem e percebeu que ele é mais pesado que aparenta. O homem nem se moveu para o lado e seu sorriso permaneceu em seu rosto. Ele pegou no pulso do semideus e apertou com força o suficiente para fazer Teseu sentir dor.

O sorriso no rosto do homem desapareceu.
- Qual meu problema? Hehe, você! - Sua voz soou gutural e bastante grossa, quase não deu pra entender o que falou. - Agora me deixe te educar, semideus!

- Mas o q... - A fala do rapaz foi interrompida quando o homem rapidamente o suspendeu e o lançou na direção da rua o fazendo se chocar com um corolla branco que passou na hora.

O impacto foi tão grande que o automóvel virou de lado e o semideus quase foi enterrado na lataria do veículo. Ambos rolaram pela rua até a outra calçada. Os pedestres se assustaram, alguns correram muito assustados, outros se afastaras menos assustados e alguns poucos curiosos se aproximaram para ver o estrago. Além de curiosos estavam preocupados, afinal, não é todo dia que um adolescente é atirado contra um carro em movimento e ambos saem capotando até o outro lado da rua. Com dificuldade, a medida que o homem se aproximava lentamente, Teseu começou a se levantar primeiro ficando de joelhos e então quando apoiado em apenas um levantou a cabeça para ver seu atacante. Ele respirou com dificuldade sentindo uma forte dor na lombar por conta do impacto, e então se levanta ficando de pé.


- "Putz, mas o que foi isso? Quem é esse cara?" - Ele pensou pondo a mão direita na região dolorida e estufando o peito contraindo os músculos das costas fazendo uma careta de dor. - Ai.

- Chegou sua hora, Teseu! - Disse o homem, o que não fez o menor sentido para o jovem.

Percebendo que não teria outra escolha a não ser ficar e lutar contra o homem, o semideus levantou a guarda como um lutador de Muay-Thai e esperou o homem vir. Aos poucos ele começou a andar mais rápido até começar a correr na direção dele e, enquanto corria ia aumentando de tamanho e seus músculos iam ficando cada vez maiores e definidos. A roupa rasgou quase por completo restando apenas uma tanga feita com a calça que ele usava e o homem que antes tinha quase dois metros e meio de altura agora tinha praticamente o triplo. Era gigante. Sim, um gigante. Ele levantou a mão direita fazendo menção em dar um soco no herói e desferiu o golpe quando perto do suficiente, porém, Teseu se desviou dando um passo para o lado, virando um pouco o tronco jogando o ombro direito para trás. Após isso agiu rápido o suficiente e conseguiu desferir um chute na barriga do gigante, infelizmente não causando dano algum. Após isso tentou um soco no rosto, mas o gigante se ergueu fazendo o punho do jovem passar no vazio. Era difícil lutar contra ele. Nunca tinha visto um homem tão grande como aquele.


- Morra! - Gritou o homem com os dois punhos levantados.

Ele os abaixou e Teseu desviou pulando para a esquerda e caindo de lado no chão. O golpe foi tão forte que rachou o asfalto no momento do choque. O semideus arregalou os olhos e pensou que se tivesse sido atingido por aquele golpe teria sido esmagado. Uma voz em sua cabeça disse algo como, "Fuga". Não sabe se foi apenas sua consciência ou outra pessoa, mas não quis parar para pensar nisso, apenas se levantou e correu tentando fugir do gigante.

Teseu não se lembra bem em qual momento aquilo aconteceu, mas de repente alguém o puxou através de um beco e correu o segurando pelo braço para longe do gigante que parecia os estar procurando. O jovem não pestanejou, visto que aquela pessoa o estava afastando do inimigo. Quando longe daquele beco, próximos ao parque eles param ofegantes. Teseu respira tentando se tranquilizar.


- Obrigado. - Agradeceu.

- Sem problemas, Teseu. - Falou o rapaz que não parecia tão cansado assim.

- Ahan, tomarei isso como um de-nada. - Então reparou no rapaz que o salvou Tem cabelo enroladinho castanho escuro e olhos da mesma cor. É moreno e um pouco mais baixo que o rapaz. Usa um casaco vermelho de zíper com capuz, uma blusa preta e uma calça preta também. Calça um par de tênis all-star pretos e brancos.

- É um prazer finalmente encontrá-lo, Teseu, filho de Ares. - Falou satisfeito com um largo sorriso no rosto.

De repente o jovem franziu o cenho e pensou em se afastar de seu herói.
- Ahn... - Ele não entendeu bem o que ele queria dizer com "Filho de Ares". - ... Filho, de Ares? - Não entendeu absolutamente nada. - Cara, como assim "Filho de Ares"? Que palhaçada é essa? - Perguntou começando a ficar irritado.

O jovem se apresentou como sendo um sátiro e mostrou os chifres e os cascos, o que assustou ainda mais o adolescente. Depois lhe contou toda a história da sua origem e por fim afirmou que ele é um semideus, e o papo de filho de Ares não é bem uma verdade, já que o Deus não o proclamou como sendo seu filho, mas indícios indicam que ele é filho do Deus da Guerra. No início o jovem não acreditou em absolutamente nada e chamou Austin, o sátiro, de maluco. Se afastou, mas Austin insistiu para que ele o acompanhasse até o acampamento meio-sangue onde estaria seguro, mas Teseu não acreditou e se negou a acreditar em tudo dito pelo sátiro. Enquanto caminhavam discutindo feito marido e mulher, sobre ele ser ou não ser um semideus, o gigante se aproximou rapidamente e golpeou Austin violentamente com o punho o lançando na direção de um poste. Foi como um relâmpago. Ele se chocou contra o objeto que logo se partiu e caiu em cima de uma árvore. Teseu arregalou os olhos e gritou pelo nome do sátiro.


- AUSTIN! - E então a raiva lhe subiu a cabeça. Teseu não se lembrou de muita coisa que fez durante a fúria, eis o que ele fez.

O gigante logo se virou para ele rindo e debochando do sátiro burro e tentou atingi-lo com o punho esquerdo. Teseu por sua vez pendulou por baixo do braço inimigo e avançou lhe atingindo um cruzado de direita no lado de fora da perna direita na altura do joelho fazendo o gigante fraquejar e se ajoelhar gritando de dor. Após isso o jovem semideus se afastou rapidamente e então pulou na direção do rosto do gigante lhe atingindo o nariz com uma joelhada voadora usando o joelho direito. Tamanho fora o impacto do golpe que quebrou o nariz do monstro o fazendo cair para trás com um abafado grito de dor. Enquanto caindo o monstro começou a se tornar poeira dourada até desaparecer por completo deixando apenas um rastro de destruição e o sátiro semi-morto. Teseu ficou parado de pé onde o gigante havia caído e fechando os punhos com força enquanto a raiva lhe controlava. De repente ela passou e ele se lembrou do sátiro. Correu em sua direção chamando por seu nome.


- Austin! - E ao se aproximar se ajoelhou perante ele e lhe tocou a testa num gesto terno.

- Teseu... - Falou fraco.

- Calma aí, amigão. Relaxa que eu vou dar um jeito de te tirar daqui. - Olhou para os lados procurando achar alguém que pudesse ajudar, mas estavam apenas eles dois ali. - Droga. - Sussurrou.

- Teseu, não tenho mais tanto tempo... No meu bolso...

- Calma, cara. Eu vou te ajudar. Você ainda tem muito tempo pela frente. - Falou esperançoso.

- Não, eu não tenho... Pegue o cartão e siga para o endereço nele.... Cheg... Cof cof cof. - Tossiu cuspindo um pouco de sangue.

Teseu se sentiu desconfortável por aquilo. Querendo salvar o cara que salvara sua vida.


- Austin, para de falar. Eu vou te tirar daqui, apenas relaxa. Certo? - Falou, inconscientemente fazendo um carinho na testa do sátiro.

- Não dá tempo, apenas me escute. - Pediu o sátiro. - Siga para o endereço e lá procure por Quíron. Diga que foi achado por mim... Por favor.

Austin fechou os olhos e o semideus sentiu quando ele parou de respirar. Teseu fechou os olhos e respirou fundo. Ficou em silêncio por um tempo e então abriu os olhos novamente depois que o corpo do sátiro começara a se desfazer em poeira deixando apenas uma plantinha frágil nas mãos do semideus. Ele observou a plantinha e conseguiu sorrir por achar engraçado um sátiro virar uma planta, mas fora um sorriso triste.

- Tudo bem, Austin. Direi a Quíron que um grande sátiro me salvou do gigante. - E então se levantou ainda com a planta em mãos e voltou para casa.

Na mesma noite Teseu arrumou uma mochila com algumas coisas e deixou um bilhete para a mãe dizendo que ia passar a noite fora. Provavelmente ela não daria a mínima, mas ele fez sua parte. Pegou um táxi usando o dinheiro que economizou durante duas semanas e seguiu para o endereço escrito no cartão. Durante um tempo tudo correu bem e nada incomodou o jovem. Nada além do fato de ter sido atacado repentinamente por um homem monstruosamente forte e grande, ter sobrevivido ao impacto que mataria qualquer outro ser humano, ter sido atacado uma segunda vez pelo mesmo homem e agora estar seguindo até um suposto acampamento para semideuses filhos dos Deuses Olimpianos porque um homem-bode lhe pediu. Nada bizarro, claro. Começou a chover.


- "Hm, por que estou fazendo isso?" - Pensou olhando para a estrada pela janela. - "Tudo isso, sonhos bizarros, gigantes, sátiros, semideuses... Como assim? Do que ele estava falando? E aquela fantasia de bode... Puff, o que são todas essas coisas? E por que diabos eu estou fazendo o que aquele maluco me disse pra fazer? - Se irritou consigo mesmo por não ter as respostas que precisa e bateu no descanso na porta. O motorista o olhou e ele revidou o olhar, envergonhado.

- Desculpe.

Eles seguiram por algumas horas até que a calmaria acabou. A tempestade veio na forma de uma sombra gigante que atingiu a parte de trás do carro o fazendo capotar no mesmo instante dando várias cambalhotas, a lataria amassando cada vez mais e a vida do semideus correndo perigo. O carro parou de ponta-cabeça e a sombra se aproximou rápida. Teseu conseguiu sair do carro após chutar a porta, mas antes que pudesse ajudar o motorista a sombra, que se mostrou sendo mais um gigante, deu um tapão no carro que voou na direção de uma árvore e se chocou com tanta força que explodiu. O semideus arregalou os olhos surpreso e assustado pelo monstro ter matado o homem, e não teve reação ante ao gigante.

- Matou meu irmão, semideus! Agora vou te MATAR! - Gritou o gigante lhe dando um tapa com a mão direita, rapidamente o pegando com a outra mão e o jogando no chão. Teseu desmaiou.


_______________________________________________

Acordou pela manhã e percebeu estar deitado em uma cama confortável, coberto por um cobertor branco e mesmo imóvel sentindo muitas dores. Tentou se levantar, mas não conseguiu. Não a princípio. Com esforço e gemendo bastante se segurando para não gritar conseguiu se por sentado na cama e então viu um homem entrar no quarto. Este estava em uma cadeira de rodas. Quíron.

- Bom dia, meu jovem. - Falou o centauro.

- Ahn... - Ficou indeciso se perguntava onde estava, quem ele era, ou se respondia educadamente.

- Meu nome é Quíron, e você está no acampamento meio-sangue. Este...

- É um acampamento para semideuses, eu sei. - Cortou Quíron terminando o que ele falaria. - Aquele... Sátiro! ... - Falou com entusiasmo desanimado ao se lembrar o que Austin era. - ... Me mandou vir pra cá, ele... - Teseu abaixou a cabeça e seu rosto se tornou sombrio. Expressou tristeza antes de continuar e então. - ... Eu... Eu não conseguir salvá-lo. - O jovem engoliu a seco.

- Não foi culpa sua, Teseu. - Falou Quíron tentando deixá-lo menos triste.

Teseu o olhou e franziu o cenho e então suspirou.
- Foi sim. Se eu tivesse acreditado nele...

- Mas foi uma surpresa pra você, isso é compreensível. Não foi culpa sua. - Tentou novamente.

- Hm. - Engoliu a seco novamente e olhou para o interior do quarto, para as decorações nele tentando esquecer o fato de que duas vidas se foram por causa dele.

- Consegue se levantar? - Perguntou o Centauro.

- Acho que sim.

- Então venha comigo, que tal caminharmos um pouco?

Teseu olhou para Quíron na cadeia de rodas e achou estranho ele dizer caminharmos. "Como se ele fosse caminhar", pensou o adolescente. Ele se levantou lentamente e com muita dificuldade e se pôs de pé, usando duas muletas para conseguir andar, e juntos os dois saíram da Casa Grande. Eles conversaram pouco sobre tudo o que vem acontecendo com o jovem desde o início dos sonhos enquanto Quíron lhe apresentou ao Acampamento até que chegaram no Pavilhão do Refeitório, onde muitos outros adolescentes estavam sentados nas mesas respectivas aos seus chalés. Um por um eles pararam de comer e conversar, apesar de que ainda havia sussurros, para olhar o recém-chegado de muletas. Quíron disse que ele será o mais novo semideus do acampamento meio-sangue e em uníssono muitos lhe cumprimentaram. O centauro pediu para ele se sentar junto aos outros semideuses do chalé de Hermes o guiando até lá. Teseu se sentou ao lado de uma menina loira de olhos cinzentos, rosto magro e aparentemente liso. Lábios carnudos e nariz um tanto pontudo. Usa uma blusa do acampamento e veste jeans rasgados, além de calçar um par de all-star de couro preto. Provavelmente uma filha de Atena não proclamada. Ela sorriu para ele que retribuiu o sorriso. Um sorriso triste, mas ainda sim um sorriso.

- Elizabeth Chase, prazer. Qual o seu nome? - Disse ela estendendo a mão em sua direção.

- Teseu. É um prazer conhecê-la, Elizabeth. - Apertou a mão dela.

E então outra voz, essa de um rapaz.

- E eu sou Richard Franklin. Filho de Apolo, o campeão. - Falou um sorridente menino com não mais de treze anos. - Tranquilo, quebradão?

Cabelo bem loiro amarelo como o Sol e olhos contrastando cor de mel. É bronzeado e possui sardinhas no rosto e é baixo medindo não mais que 1,62 metros. Veste uma blusa de botão florida e um short que termina um pouco acima do joelho, também florido.

- Quebradão? - Teseu ficou sem saber o que falar.

- Richie! - Advertiu Elizabeth.

- Qual é. - Fez bico como se estivesse chateado. Mas então tornou a sorrir e se dirigiu novamente ao recém-chegado. - Então, parceiro. Cê é um cara de sorte, muita gente não sobreviveria a uma ataque de um gigante bem forte.

Teseu permanece o olhando com seriedade e tentando entender o motivo daquele menino estar falando daquele jeito, até que seus pensamentos são interrompidos pela voz da menina.

- Richie tem razão, foi um milagre dos Deuses você ter sobrevivido ao ataque. Se não fosse por Quíron e outros filhos de Apolo você não teria sobrevivido.

- Er... - Tentou dizer algo, mas foi cortado pelo menino.

- Cara, foi demais! Você tinha que ver meu irmão, foi um arqueiro bastante sagaz. - Fez sinal de "joia" e continuou. - Flechas destruíram o gigante, e então o que restou foi apenas poeira brilhante.

- Obrigado, eu acho. - Agradeceu Teseu.

- Enfim. - Era Elizabeth. - ...É um prazer tê-lo aqui no acampamento. - Ela sorriu, e aquele foi o sorriso mais bonito que Teseu já viu no rosto de uma menina. E pela primeira vez naquele dia ele realmente sorriu.
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Mensagem  Convidado em Qua Nov 07, 2012 4:21 pm

Nome: Bruno Bermanlli
Idade:15
Parente Divino: ares
Arma: arco de bronze celestial ( que se torna uma caneta quando aperta o botão se torna o arco) e flechas encantas ( que se tornam uma mochila quando se abre o zíper se torna um portador de flechas)
Características físicas: forte estatura mediana cabelos pretos curto olhos azuis.
Personalidade: engraçado companheiro as vezes gosta de se meter em confusão.
História do personagem: Nasceu em NY,onde sempre se sentiu deslocado da população.Foi expulso de várias escolas,sempre arrumava brigas com valentões da escola e nunca levou surra deles era um ótimo lutador mais muito agressivo e se destacava por ser mais forte que os demais alunos(o que sempre o fazia ser o centro das atenções nas aulas de educação física)um dia encontro um sátiro q deu uma caneta e me mandou apertar o botão e se tornou um arco e me deu um porta flechas portando 30 flechas.
Turno Demonstrativo: Pegou estrada adentro quando resolveu sair por ai procurando sua mãe, era tarde da noite, as ruas escurras, so podiam ser ouvidas sons de grilos e curujas. Era um tanto medonho aquilo, mas medo não era o que se passava na cabeça de Pablo aquele hora, o que ele queria nada iria estragar, nem o proprio medo. Caminhava sem se preocupar com nada, nem parava para ver se alguém o seguia. Não sabia para onde andava, so sabia que o lugar que seu pai tinha falado era em alguma colina por ali, ele ariscou em uma colina, mas ouviu uma suave voz dizer que ele estava errado, e a voz o conduziu para o lado certo, ele não estava em sí, mas estava indo para onde tanto desejava. Ao meio da rua o mesmo estava indo, não notou com o barulho do carro, o farol do carro vinha baixo, o motorista também não conseguiu notar, e acabou acertando o mesmo que estava na pista. Quando o carro o escontou, voou alguns metros de distancia, mas o contorceu alguns musculos, mais logo depois voltou a ir de pé novamente, e andar ao caminho desejado, não sentia nada, mais pode perceber que aquilo não foi muito normal. Quando o motorista do carro o viu andar sem nada ter acontecido, ficou paralizado, não sabia se era de curicosidade ou medo, mas não demorou muito para ele se mandar dali com seu carro. E assim Pablo continuou seguindo caminho, até se lembrar de acordar em uma colina, de frente a um acampamento.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Noel de La Velliére em Qua Nov 07, 2012 7:48 pm

Nome: Noel de La Velliére

Idade: 16 Anos

Parente Divino: Calígena

Arma: Fones de ouvido que ao serem pressionados num ponto específico se expandem até se tornarem um arco de metal negro com detalhes que relembram um manto de névoa.

Características físicas: Loiro e de olhos castanho-escuros, Noel possui cerca de 1,83 cm de altura e é dono de um certo ar infantil.

Personalidade: Pode ser meio tímido e introspectivo com estranhos, no entanto após criar um vínculo com alguém se torna um amigo extremamente leal. Gosta de ler livros com temas de ficção e literatura gótica, tendo Edgar Allan Poe como um de seus escritores favoritos.

História do personagem: Nascido numa família de origem francesa em uma região pouco movimentada de Nova York, Noel cresceu cercado de prateleiras de infindáveis livros sobre os mais diversificados temas e histórias. O pai do garoto sempre fora fascinado por leitura, e acabara contaminando o filho com a mesma paixão por boa literatura e coisas antigas. A família possuía um pequeno antiquário a alguns metros dali, de onde vinha seu sustento e atulhava a casa de livros. A vida era ótima para Noel e não havia melhor lugar no mundo. Até o 31 de outubro onde tudo mudaria.

Os ventos frios de outono sopravam naquela noite, sacudindo as últimas folhas amareladas das árvores e carregando-as através do céu. A lua não aparecera naquela noite. Estava escondida por detrás do manto escuro de nuvens negras que se amontoavam na abóbada celeste. Parecia uma noite normal como em qualquer outro Halloween. Sombria, porém normal. Poucas crianças passavam pela rua e menos ainda sem o acompanhamento dos pais. Mas nenhum ousava pedir doces para qualquer uma das casas daquele lugar. Com o aumento do índice de crimes na região, aquela zona não era muito apreciada por visitantes.

O pai de Noel estava fora quando a campainha tocou. Ele tinha viajado para um estado vizinho, a fim de adquirir um livro raríssimo, deixando o filho sozinho tomando conta da casa. Isso costumava acontecer com frequência e por conta disso o garoto desde cedo aprendera a se virar, se tornando um ótimo cozinheiro com apenas 12 anos. Mas, retornando a história, a campainha tocara no exato momento em que Noel lia "O Enigma do Príncipe" pela sétima vez. O som metálico invadiu a casa silenciosa despertando a atenção do loiro. Como eu mesmo disse no parágrafo anterior, visitas eram quase inexistentes, a não ser pelo cobrador do aluguel, que até hoje nunca atrasara em perturbar a paz de seus inquilinos.

Noel deu uma espiada rápida pelo olho mágico da porta e pode constatar que se tratava de uma velhota de aparência decadente. Ela usava roupas velhas, sujas e encardidas como uma mendiga de rua e encarava a porta de madeira com uma expressão no mínimo ansiosa. Um calafrio percorreu a espinha de Noel. Havia uma presença diferente naquele lugar, como se a própria aura da anciã inspirasse morte e desespero. O garoto fez menção de se afastar mas uma gargalhada profunda ecoou por detrás da porta de madeira poucos segundos antes da mesma explodir em mil pedaços. A força do impacto atirou-o no chão a alguns metros de onde estivera. Ainda atordoado pelo barulho, Noel ficou de pé a abriu os olhos. E de súbito, percebeu estava em um de seus livros.

Turno Demonstrativo: Não poderia ser real. Simplesmente não havia a menor possibilidade de estar acontecendo. No entanto, a dor inconfundível de ser atirado contra o chão era extremamente real e a figura parada em frente ao que sobrara da porta não parecia muito um produto da minha imaginação. O silêncio aterrador foi quebrado pelo som dos passos se aproximando pelo chão de madeira.

- Você se escondeu de mim por muito tempo pequeno inseto... - A senhora tinha uma expressão de frieza nos olhos. Como uma caçadora que acaba de encurralar sua presa. - Mas lhe garanto agora e com toda a certeza de que sua miserável vida chegou ao fim neste glorioso dia.

Os olhos da mulher se tornaram completamente negros e uma camada de pelos escuros surgiu por toda a pele. Seus dedos alongaram até se tornarem garras. Seu corpo inchou cada vez mais e a coluna se dobrou de modo que a senhora foi obrigada a se curvar. Os dentes se tornaram afiados e pontudos e suas feições cada vez mais caninas, até que diante de meus olhos não havia mais um ser humano, mas uma cão gigante que parecia ter saído de um conto de terror.

Estremeci. Jamais em minha vida achei que fosse presenciar uma cena como essa. A criatura babava e rosnava. Seus olhos estavam cheios de ódio. Tentei me levantar, mas meus músculos não me obedeciam. A presença daquele ser demoníaco parecia me paralisar completamente. O suor frio corria por minha testa. Eu iria morrer ali. A criatura saltou em minha direção e eu fechei um olhos. O som de um baque poderoso seguido de um grande estrondo se passou num instante. Uma voz conhecida me fez abrir os olhos novamente.

Sr. Ellwood, o cobrador de aluguel mais pontual de Manhattan acabara de lançar o maior cachorro do mundo contra a parede da cozinha. Tudo bem. Depois de ter visto tantas coisas coisas bizarras naquele dia não me surpreendi muito em notar que ele era meio bode. Pelo menos enquanto ele estivesse ali eu não ia virar ração. O monstro logo voltara para o campo de batalha em que minha sala se transformara. Um ferimento acima do olho esquerdo sangrava. O monstro fez menção de investir novamente mas parou e fugiu pelo enorme buraco na parede.

- Venha comigo e não faça perguntas. - O Sr. Ellwood abaixou o mangual de batalha com que acertara o cão infernal. Decidi que aquele não era o melhor momento para perguntar o porque de ele ter pernas de bode. E além do mais, se ficasse sozinho ali corria o risco de ser atacado novamente pela criatura.

Entramos num carro velho para logo depois desaparecermos na escuridão da noite. Eu não sabia para onde estávamos indo. Mas com toda a certeza seria bem melhor do que a minha sala completamente destruída. Eu estava certo apenas de uma coisa. A partir daquele momento minha vida se tornaria completamente diferente.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Seg Nov 12, 2012 1:13 pm

Teseu Jay Peterson, você foi aceito como filho de Ares. Adorei o seu turno, e gostei do modo diferente em que escreveu a história e o turno, diferente do que costumamos ter.
O turno e história de Noel de La Velliére também se destacaram, tendo também um outro modo de fazer a história do que tínhamos mas ainda assim muito bem feito. Você foi aceito como filho de Calígena.
Bem-vindos ao RPG
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Bruno Bermanlli, você foi recusado como filho de Ares. Você pode tentar novamente quando quiser, e, seguindo as regras do RPG, procure um photoplayer.
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Mensagem  Convidado em Qua Nov 28, 2012 10:42 am

Nome: Kendall
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Parente Divino:Afrodite
Arma:um controle remoto que quando aperta em ligar vira uma espada toda feita de bronze celestial(presente de afrodite)
Características físicas:lindo,forte,musculoso,cabelos amarelos.
Personalidade:alegre,positivo,nobre e fala francês toda hora

História do personagem+turno demonstrativo
Então, era um belo dia em nova york, kendall e sua namorada estavam andando pela cidade.No final da tarde, os dois foram correr num lindo bosque,quando derrepente as benevolentes aparecem e levam a namorada de kendall, e o mesmo já sabe da existencia dos deuses do olimpo e logo tira o controle remoto do bolço e aperta no botão de lugar,e,num passe de mágica,ele vira uma espada toda feita de bronze celestial, e então corro pelo bosque só olhando as benevolentes voando e seguindo elas até uma colina, e nela elas pousam e eu vou pro ataque.
ATAQUE:
Eu pego minha espada e avanço até a benevolente número 1 e corto as costelas dela e logo a benevolente número 2 avança até mim e eu decapito ela com um golpe, até que olho a outra,que,pra piorar,ficou maior.
DEFESA
Ela avança em mim e então eu defendo com o cabo da espada no olho dela,e ela diz:
-Esses filhos de Afrodite,sempre golpeando no olho!
Então eu a rasgo ao meio com a ponta da espada e logo antes, ela mata a namorada de Kendall (eu)
E então só me lembro de ter desmaiado e acordado em um lugar deitado numa cama,onde havia uma menina gatinha me contando sobre como funcionava lá,e perguntou se eu já sabia de quem eu era filho,então respondi Afrodite e ela disse:
-É,deu pra perceber.Você é um gatinho,ops! Embarassed
Então ela me mostra todos os lugares do acampamento e me faz conhecer Quíron,E então me mostra meu chalé.E então me deito na cama e fico olhando o céu e pensando em como aquela benevolente foi malvada e sem motivo pra matar a namorada de Kendall (eu sou Kendall).E estoua qui contando minha história.FIM



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andem logo

Mensagem  Convidado em Sex Nov 30, 2012 7:58 pm

andem logo aceita ou não minha ficha

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  John Cash em Sab Dez 01, 2012 2:55 am








Nome:
John Cash

Idade:
20

Parente Divino:
Atena

Arma:
Hidden Blades

Características físicas:
Alto, Branco, Loiro, Olhos claros, meio "musculoso", tem uma cicatriz na boca por briga de bar.

Personalidade:
Guerreiro, Gentil, Sarcástico, Romântico, Inteligente, um pouco Impaciente

História do personagem:
John Cash, nascido na Itália mas rapidamente trazido para os Estados Unidos foi criado em um esconderijo da Ordem dos Assassinos, sitiado em Black Hills, chamado de "A Fazenda", um lugar com cerca de 30 habitantes de vida simples, "Johnny", como era chamado por seus tios, cresceu sob a supervisão de seu tio Edward "Ed" Cash isolado do mundo, recebendo treinamentos para se tornar um assassino. Porém aos 15 anos ele fugiu, levando cerca de 3.500 dólares, um casaco branco, e alguns apetrechos que seus tios guardavam pra ele. Ele estava cansado de seus tios repressivos e da história que deuses do Olimpo ainda existem, da guerra com os templários, além do desejo de conhecer o resto do mundo. Seu treinamento o ajudou a escapar dos assassinos e monstros que o perseguiram, e assim ele foi para Nova York, onde se tornou um ladrãozinho de coisas baratas e passou a usar uma identidade falsa para não ser encontrado.

Turno Demonstrativo:
Sinto minha barriga formigar e vejo um corte feito por uma adaga. Antes disso, deixa eu me apresentar. Oi, Eu sou John "Johnny" Cash, eu vivo a cerca de 5 anos sem ninguém me achar, vivo trocando de nome e de lugares, ganho dinheiro roubando de alguns ricos que passam por aqui. Sou um "Assassino", não desse jeito que você pensa, minha linhagem sanguínea e de uma ordem chamada "Ordem dos Assassinos" que existiram no passado mas, isso não vem ao caso. Bem, tudo começou hoje de manha, estava no apartamento do meu amigo Gary e de sua esposa Jane, eles saíram e deixaram um bilhete na mesa ao lado da minha cama escrito "Esperamos que você arrume um emprego logo! haha". Eu levantei da cama botei meu short e fui ate a cozinha mas quando cheguei la, tinha uma cara de 3 vezes o meu tamanho e uma menina loira olhando as fotos, eu voltei para meu quarto e peguei minhas Hidden Blades, coloquei uma calça jeans, uma blusa branca, um casaco branco e meus tenis e fugi pela janela mas quando eu tava saindo pela janela, eu dei o vacilo de deixar cair um vaso de plantas que estava lá, eu sabia que eles estavam atras de mim, então, desci pelas escadas de incêndio, quando olhei pra cima, a menina pulava minha janela e me olhava com uma cara de sarcasmo como se ela estivesse me dizendo "Hey menino loiro, você vai se dar mal.", eu corria pelas escadas quando cheguei ao segundo andar, eu tinhas algumas habilidades de Le Parkour, mas não as usava a anos, decidi tentar, o pior que podia acontecer e eu quebrar meus ossos, so isso. Eu olhei para a janela e então, eu pulei, certinho dentro da casa, o pessoal que estava la dentro começo a gritar eu passava por todos dizendo "Desculpa meus queridos". Quando cheguei na porta da frente, eles estavam lá, eu não sabia como, mais eles estavam. Eu tentei correr mas o garoto mostrava um nada estranho anel para mim, eu tentei olhar mais de perto e eu vi, era o anel de meu pai, a unica coisa que ele deixara para mim antes de ser assassinado junto de meus irmãos, eu tentei pegar mas o menino grande me deu o soco tão forte que eu perdi a consciência. Quando acordei, estava sendo carregado por o mesmo menino que me tinha me dado um soco, imediatamente eu pulei do ombro dele ativei as minhas Hidden Blades e lutei com ele, ele puxou uma lança magica do bolso e me chamava para luta, a menina de cabelos loiros puxou uma adaga de sua perna. Atras deles, tinha uma especie de acampamento, logo eu pensei "Não pode ser, esse acampamento e um mito!", o menino aproveitou que eu estava distraido e investiu contra mim, eu desviei e cortei a lança, foi facil demais até a hora que eu percebi que a menina veio em minha direção e fez um corte em minha barriga, eu caio de joelhos e minha visão fica turva, eu ouvi a menina dizer "Bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue, semideus", eu apenas sorri e apaguei outra vez.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Dom Dez 02, 2012 9:47 pm

John Cash, você foi aceito como filho de Atena. Bem-vindo ao RPG, e divirta-se.
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Kendall, você foi recusado como filho de Afrodite. O motivo está em resposta ao seu tópico no início.
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Re: Inscrições - Semideuses

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