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Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

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Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

Mensagem  Administração em Sab Jul 21, 2012 5:43 pm

Apesar de morarem na Inglaterra, sempre que sua mãe vinha aos EUA por causa de seu trabalho, ela ficava nesse apartamento, em uma das partes mais ricas da cidade. Situado no último andar de um prédio de trinta andares, o apartamento é grande. Ocupa o andar inteiro, sendo que o elevador para dentro da casa quando a senha é inserida. Possuí cinco quartos, um deles, o de Jeremy, tendo acesso para o terraço do prédio.
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Re: Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

Mensagem  Jeremy Lightwood em Sab Jul 21, 2012 8:44 pm


"Feels just like I don't try, looks so good i might die, all i know is everybody loves me"
E lá estávamos mais uma vez nos EUA. Por causa do internato, eu não vinha aqui desde meus nove anos. Chegamos no aeroporto há apenas uma hora; Zoë queria começar a investigar imediatamente, mas a convenci a pelo menos uma noite de descanso. Fui para o meu quarto assim que cheguei, cansado de que ela ficasse ordenando tudo em minha vida. Sei que nossa mãe é importante, mas me tirar de lá do jeito que ela fez? Olho para o meu antigo quarto, um tanto vazio desde a última vez, e subo as escadas para o terraço. Está uma noite tranquila de verão, e o ar está gostoso para ficar apenas de camisa. Se estivéssemos na Inglaterra, provavelmente veríamos as estrelas, mas as luzes e poluição dessa cidade fazia com que tudo obscurecesse. Comecei a andar pelo local, sem ter um objetivo específico, quando ouvi um barulho do outro lado do terraço. Por causa de uma pequena construção que acho ser um depósito, não consigo ver alguma coisa, mas, ao me aproximar, ouço uma voz. Desçam aqui! A filha de apolo precisa de ajuda, e Michael não irá continuar enquanto não cuidar dela. Inicialmente, não entendi nada. Fui avançando aos poucos, desejando estar com a minha espada - ou melhor, meu tridente/isqueiro - por perto. Seria útil. Assim, pego apenas um cano, silenciosamente, que encontro jogado perto do depósito, enquanto contorno a pequena construção. A alguns metros de mim, está um enorme cavalo marrom, e um vulto que não consigo enxergar direito. Franzo as sobrancelhas, perguntando-me como diabos havia um cavalo ali em cima. Está olhando o quê? Diz a mesma voz. Olho para os lados. Não foi o vulto, porque ele ainda encontra-se virado, portanto procuro por outra pessoa. Ninguém. Apenas o cavalo me encarando longa e profundamente Começo a olhá-lo mais atentamente, ainda parado, quando, de repente, consigo enxergar melhor. Há duas asas saindo do animal, grandiosas, e ele bufa como se estivesse pronto a defender o vulto. Pégaso. Mas como? "Quem é você?" Pergunto, levantando a voz, e então pensando se talvez isso tenha sido uma ideia estúpida. O vulto se vira para mim, e o luar ilumina seu rosto. É um garoto, um pouco mais velho do que eu, mas o que realmente chama a atenção é o corpo que ele carrega entre os braços. Uma garota, com uma enorme mancha de sangue no peito, além de diversos outros ferimentos espalhados pelo peito. Com apenas um olhar, sei que ela está morrendo. O garoto me olha um pouco desesperado, mas logo relaxa a expressão. Talvez pensasse ser outra pessoa. Ele simplesmente me ignora, começando a deitá-la no chão e pegando diversos objetos que não consigo reconhecer ao longe. Recupero do transe de ter visto aquele corpo e me aproximo cautelosamente. "Por Deus, ela... está bem?" Uma pergunta estúpida. Ok. "Você quer alguma ajuda?" Por uma razão, o fato de ele possuir um pégaso me deixou um tanto menos receoso com o perigo. Talvez ele fosse que nem eu e minha irmã, e explicasse o que foi tudo isso pelo qual passamos. Não é assim que acontece nos milhares de livros que minha irmã lê? Mas diversas criaturas quase nos mataram também. Assim, decido não avançar até que ele responda algo. É nesse momento que mais alguns pégasos descem em cima do terraço, fazendo um barulho que provavelmente alertará minha irmã. Mais pessoas descem dos animais, me cercando, todos um pouco mais velho que eu. Se por acaso isso for uma armadilha, estou preso. Olho para o cano que seguro, pensando que talvez eu esteja parecendo perigoso. Largo-o no chão, mostrando minhas intenções.
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Re: Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

Mensagem  Jack Brown em Seg Jul 23, 2012 5:22 pm

Laís estava ferida. Muito ferida. E apesar de a missão ser um "sucesso", eu não estava aliviado. Bem, sucesso uma ova. Laís poderia morrer, e todos nós estávamos feridos, e os pégasos assustados e cansados pelo peso que aumentara. Bethany estava comigo, no meu pégaso. Decidi deixá-la à minha frente, pois seria melhor caso ela não aguentasse se segurar em mim. Pelo menos eu podia segurá-la. Por fim, Michael apontou o terraço de um prédio, e pousamos lá. Todos precisávamos de descanso e recuperação, mas o foco agora era Laís... Mas Bethany ainda estava cheia de sangue. Droga. Mas quando pousamos havia algo de estranho. Uma pessoa estava lá, um garoto. Por um momento, ainda com toda a adrenalina, eu retirei minha adaga, que reluziu com a luz da noite, criando um brilho ameaçador. Poderia ser um dos Caçadores. Mas como ele havia chegado aqui? Teria nos seguido? Não, não pode ser, teria que correr muito, só se fosse de carro ou cavalo. Deixei a adaga empunhada, tudo ainda se passando rapidamente em minha mente, o sangue correndo rápido nas veias. Quem é você pergunto eu. Então... diga. Ele tinha uma barra de ferro consigo, pronto para um ataque. Ele observou o cano mas depois de um tempo o soltou, como se dissesse não ser inimigo. Ainda assim apertei os olhos. Pensei um pouco antes de perguntar, mas tinha que saber: Você é um deles?
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Re: Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

Mensagem  Zoey Lightwood em Seg Jul 23, 2012 11:26 pm



You were my conscience, so solid now you're like water. And we started drowning, not like we'd sink any further
But I let my heart go, it's somewhere down at the bottom. I'll get a new one, and come back from the hope that you've stolen
Estava no meu quarto, olhando para a mochila agora vazia. Mesmo que fiquemos pouco tempo, eu ficaria estressada toda vez que procurasse roupas na mochila. Prefiro olhá-las no meu guarda-roupa, mesmo que estejam bagunçadas. Pelo menos tenho mais visão de espaço. De qualquer forma, daquele jeito, eu estava pegando a melancolia e o drama do Jeremy. Chutei a mochila para longe, indo pegar algo para comer na cozinha, quando eu ouvi barulhos lá em cima. Jeremy? É você? Sem respostas. Rapidamente, conferi se meus dois punhais estavam no bolso, mas também peguei um revolvér de balas normais que tenho guardado por segurança. Passei pelo seu quarto; vazio. Entretanto, a porta que dava pro terraço estava aberta. Subi silenciosamente, a arma nas mãos. Ao avançar pelo lugar, consigo ouvir algumas vozes, mas nada que eu consiga entender de longe. Quando estou próxima o suficiente, finalmente entendo algo: "Você é um deles?". Franzi o cenho, apontando a arma, até que consigo ver a cena. Jeremy está cercado por diversas pessoas, todas carregando armas. Ele acaba de soltar um cano no chão. Não sei quem são, mas também não tenho tempo de avaliar. Meu irmão pode estar em sério perigo. Chego perto de uma garota, que estava mais próxima de mim. Ela tem cabelos longos e castanhos, e seguro-a por trás, apontando a arma para sua cabeça. Ninguém tinha percebido eu me aproximar, mas agora, todos tem a atenção em mim. Larguem as armas. Grito. No começo, eles não reagem. Seguro a garota com mais força. Agora! Eles soltam, alguns de imediatamente, outros mais apreensivos. Até que olho para os cavalos, que até então, não havia percebido. De alguma maneira estranha, porque há vários deles aqui em cima. Mas não são simples cavalos, e sim pégasos. Agora posso ver melhor. "Por que ela está segurando a filha de Afrodite?" "Ela vai matá-la?" "Mas ela é uma semideusa". "Os dois são de Poseidon". "Cara, achei que filhos do chefe eram do lado bom". Eles conversam um com os outros, e, como sempre fiz, entendo-os. Parecem confusos e apreensivos, esperando alguma resposta para tudo que estava acontecendo. Filha de Poseidon, solte-a. Ela é como você. O que está fazendo? Ouvi a voz de outra, mais controlada. O pégaso está mais perto, e tem uma pelagem marrom, me encarando profundamente. Próximo dela havia um garoto, segurando uma adaga. Então raciocinei as coisas, olhando para todos. Semideuses. Sussurrei baixinho, então larguei a garota. Fui para trás. Ei, ei, foi apenas um mal entendido, ok? Nós não queremos machucar vocês. E soltei o revólver no chão. Eles ainda olhavam apreensivos, e a garota que até agora eu estava ameaçando foi mais perto deles. Somos semideuses também. Filhos de Poseidon. Jeremy franze o cenho para mim. Ótimo, mais tarde terei de explicá-lo, e sei que ele não ficará nada satisfeito ao saber que eu escondia isso dele. Posso provar. Acrescento rapidamente. Vejo uma caixa d'água perto, e faço uma quantidade pequena de água sair de um pequeno furo na mesma. Ela vem até meus dedos, entrelaçando-os, e faço com que flutue até o meio dos outros semideuses. Por fim, deixo que ela caia. Ainda não controlo muito bem esse poder, mas espero fazê-lo em breve. Pode se tornar realmente útil. Eles parecem um pouco menos apreensivos, e não reajo quando recolhem as armas. Ainda assim, um clima tenso está no ar. Vocês são filhos de quem? Pergunto por fim, guardando meu revólver no bolso. Olho para o estado deles. Cansados, cheio de ferimentos, algumas em um estado horrível. Eles provavelmente estariam em uma missão, como minha mãe explicara o funcionamento desse Acampamento, alguns dias antes de viajar. Eu sabia que estávamos próximos do suposto lugar, mas ainda assim não contara para Jeremy. Precisávamos nos concentrar em descobrir o que causara a morte dela. Meu irmão não era tão ligado a ela como eu era. Ele não entendia. Vocês querem entrar? Podem passar a noite, limpar os ferimento e cuidar dessas duas. Me refiro a ruiva e a loira. Há um semideus que não havia nos dado atenção até agora, concentrado em ajudar a loira, mas agora desviou o olhar para nós. Tem comida, remédios, e vocês podem descansar. Sugiro por fim.


Última edição por Zoey Lightwood em Dom Ago 12, 2012 12:45 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

Mensagem  Bianca Johnson em Ter Jul 24, 2012 7:02 pm

In your eyes, your eyes, I can see in your eyes... You make me wanna die. Will I never be good enought for you?

Bianca Jonhson § Level 9 § Daughter of Athena

Durante todo o tempo em que estivemos no ar, eu fiquei pensando no estado deplorável em que se encontravam Laís e Bethany, assim como a semideusa encontrada na cela. Especialmente Laís. "O mundo não precisa da luz que se apagará". A frase dançava em minha mente. Laís não pode se apagar. Ela é forte, sempre foi. Mais forte que eu. Ela precisa suportar... Ao olhar nos olhos de Michael, eu vejo claramente que o mundo precisa, sim, da luz. Apenas desejava poder voltar no tempo e pedir a Laís que me explicasse os acontecimentos, mas agora era tarde demais. Por fim, pousamos em um terraço, e eu me sentia um lixo. A missão me destruíra completamente, e eu estava toda machucada, mas nada urgente. Eu poderia dar um jeito em meus ferimentos depois, mas agora meu foco, e o de quase todos, era Laís. Enquanto pensava, um pouco afastada do resto de nós, sobre o que fazer, vemos um garoto. Logo, todos estão cercando-o. E então, aparece uma garota, e ameaça Sophie. Sufoco as reações que eu poderia ter, inicialmente: avançar sobre ela, gritar, entre outros. Apenas olho-a, inexpressiva, enquanto ela se torna amigável e oferece um local para ficarmos e remédios. Não olho a reação dos outros. Apenas cruzo os braços e me mantenho olhando para a garota, aparentemente agressiva porém silenciosa. Sophie ainda está parcialmente assustada, e isso apenas me enche ainda mais de suspeitas. Porque a mudança repentina de atitude? Digo, encarando-a. Não estou sendo agressiva, nem mesmo levemente rude. Em minha voz, só é notado apenas uma leve desconfiança. Tento não acusar meus verdadeiros pensamentos. E se houverem semideuses entre eles?



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Re: Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

Mensagem  Michael Fisher em Seg Jul 30, 2012 8:16 pm


Por um momento, eu havia pensado que os Caçadores haviam nos encontrado novamente. Me virei, alerta, mas ao ver ser apenas um garoto, o ignorei e voltei a cuidar de Laís. A depositei deitada com cuidado, usando minha camisa para estancar o sangue que jorrava cada vez mais rápido. Ela havia desmaiado e isso, por alguns momentos, havia me deixado desesperado, pensando se ela já estava morta. Mas eu ainda ouvia sua respiração. "Bem que você podia ser útil de novo, pai", penso, mordendo o lábio inferior. Vejo o que tenho aqui comigo: apenas alguns potes de néctar. Droga! Bufei, mas logo me concentrei em cuidá-la. Dei-lhe o néctar, fazendo com que bebesse alguns goles. Estava ciente de alguma movimentação atrás de mim, mas mais uma vez ignorei. O que importava era que Laís não morresse. Apenas o grito de uma garota pedindo que largássemos as armas me vez olhar para trás. Ela segurava Sophie, pronto para matá-la. Engoli em seco, e larguei meu arco com cuidado no chão, apesar de que eu não o tivesse usando. Repentinamente, ela liberta Sophie, afastando-se um tanto surpresa. Franzo o cenho enquanto ela começa a se explicar. Não que importasse de verdade. Ela controla levemente a água, provando ser filha de Poseidon e querendo mostrar-se confiável. Estava prestes a ignorá-la de novo quando outra fala sua me chama a atenção. A proposta de passarmos a longe a li, cuidarmos dos feridos e descansarmos. Eu precisava disso. Sabia que tinha cada vez menos tempo para salvar Laís e não seria ali, no terraço de um prédio. Precisava estar em um local mais calmo e com os medicamentos para poder pensar mais claramente e ajudá-la. Levanto, pegando Laís com cuidado no colo, e avanço até o centro aonde está o garoto que eu vira mais cedo. Para mim ela parece uma semideusa, não que eu saiba outra pessoa que possa controlar água além de filhos de Hécate. De qualquer forma, não sei vocês, mas eu preciso estar em um local melhor para cuidar de Laís. Digo, virando-me para eles e confirmando a ideia de que vou entrar ali, sejam eles semideuses inimigos ou não. Ela está morrendo. Completo, encarando o olhar deles. No fundo, eu sei que pode ser uma ideia arriscada, mas que outra opção temos? Não há tempo de pegarmos os pégasos e procurarmos outro local. E se eles realmente forem inimigos, já podiam ter nos impedido. Portanto, me aproximo da garota, dando um sorrisinho irônico para ela. Afinal, não é como se eu tivesse gostado da ideia de ela quase ter matado Sophie agora pouco. Filho de Caos e uma de Apolo aqui, e um ocupado que precisa de espaço. Digo, levantando as sobrancelhas. Ela se afasta, levemente surpresa, e indica o caminho para o apartament. Agradeço a hospitalidade. Murmuro, e entro para o apartamento, aproveitando para pegar a bolsa com os nossos remédios e coisas de enfermagem. Assim, deixo que eles se resolvam, indo finalmente tirar essa bala que está no corpo de Laís.
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Re: Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

Mensagem  Trevor Romanov em Seg Jul 30, 2012 8:58 pm


Trevor x Dioniso x O4
Paramos no terraço de um prédio para socorrermos Bethany e Laís. Porém, ao pousarmos lá, um garoto surgiu com uma barra de ferro. Ele largou a barra ao ver nossas armas, mas uma garota surgiu e pegou Sophie. Imediatamente empunhei minha espada na direção dela, mas depois de um tempo, acabei soltando a espada. Michael nem se preocupou com o fato de ela ter tentado matar Sophie, e mesmo sendo semideusa e provando, ainda achei aquilo estranho. Troquei um olhar com Bianca e peguei novamente minha espada. Também estranho essa mudança... Continuei encarando-a por um bom tempo, até olhar para Laís quase morta e Bethany desacordada. Elas precisavam ser tratadas, era um fato, mas o terraço realmente estava com o vento gelado. Elas não poderiam ficar no frio ou algo poderia acontecer. Olhei para Jack, falando baixo: Se quiser, entramos com a Beth.
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Re: Apartamento de Jeremy e Zoë Lightwood

Mensagem  Jeremy Lightwood em Dom Ago 05, 2012 8:16 pm


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Em apenas alguns minutos, houve uma reviravolta nos acontecimentos. Eles me cercaram, exigindo respostas, e logo apareceu Zoey, ameaçando uma garota. Então, estranhamente, aqueles pégasos falaram com ela, e eu pude ouvir. Ela largou a garota, murmurando alguma coisa que não pude entender. "Filhos de Poseidon?" Eu murmurei, apenas para mim mesmo. Do que diabos ela estava falando? Franzi o cenho, mas os outros garotos não pareceram surpresos, apenas... incomodados. Ela controlou a água, algo que eu sabia que fazíamos, mas nunca o motivo de fazermos. Eu sabia que questionar o que ela estava fazendo só pioraria a ideia dela de conseguir a confiança deles, além de parecer estranho, portanto, apenas respondi a garota mais nova, que perguntara sobre a mudança repentina de atitude. "Seus pégasos falaram com a gente. É uma coisa que, hm, sabemos fazer. Entendê-los. Particularmente, essa pégaso fêmea explicou que vocês também eram como nós", expliquei, então, com um pouco de dificuldade, acrescentei aquela palavra estranha que eu ouvira o pégaso dizer: "Semideuses". Sim, eu sabia o que eram semideuses. Filhos de deuses da mitologia grega, mas não sabia que eles existiam. Eu realmente vira diversos monstros e seres dessa mitologia vivendo entre nós, mas nunca imaginara que eu pudesse ser um semideus. Isso até fazia um certo sentido, depois de tudo que eu passara. Mas como Zoey sabia disso e porque nunca me contara? Há quanto tempo ela guardava isso para si? Eu e ela tínhamos muito a conversar. De repente, o garoto com a menina loira baleada entra no apartamento, disposto a aceitar a ajuda que minha irmã ofereceu. Logo depois, o loiro pergunta para um outro se estava tudo bem entrar com uma tal de Beth, que supôs ser a garota ruiva desmaiada. O garoto ficou quieto por um tempo, então olhou para a ruiva, machucada, suspirou e assentiu com a cabeça.

Naquela noite, dividimos os quartos entre eles. Acabamos sabendo seus nomes e nos apresentamos também. Contei um filho de Ares, um de Dionísio, uma de Afrodite, uma de Atena e um de Caos, mais a de Zeus e de Apolo que estavam desmaiadas. "Um grupo realmente misturado", como minha irmã dissera. E agora acrescente dois de Poseidon, como ela insistia emm dizer. Havia outra, desmaiada também, que eles não sabiam de quem era. Os semideuses não quiseram contar sua história, apenas explicaram que estavam em uma missão do acampamento, e particularmente entendi o motivo. Não dava para simplesmente confiar em qualquer um tão abertamente. Além disso, pareciam realmente exaustos e feridos. Entretanto, uma delas, a de cabelo castanho que se apresentou como Sophie, não se importou de explicar direito a história de semideuses e sobre o Acammpamento. Zoey, sem me consultar, simplesmente afirmou que iríamos para lá amanhã, junto deles. Estranhei. Ela parecia tão decidida em procurar a resposta sobre nossa mãe algumas horas atrás, e agora isso. Acrescento mais um tópico na lista de coisas que minha querida irmã teria de me explicar assim que ficássemos à sos. Os semideuses pareceram não se importar. Digo, o fato de irmos ao Acampamento. Bianca até chegou a dizer que era a melhor opção para nós. Os garotos de nome Michael e Jack passaram a noite trancados em dois quartos, cuidando do que pensei serem suas respectivas namoradas. Oferecemos diversos medicamentos que tínhamos por aqui, além de termos saído para comprar outras coisas na farmácia. Fiquei surpreso ao saber que minha irmã tinha um estoque de néctar, bebida que curava semideuses, na dose certa. Ela também ofereceu, e no final, um por um resolveu ir dormir, após combinarmos de partir amanhã após o almoço. O garoto Trevor, na hora da seleção de quartos, acabaou ficando nos meu quarto, portanto, entrei silencioso no quarto, ao perceber que já adormecia em um colchão no chão. Michael, Laís, Bethany, Jack e a garota sem nome ficaram no grande quarto de hóspedes, e Bianca e Sophie aceitarão ficar no da minha irmã. Deitei-me em minha cama lentamente, pensando em tudo que acontecera em menos de 24 horas, desde que minha irmã chegara no internato dizendo que minha mãe estava morta. Em menos de um minuto, adormeci.
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