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Chalé 1 - Zeus

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Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Administração em Ter Jan 18, 2011 4:55 pm

Relembrando a primeira mensagem :

O chalé 1 é o maior de todo o Acampamento. Feito de mármore branco com grandes colunas na frente. As portas de bronze polido cintilavam como um holograma, de tal modo que, vistas de ângulos diferentes, raios pareciam atravessá-las.
O número 1 de latão estava pregado por cima da porta. Dentro haviam seis beliches, três na esquerda e três na direita. As paredes pareciam refletir levemente o céu em seu estado atual e o teto tinha o desenho de um enorme raio, que o cortava por completo.


Última edição por Narração/Administração em Qua Jun 22, 2011 5:59 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Administração em Seg Jan 16, 2012 11:35 am

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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Lucy Becker em Qua Jul 11, 2012 9:52 am



A garota caminhou pela área dos chalés até avistar o enorme chalé de Zeus. Estava se sentindo um pouco isolada e foi à procura do único com quem teve uma boa relação ali: Ethan. Chegou lá e ficou observando a imensidão do chalé por alguns momentos. Ethan! Ela gritou, sentindo a voz falhar um pouco. Mas ele não apareceu, e ninguém respondeu. A garota sentiu-se um pouco idiota por correr atrás de Ethan, como se ele fosse responsável por ela, mas mesmo assim continuou chamando-o, até ficar claro que ele não estava ali. Saiu do chalé, e decidiu procurá-lo pelo acampamento.


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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Convidado em Sab Ago 11, 2012 3:10 pm


Cat McMillan x daughter of Zeus

Sai da casa grande e fui para área dos chalés tentando achar o chalé de Zeus, o diretor do acampamento disse que não era difícil de encontrar, era o maior chalé e tinha escrito "1" em cima da porta. E ele estava certo, cheguei lá e logo vi o chalé 1, entrei e fiquei encantada, era enorme e eu me senti como se estivesse no céu. Procurei por uma cama vazia, coloquei minhas coisas e deitei, não havia percebido, mas eu estava muito cansada, segurei o pingente do colar que havia ganhado de minha mãe quando era muito pequena, ela disse que era presente de meu pai, então fiquei pensando como ela estaria e como estaria o tão poderoso senhor do céus, que agora eu devia chama-lo de "pai", eu me sentia muito estranha com essa situação toda, como eu posso ser filha de um Deus. Mas deixei esse pensamento de lado assim que comecei a arrumar minhas coisas e achei uma foto de minha mãe, tinha tanto tempo que eu não a via. Estava com muita saudades, mas acho que iria demorar mais um bom tempo para eu vê-la novamente. Não dormia a dias, estava muito cansada, então resolvi dormir.

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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Ethan Hensen em Ter Ago 14, 2012 3:15 pm


Ethan Hensen Φ Filho de Zeus Φ Nível 01

Quando Lucy começou a agir de modo estranho fiquei preocupado. Mas quando ela começou a dizer coisas sem sentido e desmaiou fiquei desesperado. Queria levá-la até a enfermaria mas pensei um pouco, acho que não precisaria de tanto. Depois quis levá-la ao chalé onze mas tinha aquele garoto lá e preferi não ir até lá. Então só poderia levar Lucy até meu chalé. Coloquei-a em minha cama deitada e me sentei na beirada. Fiquei ali ao seu lado por meia hora até que vi seus olhos se abrindo:
-Oi... Lucy.-Sorri.-Você está bem?-Falei por fim, acariciando seus belos cabelos.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Lucy Becker em Ter Ago 14, 2012 8:32 pm


Foi uma inconsciência tranquila, por assim dizer. Não foi atormentada por pesadelos, nem por vozes. Na verdade, apenas uma ecoou em sua mente. A da pessoa que mais amou no mundo, a da pessoa que jurou protegê-la e a da pessoa que tinha metade dela: John. Ele a instruía a ser forte, a aguentar tudo de cabeça erguida, a fazer suas escolhas com sabedoria mediante o que ela achasse o correto. Foi puxada à lucidez quando um toque conhecido lhe , com a voz e o cheiro da pessoa que tanto amava. Ethan estava sentado ao lado dela, com a mesma expressão tranquila de sempre e o sorriso mais bonito de todo o mundo. Lucy levantou-se vagarosamente, apoiando-se nos cotovelos. Olhou para ele e sorriu cansadamente, tentando transparecer algo que não era verdade. Ela não estava bem, não estaria bem em muito tempo, pelo menos. Estou sim. Disse, no entanto. Olhou em volta, assustada e surpresa ao mesmo tempo. Era um belo lugar, ela tinha que admitir. E ficava ainda mais belo com Ethan ali. Você me trouxe aqui? Ela questionou, olhando-o nos olhos. Obrigada. Disse, referindo-se não apenas àquele gesto, mas sim a todas as outras coisas que ele havia feito por ela. Me desculpe por... aquilo. Não foi minha intenção. Disse, referindo-se ao momento de loucura e fraqueza no portão de entrada.
{Lucy;Indefinida;00}
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Ethan Hensen em Qua Ago 15, 2012 7:47 pm


Ethan Hensen Φ Filho de Zeus Φ Nível 01

Depois de Lucy falar me lembrei daquele momento... Ela parecia perturbada com alguma coisa. Hesitei em perguntar, poderia piorar tudo e fazer com a garota tivesse outra crise. Mas ao mesmo tempo fiquei preocupado, e queria ajudá-la com qualquer problema que tivesse:
-Tudo bem, não foi nada... Mas... Me explica, o que aconteceu com você naquele momento? O que te perturba? Quero te ajudar!-Continuei passando a mão pelos seus cabelos, eram tão belos. Chamavam muita atenção.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Lucy Becker em Qui Ago 16, 2012 7:19 pm


Os braços de Lucy agiram por conta própria, envolvendo Ethan em um abraço apertado. Ela encostou seu queixo no ombro dele e suspirou, procurando algum modo de desviar a atenção daquele problema. Eu sei que quer, na verdade você já me ajudou muito. Proferiu, sussurrando no ouvido dele. Não se preocupe, não foi nada de mais. Falou, ainda abraçando-o. Depois afastou-se e forçou-se a sorrir. Amo você. Falou, dando-lhe um beijo leve e simples, apenas um toque de lábios na verdade. Obrigada por tudo. Disse assim que se afastou, abraçando-o novamente.
{Lucy;Indefinida;00}
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Ter Ago 21, 2012 9:56 pm



"You say you feel so empty, that our house just ain't a home. And I'm always somewhere else, and you're always there alone..."

    — Freddie, venha cá. Está na hora de ir dormir. — Murmurei para ele, que andava animado pelo Chalé soltando pequenas faíscas elétricas e batendo em uma almofada. Zeus e Ares. Sorri ao pensar como ficaria quando crescesse.
    Ele caminhou obedientemente até mim, ainda animado por ter passado o dia inteiro comigo. Desde que eu chegara, permanecera dois dias na Enfermaria, e Jack concordou que eu voltasse ao meu Chalé se não fizesse muito esforço durante os primeiros dias. Mas eu tinha de voltar, voltar a minha antiga vida, e ficar na Enfermaria só me faria lembrar do motivo pelo qual eu estava lá. De qualquer forma, eu havia passado pelo Chalé de Ares para encontrar Fedderick dormindo. Havia o visto uma vez, logo depois daquele primeiro dia na Enfermaria com Jack. Lembro de sua reação, de como ficara assustado com o meu estado, mas logo depois a animação por me ver era facilmente percebida, e ele dormira comigo aquela noite. Aproveitara o primeiro dia para fazer uma caminhada pelo Acampamento, sentindo seu ar, tentando me recordar de cada detalhe, tirando tudo o que não era real da minha cabeça, de todas aquelas noites de tortura. Freddie me acompanhara, brincando comigo. Foi um dos primeiros dias em que estava feliz nas últimas semanas.
    — Você está animado, hein? — Sorri quando ele deitou na cama, fazendo leves cócegas em sua barriga. Ele riu com gosto, e logo eu me deitei ao seu lado, mexendo em seus cabelos castanhos. Ele havia puxado isso de Jack, mas meus olhos verdes haviam permanecido.
    Para acalmá-lo, resolvi cantar uma breve música, uma de minhas preferidas que, por um motivo, havia entrado na minha cabeça nos últimos dias.
    — "Many nights we prayed with no proof anyone could hear. In our hearts a hopeful song, we barely understood. Now we are not afraid, although we know there's much to fear. We were moving mountains, long before we knew we could. [...] In this time of fear when prayers so often proved in vain, hope seems like the summer birds, too swiftly flown away. Yet now I'm standing here, my heart so full I can't explain. Seeking faith and speaking words I never thought I'd say. There can be miracles when you believe, though hope is frail its hard to kill. Who knows what miracles you can achieve, when you believe, somehow you will, you will when you believe".
    Eu não havia acabado a música, mas Frederick já havia adormecido. Sorri com a tranquilidade que ele estava, abraçado no travesseiro e sorrindo, provavelmente por ter a mãe por perto de novo. E ele me passava aquela sensação de novo. Me aconcheguei ao lado dele, tomando cuidado para não despertá-lo e, logo depois, também dormi.

    No meu sonho, eu andava por um longo corredor. Daqueles tipo filme de terror, aonde você cobre os olhos porque sabe que, do fundo daquele local escurecido, surgirá uma forma para te assustar, sabe? Mas eu não estava com medo. Fui avançando tranquilamente, apesar de parecer que não havia fim, porque a porta ficava cada vez mais distante. Ao andar, passava por alguns quadros que, no começo, não me interessaram. Então, passei a prestar a atenção, e as imagens pintadas deixaram de ser um borrão incompreensível e viraram cenas de minha memória. Cenas boas, pelo que eu percebia. Sorri, enquanto olhava, registrando cada detalhe, até que a porta por fim chegou. Havia apenas um quadro pendurado na entrada, que mostrava uma pessoa. Não a reconheci, portanto, simplesmente abri a porta. Se eu, por acaso, estivesse acordada, eu não abriria facilmente, mas nos sonhos somos feitos desses impulsos estranhos. Ao entrar na sala, uma escuridão dominou meu olhar, até que ela foi se acalmando. Então, me localizei. Estava numa sala fechada e pequena. Havia sangue escorrendo pelo local. Armas de tortura sobre uma mesa. E a Caçadora torturando nada menos que... eu. Tentei soltar um grito, mas ficou preso na garganta. A Bethany presa sofria espasmos de dor enquanto o sangue descia lentamente pelo corpo dela. Então, ela soltou uma gargalhada e seus movimentos cessaram. A Caçadora se virou, olhando para mim, e sorriu. Este, filha de Zeus, será o caminho que você fará todas as noites. E ele só tem um único destino, como pode perceber. Seu fim. Sua dor. Eu. Eu não lhe abandonarei nunca, Bethany. E aquele corredor serão suas lembranças boas pouco a pouco sumindo de vocês, levando apenas para... a insanidade. E, então quando todo o sonho se dissolvia em um fogo e uma dor familiar, eu reconheci o quadro pendurado a porta. Era eu, mas morta.

    Acordei com um grito, levantando-me. Arfei, passando a mão pelos meus cabelos. Me assustei ao perceber o comprimento - ainda não me acostumara com aquilo. Olhei para o relógio. 3:33. Freddie havia se levantado também, assustado com o meu grito. "Mamãe?" Ele murmurou, fixando seus olhos verdes nos meus. Dei um suspiro. Eu havia de me controlar, pelo menos por ele.
    — Está tudo bem, Freddie. Vamos voltar a dormir. — Disse, em uma voz tranquila, embora um pouco fraquejada. — Está tudo bem. — Repeti, dessa vez com mais vontade, embora eu tenha achado que tenha sido mais para mim do que para ele.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Precious Frisbey em Sab Set 08, 2012 11:42 am

Precious Frisbey Ѫ Zeus Ѫ Level 00


" Haven't you heard? I'm the new bitch around here "


Ao passar pelo portão de entrada, o primeiro local que Precious decidiu visitar foi seu novo quarto. Adentrou o chalé de Zeus vagarosamente, estimando não encontrar pessoa alguma, e assim, após concretizar seus almejos, largou suas cinco malas em sua nova cama, deixando-a completamente coberta de mochilas. O lugar era minúsculo em comparação com seu antigo quarto, entretanto parecia ser o melhor chalé dali, composto por um charme moderno e iluminado o bastante para que ela pudesse se sentir bem. Andou com passe repletos de pesar até o banheiro, despiu-se por completo e entrou em um banho quente, que não poderia sequer comparar-se a sua banheira, mas era o que ela tinha naquele momento. Saiu pondo a camiseta do acampamento e um short jeans. Terminou de arrumar se cabelo, e após concluir a maquiagem, abriu a porta do chalé e se preparou para enfrentar o novo mundo.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Seg Set 17, 2012 2:38 pm



God and his priests and his kings, all were waiting... All will wait as they go over.
Held between heaven and hell, as they're dancing, as they dance over and over.

      Foi uma sorte grande achá-los na Enfermaria, pensei para mim mesma. Na verdade, não sei o que faria hoje, sem eles. Logo após eu me ferir na Arena, eu fora lá para cuidar do machucado, e, procurando por remédios, acabei os encontrando. Contei os comprimidos de Vicodin. Treze. Coloquei duas pílulas ovais brancas sobre um móvel ao lado da minha cama e aninhei as outras onze no porta-remédio de bronze para mais tarde, acolchoando-as cuidadosamente para que não fizessem barulho. Treze Vicodins extrafortes. Era pra ser o suficiente. Suspirei e peguei novamente a caixinha, separando mais cinco, acrescentando ao porta-remédio cor de âmbar. Dezoito comprimidos de Vicodin. Dez miligramas de codeína e 750 miligramas de acetaminofeno em cada dose. A dosagem máxima de acetaminofeno tolerada pelos rins era de 4 mil miligramas em 24 horas, pelo o que eu pesquisara. Eu já havia feito as contas. Dava 5,33 comprimidos por dia. Nem de perto o bastante para fazer a dor parar. Eu não conseguia tomar apenas cinco, era quase impossível. Então eu comecei a jogar com o vício; quando eu chegasse a 25 comprimidos por dia, me forçaria a parar, partiria os comprimidos em dois e voltaria à dose recomendada de quatro ou cinco por dia. Então eu aumentaria a dose novamente, dia após dia. Era um jogo. Todo mundo tinha sua vez. Vicodin para a dor. Xanax para ataques de pânico. Zantac para o estômago. Ambien para dormir. Todos no porta-remédio do meu bolso que eu levava a qualquer lugar. Já haviam passado mais alguns dias desde aquele dia na Arena, mas usar esses remédios parecia agora uma rotina que eu seguia desde que nascera. Não havia volta. Eu apenas fazia de tudo para que Jack não os visse. Lembrava da promessa que eu o havia feito antes de sair em missão: não seria como sua mãe. Não seria viciada em bebidas, drogas ou qualquer outra coisa. Seria a mãe que ele não tivera para Freddie. Mas eu não conseguia. Assim, lutava para que ele nunca descobrisse mas, mesmo que algum dia ele percebesse, eu já havia decepcionado a mim mesma.
Summer has come and passed, the innocent can never last. Wake me up when september ends.
Like my father's come to pass, seven years has gone so fast. Wake me up when september ends...


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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Qua Out 03, 2012 8:11 pm



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Entrei no meu Chalé, um pouco depois do fim da tarde. Nesse horário, a maioria dos meus outros meios-irmãos estavam no Pavilhão, após terminar suas tarefas diárias, iniciando a janta. Estranhamente, eu estava sem fome. Ao invés disso, me sentia cansada e queria apenas dormir no meu habitual beliche. Sentei na cama de baixo, pegando o porta-remédio do bolso e pegando dois comprimidos de Ambien, o remédio para dormir. Coloquei-os na boca, mas, antes de engolir, fui até a pia nos fundos do Chalé para encher um copo com água. Então, a pessoa que vi parada do lado da pia, encostada na parede, me fez engasgar e cuspir os dois remédios.
– Olá, Bethany. Sentiu minha falta?
Era a Caçadora. Meu cérebro simplesmente não parou para pensar na lógica de tudo aquilo; eu só sabia de uma coisa: ela estava parada a alguns metros de mim, sorrindo. Pronta para, talvez, aplicar outra tortura. Como não respondi, ela se aproximou de mim.
– Que pena. Eu senti.
– Saia de perto de mim. Agora. – Disse, com o máximo de segurança que consegui. Saquei minha adaga, apontando para ela. Respirei fundo várias vezes, então fechei os olhos, murmurando para mim, baixo, várias vezes: – Ela está na sede dos Caçadores. Elanãoéreal, elanãoéreal, elanãoéreal...
– Não sou? Eu me sinto bem real, pra falar a verdade. Bonito chalé. – Ela sorriu, com ironia. Foi andando lentamente cada vez mais para perto de mim e eu, me afastando. – Estranho isso vindo de você, já que tem me visto pelo Acampamento.
Balancei negativamente com a cabeça. Eu tinha que me controlar. Pelo menos agora.
– Essas alucinações. Visões da prisão. Os gritos. Você. Não é real. Eu sei o que é isso. É só meu cérebro, trazendo lembranças daqueles dias. Eu ainda estou sendo torturada, mas... é só isso. – Afirmei, não para ela, é claro. Para mim mesma.
Balancei a cabeça, guardando a adaga, e voltando a sentar na minha cama. Primeiro passo: ignorá-la. Talvez sumisse após um tempo.
Mas ela continuou falando, vindo até a mim.
– Hmm, essa é uma boa teoria. – Foi dizendo, então sorriu. – Está errada. – Murmurou lentamente, parecendo apreciar o modo que fazia efeito em mim. – Own, Bethany, não é você que está ficando louca. – Ela disse, sentando ao meu lado. Levantei. – Todo o resto que está.
– O quê...
– Tudo, Bethany. Desde o segundo que você escapou daquela prisão.
– Impossível –
– Não. Escapar era impossível. – Ela sorriu. – Eu tenho que dizer... – Então ela riu, parecendo que falava consigo mesma. – Essa foi a minha melhor tortura até agora! Fazer você acreditar que você estava livre e então... mostrar a realidade de novo para você. É um novo tipo de veneno, devo admitir, que faz você ter alucinações com o que eu desejar. Bem útil.
Abri a boca para dizer algo, mas não conseguia. Eu estava paralisada. Não podia ser verdade... não podia.
– Você nunca escapou, Bethany. Você ainda está naquela prisão – Ela sorriu, dando uma piscada. – Comigo.
Antes que eu processasse alguma coisa, ela correu até a mim, me segurando pelo pescoço e encostando-me na parede. Não conseguia dizer algo, e pela maneira que ela me segurava, mal conseguia respirar também. Eu não podia estar ainda lá. Não podia. Simplesmente não.
– Você acha que esse seu sonho febril é realidade? Seus amigos aparecem lá na Sede, desculpa, no meio de centenas de Caçadores, praticamente desarmados, e salvam você miraculosamente enquanto está sobre as minhas mãos? Acredite, Bethany, nada foi real. Espero que tenha aproveitado o tempo que passou sentindo de volta seu precioso Acampamento.
Então ela soltou o meu pescoço, dando um soco na minha barriga. Cai de joelhos, mas ainda podia observá-la acima de mim.
Você é real. Eu sou bem real. Tudo isso em volta de você é o que posso chamar de... cenário. – Disse, sorrindo.
– Não.
– Sim, Bethany. Você é a minha colega de quarto. Meu pequeno objeto de tortura.
– Não. Não, não, não! – Disse, cada vez mais alto, até que tampei meus ouvidos, para não ouvir se gritaria. Não podia ser verdade.
Bethany. Bethany...
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Jack Brown em Qua Out 03, 2012 8:37 pm


Jack Brown . Ares . 1O

Eu queria ver Bethany agora, saber se estava tudo bem, como estava se recuperando. Mas queria ficar mais sozinho, só eu e ela, por isso acabei deixando Frederick com James. Claro, James não estava nada bem, mas nunca soube de nada ruim ocorrido com o menino estando com meu irmão. Pelo menos com ele James tinha um certo juízo. Mas quando cheguei perto do chalé de Zeus, o que percebi era diferente do que eu esperava. Eu estava sempre esperando uma recuperação física, um pouco do emocional por tudo o que passou, mas não isso. Fiquei parado atrás da porta que estava entreaberta, observando. Bethany falava sozinha, dizendo frases à alguma pessoa imaginária que parecia atormentá-la. Era a Caçadora. Ela estava vendo a Caçadora ali, ainda tentando torturá-la. Droga. Aquilo era horrível e me segurei para não entrar de supetão no quarto. Quando eu pensava que algo estaria sendo bom, sempre, sempre acontecia o contrário. Mordi o lábio e respirei fundo. Raiva começava a crescer dentro de mim. Por que? Por que? Por que? Então quando ela foi para a parede, ao chão, gritando e tapando os ouvidos, não podia mais ficar apenas olhando. Com tudo entrei no quarto e corri até ela, segurando-a, tentando acalmá-la. Bethany! Bethany, calma! Sou eu, estou aqui! Calma, está tudo bem. Não há ninguém aqui, só eu e você. Ela não é real. Ela não é real.

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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Qua Out 03, 2012 9:20 pm



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Bethany. Bethany. Bethany. "Bethany, calma! Sou eu, estou aqui!". Aos poucos, a voz da Caçadora foi substituta por outra. Familiar. Uma que não ouvia direito há um tempo, que eu precisava ouvir. Senti Jack me segurando, tentando me acalmar, mas simplesmente não consegui abrir os olhos. Aos poucos, consegui parar com os gritos, acreditando que a Caçadora não estava mais a minha frente, e sim Jack. Acabei me acalmando um pouco, mas ainda não conseguia abrir os olhos. Não enquanto tinha o medo de ela ainda estar ali na frente e, em um piscar de olhos, comprovar que tudo aquilo que ela dissera era real, e então eu estivesse de volta na prisão. As palavras de Jack foram aos poucos preenchendo meus ouvidos, e eu tentei acreditar nelas. Parei de tentar lutar conta ele e simplesmente afundei a cabeça em seu peito, sentindo as lágrimas caindo. Ele me abraçou, segurando-me, falando palavras gentis para que eu tentasse me acalmar. – Ela estava aqui, Jack. – Murmurei, entre as lágrimas, ainda de olhos fechados. – Bem minha frente. E eu simplesmente não sabia o que fazer... – Sussurrei. Então, atrevi a abrir os olhos. Encontrei os azuis dele e respirei fundo. – Ela disse... ela disse que nada disso é real. Que eu ainda estou lá. – Finalizei, mordendo o lábio e fechando os olhos mais uma vez. E se... e se ela tivesse apenas decidido me torturar um pouco mais? Me botar nessa realidade de novo só para me tirar dela no momento que quisesse? E se, nesse exato instante, eu ainda estivesse lá? Eu não conseguia pensar nisso. Mal conseguia acreditar mais se Jack, a minha frente, era mesmo real. Abracei-o com mais força, tentando garantir isso, mas ele provavelmente deve ter percebido a minha linha de pensamentos. – Eu estou tão assustada....– Pensei em buscar algum dos remédios que tinha deixado em cima da cama, para me controlar, mas simplesmente não podia fazer isso com Jack por perto. Ele não poderia saber. Virei a cabeça para o outro lado, tentando ignorar a vontade de simplesmente correr até eles, mas simplesmente vi a Caçadora rindo no fundo do Chalé, e acenando para mim. Ela ainda estava ali.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Jack Brown em Qua Out 03, 2012 9:48 pm


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Abracei Bethany tentando deixá-la mais calma. Só então as suas palavras foram digeridas por minha mente. Não era real. Nada disso era real em sua mente. Eu não era real para ela, e percebi que quando me segurou com mais força era para se certificar daquilo. Fechei os olhos e respirei fundo. Segurei-a então atrás da cabeça e no ombro com um pouco de força, fiz com que me olhasse e falei com firmeza: Isso é real. Esse acampamento é real. Essas pessoas são reais. Esse chalé é real. Eu sou real. Segurei-a com um pouco mais de força mas nada que pudesse chegar a machucá-la. Isso é real. E fiquei ali, olhando nos olhos dela, tentando ver algum sinal de segurança que pudesse vir a nascer, mas não havia nada de tão diferente. E por fim, beijei-a com força, intensidade, mais do que me lembrava ter dado. Mais do que o beijo que dei quando ela estava ainda na enfermaria. Parei rapidamente para recuperar o fôlego vendo que já estava ofegante, mas logo voltei a beijá-la ainda daquele jeito de antes. Minha mão que estava no ombro deslizou até parar na sua cintura e a trouxe mais perto. Beijei então seu rosto, seu nariz, sua boca novamente e desci até o seu pescoço. E então parei em um momento, levemente sem fôlego, mas deixei meu rosto ainda tão próximo de sua pele naquele mesmo local que podia sentir minha respiração tocando sua pele e se espalhando. Isso é real. Sussurrei, em uma altura que mesmo se houvesse alguém aqui bem próximo não me ouviria, afinal aquilo era somente para ela ouvir e mais ninguém. Mas foi então que meus olhos deslizaram para o lado, para a cama dela, para o que havia ali em cima. Não demorei muito para entender o que vinham a ser aqueles remédios. Sim, simples remédios, mas não quando passam da dose utilizada e em quais situações são ingeridos. Estava acontecendo novamente. Tudo que eu tive de ver e aturar durante dezessete anos estava acontecendo novamente. O que... B-Beth... Percebi que ela entendia já que olhou para a mesma direção que eu. Estiquei os braços e peguei os frascos, olhando um por um rapidamente e voltando a olhar para ela. Meu rosto estava vermelho e eu percebi que estava tão irritado, tão nervoso que meus olhos lacrimejavam. Bethany, o que é isso? Falei com firmeza. Houve um silêncio entre nós, o bastante para saber com certeza exata o que era. Eu não quero isso. Eu não quero isso pro meu filho. Ele não merece ver isso. Passar por tudo isso. Parei, começando a estremecer. Isso NÃO VAI acontecer! Não de novo! Olhei novamente para os remédios. Aquilo poderia até mesmo estar mexendo com a mente dela se todos misturados e nessa dose que gerava o vício, misturados ao abalo psicológico e emocional das torturas. Levantei-me e fui até o banheiro, já decidido de que faria aquilo. Mesmo que ela pedisse que não, mesmo que ela gritasse, eu não iria parar. Não hesitei em abrir cada um dos potes e lançar tudo para dentro da privada e depois então, a descarga. Ela estava lá, me segurando, pedindo que não, mas não parei. Mais duas descargas foram necessárias e quando terminei lancei os potes no chão e segurei-a nos braços como segurara antes, mas com mais força. Olhe pra mim! Lembre-se de tudo o que já lhe contei, tudo! Tudo sobre mim, sobre James, lembre-se da noite em que esteve em Los Angeles e viu nossa antiga casa. Olhe para James agora. É isso que você quer para Frederick?

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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Qua Out 03, 2012 10:44 pm



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Recebi seu beijo, no início, ainda um pouco assustada, mas aos poucos correspondi da mesma maneira que ele fazia, tentando me agarrar ao que ele havia dito. Beijei-o fortemente, e aquilo foi como uma corrente elétrica passando pelo meu corpo inteiro. Fazia tempo que não sentia algo assim, algo tão... real. Assim como ele havia dito. Aos poucos estávamos ofegantes, mas ele não parou, e eu também não. E então fui verdadeiramente acreditando naquilo. Sim, ele era real. Isso era real. Sempre foi, e nada podia mudar aquilo. Forcei um sorriso para ele, e acho que saiu mais naturalmente do que pude imaginar, dadas as devidas circunstâncias. Por alguns momentos, ficamos apenas nos observando, olhos azuis e verdes, tão próximos, sentindo as nossas respirações. Olhei para o lado, vendo se a Caçadora ainda estava ali. Uma parte do meu cérebro ainda a via, mas Jack me deu outro beijo que a fez, aos poucos, sumir. E ela não estava mais ali, assim como nunca esteve. Por um momento, tive uma sensação realmente boa. Com aquilo, um pouco a cada dia, não apenas vindo de Jack, eu poderia suportar cada dia. Um por um. Estava prestes a comentar algo relacionado a isso para ele quando vi aonde estava direcionado seu olhar. Em cima da cama. No porta-remédios... ah não. E, como uma bolha, toda aquela sensação explodiu, e era como se eu tivesse voltado a realidade. Vi Jack pegando os remédios, e mal pude impedi-lo. Até eu ter levantado ele já estava de volta, interrogando sobre aquilo. Não consegui responder. Não consegui formular alguma resposta, algo que pudesse ser explicado diante daquilo, porque talvez simplesmente não havia uma explicação. Era o que era. Ele deve ter percebido isso, pois percebi seu rosto ficando vermelho, e ele cada vez mais irritado. Pronto. Não havia como voltar atrás. Agora que ele sabia disso, não havia como impedir o que estava por vir. Ouvi as suas palavras, sentindo uma forte dor de cabeça, quase como se eu tivesse levado uma pancada na cabeça na hora que aquela bolha estourou. E, realmente, fora quase isso. Jack, por favor. Por favor, eu sei disso. Eu sei... só que... Mas não havia como fazê-lo ouvir, e minha voz parecia fraca demais no momento. De repente, Jack se virou e foi na direção do banheiro. Percebi o que ele iria fazer com apenas um olhar, e corri em sua direção. Por um momento, eu não conseguia suportar ficar sem os remédios. Jack, por favor! Por favor, não faça isso. Espere, por favor! Implorei, mas de nada adiantou, porque ele havia jogado tudo pela descarga. Mal havia processado isso quando ele voltou-se para mim, me segurando com força, de uma maneira que fez com que os meus pulsos doessem, que minha cabeça latejasse. Assim que ouvi suas palavras, soltei-me dele com toda a força que consegui, mesmo que isso fizesse um longo arranhão no meu braço. Você acha que não sei? Acha que eu não pensei nisso, Jack? Eu penso nisso em cada dia que eu acordo naquela cama e vejo aquele porta-remédio. Eu penso em cada vez que coloco um deles na minha boca! Em como eu sabia que estava te decepcionando, que estava me tornando um de seus, talvez o maior, pesadelo! Eu estava decepcionando a mim mesma, Jack, mas eu simplesmente não conseguia. Você não tem ideia de como foi essas últimas semanas. Eu não conseguia dormir algum dia sem ter pesadelos, eu mal conseguia andar pelo Acampamento sem praticamente me sentir naquele lugar de novo! Eu não estava suportando mais; cada dia eu acordava pensando que eu estaria lá novamente. Pronta para ser torturada de novo. Eu nunca mais vou ser a mesma, Jack, e não sei se você consegue perceber isso! Ela acabou comigo, mas nenhum de nós teve a coragem de admitir até agora! Eu sei que isso me faz fraca ou uma viciada, mas eles me deram algo que eu não conseguia mais ter, de nenhum jeito. E eu sei como é errado e como isso ia prejudicar a minha família, mas eu não conseguia parar. E eu tentei esconder. Tentei continuar a parte da vida que nós paramos, mas isso nunca mais vai dar certo! Eu não quero ser essa mãe para Freddie, Jack. Esse tormento de novo para você e James. Talvez... talvez fosse melhor se eu me afastasse de tudo por um tempo. Para o bem de vocês, porque eu não quero que passem por isso de novo. Talvez... talvez seja melhor. Eu disse, me desviando dele. Sai andando para fora do Chalé, não importando o que ele dissesse. Eu podia estar errada em muitas coisas, mas estava certo nisso: Jack e James não mereciam passar por isso de novo, e Freddie não poderia ter essa infância. Enquanto caminhava para longe, eu quase podia ouvir a Caçadora sussurrar na minha cabeça: "Ei, talvez eu não seja real. Acontece. Mas eu não estou indo para lugar algum, Bethany".
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Jack Brown em Qua Out 03, 2012 11:00 pm


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E então ela se soltou de mim daquela maneira, dando-me um tamanho choque que simplesmente fiquei parado, sem reação, ouvindo ao que ela dizia. E então era como se tudo estivesse indo, se desfiando, se desfazendo. Não, não, não! Não podia ser assim. De repente foi como se eu me sentisse com raiva, mas inútil. O que eu havia feito? Ela poderia ter me contado, logo no início antes dos remédios, mas de algum modo eu não fora confiável e presente o bastante para que ela confiasse em mim e me contasse como estava. Ela preferiu esconder, preferiu não dizer. Suas últimas palavras me trouxeram de volta à realidade e levantei a cabeça, chocado, assistindo-a ir embora para longe. Ela não podia ir embora. Não podia. Em alguns momentos já saí correndo atrás dela. Bethany! Chamei. Bethany! Ela iria correr de mim, eu sabia disso, mas para isso já estava apressando os passos até que a alcancei. Lutamos um pouco, ela querendo ir, eu não deixando, até que no fim eu estava frente-a-frente com ela, olhando em seus olhos, pensando em algo para dizer. Você... Você não pode ir. Você não pode. Senti-me ainda mais idiota por ter dito somente isso. Não era isso que eu queria falar, eu tinha muito a dizer mas nada saía ou parecia certo para sair. Você... Eu... Você poderia ter me contado. Desde o começo. Eu iria te ouvir, iria te ajudar. O-olhe, olhe... Olhe para James e Bianca, ou... Jodelle e... Gale. Eles contaram. Gale e Bianca os ouviram e tentam ajudar. Eu... Eu iria tentar. Percebi que minha voz falhava e tremia, mas esforcei-me para que não chegasse a chorar. Não iria chegar a esse ponto. Eu ainda posso te ajudar. Por favor, não pense nisso de ir. Se, se quer saber, seria ainda pior para Freddie. Te ver ir mais uma vez. Ele sofreu. Mas ele ficou tão feliz em te ter de volta... Eu fiquei. Segurei então suas mãos, não com força, não com firmeza, mas as segurei, sentindo a pele macia que tinha. Por favor... Minha garganta doía de tentar segurar algum choro. Por favor, não vá.

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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Sex Out 05, 2012 10:04 pm



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Eu conseguia sentir lágrimas descendo pelo meu rosto enquanto corria. Não sabia se era de frustração, tristeza ou até mesmo ódio por mim mesma. Mas por que delas? Eu devia estar fazendo algo certo dessa vez, pelo menos. Não era melhor para os três? Conseguia ouvir Jack vindo atrás de mim. Apressei o passo, mas eu mal tinha forças depois desses últimos dias, e ele logo me alcançou. Tentei me livrar dele, apesar de que parte de mim realmente queria ceder. Por fim, olhei-o, esperando para ouvir o que tinha a dizer. Percebi que ele estava segurando as lágrimas, mas eu não tive tanta sorte. Limpei o rosto com a mão para que ele não as visse, apesar de não saber muito bem o motivo de não querer isso. Pensei em suas palavras. Sim, Jack, eu poderia ter contado. E só causado mais problemas para vocês depois de todo esse mês horrível que passaram?, disse em minha mente, mas sabia que ele estava certo, principalmente ao lembrar de Gale e Jodelle, e Bianca e James. Mas então, pensei em Freddie, e senti um aperto na gargante. Seria pior ele ficar mais tempo sem a mãe. Lembrei de Riley, ou até mesmo como a mãe de Jack e James era ausente. Não importando o que acontecia, crescer sem a mãe era pior. Olhei para cima, para o céu estrelado, tentando evitar que mais lágrimas saíssem. Mas então, eu simplesmente pensei em Freddie soltando pequenas correntes elétricas no Chalé, nós três na praia enquanto Jack me fazia cócegas, os raros momentos que via James feliz, as noites que eu já passara com Jack e, no fim, por tudo que já passamos, e percebi que aquilo era o mais próximo de família que eu tinha desde a morte de Riley e Ian. Eu não podia abandoná-los. Simplesmente não podia ir embora. Eu sabia, e Jack também. Sem dizer alguma coisa, eu abracei ele, colocando meus braços ao redor de seu corpo e encostando a cabeça em seu peito. Não soube no que dizer, e talvez não precisasse. Dessa vez, deixei que algumas lágrimas caíssem, enquanto ficamos um tempo em silêncio. Apenas parados, ali, na frente de todos os Chalés. Como vamos lidar com isso, Jack? Perguntei, após um tempo, ainda abraçada nele.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Jack Brown em Sex Out 05, 2012 10:19 pm


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Ficamos um tempo sem falar, eu apenas esperando por sua resposta. Quando ela me abraçou, pude sentir todo um peso desabando e saindo de mim, tanto que soltei uma espécie de suspiro e dei um rápido sorriso que não demorou muito para sumir, mesmo com a situação. Na verdade, era principalmente por causa dela, e apenas me limitei a envolver o corpo de Bethany com os braços e deixar que ela afundasse o rosto em meu peito. Passei uma das mãos em seus cabelos curtos e dei um beijo no alto de sua cabeça. Ficamos em silêncio por um bom tempo até que ouvi sua pergunta. Pensei, calado, respirando fundo e respondi: Nós vamos começar de novo. Eu vou cuidar de você agora. Sem remédios, só o necessário para alguma dor ou qualquer coisa. Sem segredos sobre o que está acontecendo. Confiando um no outro. Falava com a voz baixa e calma porém forte. Respirei fundo e então pousei ambas as mãos nas laterais de seu rosto e a fiz olhar para mim, e eu olhei nela. Com uma das mãos limpei suas lágrimas e a voltei ao mesmo lugar. E então, toquei meus lábios nos dela em um beijo rápido, calmo e cuidadoso. Olhei-a novamente, ficando um tempo em silêncio. Vem cá. Suspirei. Virei seu corpo e passei o braço direito por cima de seu ombro, envolvendo-a e deixando-a perto de mim. Você precisa de um banho quente para acalmar. Vem comigo. E comecei a andar com ela de volta ao chalé 1.

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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Ter Out 09, 2012 1:48 pm



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Olhei para ele, escutando o que dizia, e assenti rapidamente com a cabeça. Sem segredos. Repeti, baixinho. Deixei que ele limpasse minhas lágrimas e logo depois fechei os olhos, sentindo seu beijo na testa. Respirei fundo, percebendo como já estava bem mais calma do que quando aquela noite começara. Talvez, a partir daquele momento, as coisas mudassem um pouco. Talvez elas pudessem voltar a como eram antes. Aquele estado de paz e calmaria que pudemos ter após a batalha contra os Primordiais até eu resolver sair com Elizabeth. Quando eu, Jack, Freddie, e boa parte das pessoas daqui, pareciam realmente felizes. Então ele propôs que voltássemos ao Chalé, para que eu tomasse um banho e me acalmasse. Concordei, deixando que ele passasse o braço em volta de mim e apoiando a minha cabeça nele, enquanto voltávamos para lá.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Jack Brown em Ter Out 09, 2012 2:12 pm


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Virei-me e voltamos ao chalé, ela apoiada em mim, deixando-me levá-la. Quando chegamos lá, fechei a porta do chalé e a tranquei para que ninguém nos incomodasse. Levei Bethany ao banheiro, e apesar de saber que ela poderia fazer isso sozinha, eu queria ajudá-la, e fui retirando suas roupas aos poucos. Quanto mais eu tirava, mais percebia as novas cicatrizes pelo corpo. Eu me importava, mas não do modo ruim, portanto não fiquei encarando-as nem olhando estranho. Regulei a temperatura da água do chuveiro, deixando-a um tanto morna. Retirei os sapatos e levei-a para debaixo do chuveiro, começando a dar banho nela e ela não se importava ou reclamava, apenas deixava. O banho demorou uns vinte minutos, pois eu ia com lentidão e cuidado em meus movimentos. Depois fechei o chuveiro e o banheiro se encontrava em completo vapor, deixando a vista enevoada. Peguei a toalha e joguei sobre seus ombros, retirei-a de debaixo do chuveiro e comecei a secar seu corpo com cuidado. Enquanto a secava olhei-a nos olhos, no nariz, nos lábios. Sem me conter ou hesitar, aproximei-me e com as mãos pousadas delicadamente em volta de seu corpo dei-lhe um beijo suave e longo. Depois que nos afastamos ainda fiquei um pouco assim antes de me virar e ir até o quarto pegar roupas novas para ela. Sem pensar bem, peguei apenas uma calcinha e uma camisola. A vesti com cuidado e só então reparei em minhas roupas agora molhadas, em especial a blusa e retirei-a. Passei o braço em volta de Bethany e fui levando-a até sua cama, onde puxei os lençóis abrindo caminho para que se deitasse e a coloquei ali. Antes de pensar também, acabei retirando a calça, bem molhada na parte de baixo, e deitei-me na cama ao seu lado, cobrindo-nos novamente com os lençóis. E então, passei meus braços em volta dela, abraçando-a e deixando-a perto de mim.

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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Ter Out 09, 2012 3:46 pm


Não me importei que ele me desse banho, apesar de ser totalmente capaz de fazer aquilo por mim mesma. Apenas deixei e, na verdade, eu talvez estivesse precisando de um pouco de cuidado. Enquanto ele tirava minhas roupas, não me importei com nenhuma das cicatrizes no meu corpo e o coo o aquilo me lembraria. Apenas fui seguindo suas orientações, entrei no banho. Senti a água descendo pelo meu corpo, imaginando que ela lavasse todos aqueles sentimentos ruins que eu vinha sentindo ultimamente, toda tortura pela qual eu passara e as todas lembranças daquelas semanas. Eu deixaria todos aqueles pensamentos irem embora como a água ia pelo ralo. E, realmente, eu estava cada vez me sentindo melhor, principalmente com ele ali. Após terminar o banho, ele ainda começou a me secar cuidadosamente, e não pude deixar de sorrir para ele depois daquele beijo delicado. Logo depois ele trouxe ainda uma roupa simples, ajudando-me a vestir. Fomos até a minha cama, aonde ele deitou ao meu lado, abraçando-me. Não havíamos dito nada até agora, desde que viemos para o Chalé, mas não precisávamos de palavras naquele momento. Apenas a troca de olhar silenciosa, ou a forma como ele cuidara de mim, ou a maneira como me virei e sorri pra ele novamente, dizia tudo. Ficamos um tempo em silêncio, mais uma vez, e naquele momento eu sabia que poderíamos, de verdade, voltar a sermos como era antes. Eu podia esquecer tudo aquilo. Deitei a cabeça em seu peito, fechando os olhos, e me sentindo em uma paz que não tinha a um bom tempo. Então, sem aviso algum, eu lembrei de uma outra música que eu costumava a cantar para minha mãe quando tinha apenas oito anos, algumas semanas antes dela morrer. Riley, naquela época, não tinha mais do que dois anos, mas sei que a canção deve ter ficado em sua memória, pois às vezes eu a pegava assobiando o ritmo da música. Ela tinha uma melodia tranquilizante e bonita, fácil de ser decorada. Eu havia me identificado com a mensagem que ela passava naquelas semanas, e realmente dizia tudo o que eu queria falar para minha mãe. Na época, ela estava já inconsciente, mas me pego pensando se ela possa ter ouvido, e entendido a mensagem. Agora eu estava mais uma vez me identificando com a música. Mas, diferentemente daquela época, eu tinha alguém ao meu lado que sabia que estava ouvindo. Portanto, de repente, eu comecei a cantá-la, ainda de olhos fechá-los. Baixinho, quase como num sussurro, assim como me lembrava. Something in your eyes makes me wanna lose myself, makes me wanna lose myself, in your arms. There's something in your voice that makes my heart beat fast, I hope this feeling lasts for the rest of my life. If you knew how lonely my life has been and how long I've been so alone; And if you knew how I wanted someone to come along and change my life the way you've done. It feels like home to me, it feels like home to me... It feels like I'm all the way back where I come from. It feels like home to me, it feels like home to me. It feels like I'm all the way back where I belong... Dei uma pausa, conforme a música seguia. A window breaks, down a long, dark street, and a siren wails in the night. But I'm alright, because I have you here with me. And I can almost see, through the dark there is light. Well, if you knew how much this moment means to me and how long I've waited for your touch. And if you knew how happy you are making me, I never thought that I'd love anyone so much. It feels like home to me, it feels like home to me, it feels like I'm all the way the back where I come from. It feels like home to me, it feels like home to me. It feels like I'm all the way back where I belong. Logo após o final da música, eu havia adormecido. Mas, dessa vez, eu sabia que não seria uma noite ruim. Pela primeira vez, seria uma sem pesadelos.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Jack Brown em Qua Out 10, 2012 4:43 pm


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Ficamos ali, em silêncio por um tempo até que Bethany começou a cantar. Fui prestando atenção na letra da música. Era até mesmo assustador como tudo se encaixa com o que acontecia aqui, com o que provavelmente ela gostaria de dizer e o que estava pensando. Enquanto a canção ia terminando, segurei-a com mais força, trazendo-a mais perto de mim. Aos poucos a canção foi terminando e ela foi ficando mais mole até que enfim, adormeceu. Respirei fundo. Nada seria mais fácil daqui pra frente, nada. Mas por enquanto, com o silêncio e a calmaria, limitei-me a apenas fechar os olhos e render-me ao sono.

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Mensagem  johnkira em Sex Nov 23, 2012 8:23 am

Acabo de chegar no acampamento e já estou totalmente deslumbrado e completamente perdido,acabei chegando no chalé de Zeus um lugar fantástico(cara meu velho realmente e importante)entro meio acanhado pois não sei se deveria estar ali sento em um beliche e espero alguém vim falar comigo mas estou tão cansado que acabo cochilando ali mesmo.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Bethany Bloom em Sex Jan 11, 2013 3:20 pm

We are the Kings and the Queens

Enquanto me olhava no espelho, suspirei. Talvez não estivesse bom o suficiente, mas era o que eu tinha no momento. O vestido era preto e era a primeira vez que eu usava salto alto há um tempo. Era o vestido que eu usara no Baile de Inverno com Ian e o único que eu havia guardado. Mas, ainda assim, estava bom. Uma ansiedade me atingiu ao ouvir uma batida na porta. Provavelmente era Jack. Sorri para o espelho, dando um último suspiro e ajeitando minha máscara, até ir a porta.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem  Jack Brown em Sex Jan 11, 2013 3:43 pm


And no rivers and no lakes can put the fire out
I'm gonna raise the stakes. I'm gonna smoke you out.

Me arrumar daquele jeito ainda era algo estranho para mim. Pelo menos ver todos os meus irmãos na mesma correria e situação me fazia relaxar um pouco, e uns ajudavam os outros, mas sempre ao jeito de Ares: correndo, sem muita atenção e gritando, ou seja, tudo em completa harmonia. Depois de pronto, saí rapidamente do chalé e fui até o chalé de Zeus buscar Bethany. Como poderiam ainda haver pessoas se arrumando - ou seja, peladas -, bati na porta ao invés de simplesmente abri-la. Quando a vi, perdi um pouco o fôlego. — Você está linda — falei com um sorriso no rosto. E era verdade. Ela estava linda. Segurei sua mão e girei-a lentamente. O sorriso cresceu. — Pronta para ir?

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Re: Chalé 1 - Zeus

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