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Anfiteatro

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Anfiteatro

Mensagem  Administração em Ter Jan 18, 2011 3:45 pm

Relembrando a primeira mensagem :

O teatro do Acampamento, possui uma estrutura grega muito bem acabada. É mais usado para o que alguns podem chamar de "cantoria".



Última edição por Narração/Administração em Qua Jul 27, 2011 10:23 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Lunna Elladora Nightwood em Sab Set 17, 2011 9:46 pm


Lunna E. Nightwood Filha de Afrodite


Anfiteatros são arenas ovais ou circulares rodeadas de degraus a céu aberto. Olhei mais para o local e depois para o pôr do sol. Me sentei em um dos degraus e chamei para que se sentasse também. Não é lindo? - disse olhando ainda para o sol.
off: finge que o sol tá se pondo [aloka
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Re:Anfiteatro

Mensagem  Max Dracttor em Sab Set 17, 2011 9:55 pm


Max Dracttor-filho de Ares-Nível 0
Me sentei...olhei para o pôr do sol e disse:
-É sim-A luz quase me cegou-Acho que isso quer dizer que está na hora de voltar para os chalés né?-fiquei esperando sua resposta inquieto olhando para aquele lugar imenso...
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Lunna Elladora Nightwood em Sab Set 17, 2011 10:00 pm


Lunna E. Nightwood Filha de Afrodite


Olhei para ele meio provocadora. Depende. Se você é do tipo certinho que cumpre regras, digamos que, sim! Olhei mais atentamente para ele, e pensando bem, talvez ele seja desse tipo mesmo. Já estou indo, vou andar mais um pouco. - disse já me levantando. - Espero que tenha gostado do passeio! Até mais breve. Então me virei e comecei a andar sem rumo.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Jenny Abrams em Qua Set 21, 2011 6:50 pm


Filha de Afrodite::Nivel 0
Depois de algum tempo andando pelo acampamento cheguei até o anfiteatro, me sentei em uma das grandes arquibancadas e fiquei olhando em volta, ainda não tinha feito muitos amigos, não encontrei Soph no chalé e nem outra de nossas irmãs. Então só me restava passear e encontrar alguém para passar o tempo.

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Re: Anfiteatro

Mensagem  João Santos em Qua Set 21, 2011 7:10 pm

Sai da praia, já estava ficando tarde, passei pelo anfiteatro e ouvi sons. Entrei para ver o que estava acontecendo. Olhei para todos os cantos, e não vi ninguém. Virei as costas para sair e ouvi uma voz vindo de traz de mim. Olhei para as arquibancadas avistei uma garota que eu nunca virá antes. Subi na arquibancada e cumprimentei-a - Olá Meu nome é João Santos. Sou Filho de Poseidon, e você? - Disse para ela
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Jenny Abrams em Qua Set 21, 2011 7:58 pm


Filha de Afrodite::Nivel 0
Sorri ao ver o garoto se aproximando e me levantei para cumprienta-lo. Ele tinha os cabelos molhados e estava sem camisa. Realmente é um lugar agradável aqui. Esse pensamento automaticamente me lembrou do dia que havia chegado. Soltei um sorriso nada inocente me lembrando do garoto que havia conhecido no dia. Voltei a realidade e respondi ao joão. - Jenny de Afrodite, é sempre parado assim por aqui? Pensei que iria v er campistas por todos os lados treinando, mas não vi quase ninguém ainda. - Perguntei me sentando e João se sentou ao meu lado.


Última edição por Jenny Abrams em Qua Set 21, 2011 8:45 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Anfiteatro

Mensagem  João Santos em Qua Set 21, 2011 8:44 pm

Sim, Tem bastantes campistas, mas nem todos treinam direto - Disse para ela levantando-me - Preciso voltar para o chalé, Está ficando tarde, você também deveria fazer isso, é muito perigoso andar sozinha a noite.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Jenny Abrams em Qua Set 21, 2011 8:47 pm


Filha de Afrodite::Nivel 0
- Você tem razão. Preciso descançar, algo me diz que amanhã sera um longo dia. - Me levantei e seguimos juntos até a area dos chales onde nos separamos cada um entrando em seu chalé.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Alex Trent em Seg Out 17, 2011 5:54 pm



Alex Trent
Son of Dionísio
Level 8
I see you there, don't know where you come from, unaware of a stare from someone. Don't appear to care that I saw you and I want you


[center][Treinamento com Lucy]

Depois do meu turno nos Campos acabar, eu decidi que a última coisa que faria aquela noite seria treinar um pouco. Encontrei Lucy no caminho, e combinamos que nada melhor seria uma revanche, devido ao que eu fizera com ela da última vez. - Desculpa por aquele dia, tá? - Pedi. - Prometo que não te deixo bêbada dessa vez. - Dei um sorriso e peguei minha arma.

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Re: Anfiteatro

Mensagem  Lucy Wanderdutch em Seg Out 17, 2011 6:41 pm


Lucy Wanderdutch || Filha de Eurínome

Ela arqueou a sobrancelha. Tinha batido a cabeça, perdido a consciência, depois de ficar bêbada e tentar agarrá-lo. Queria se afundar em um poço de vergonha.
- Desculpar?! Aposto que tava achando divertido, não é?
Perguntou em um olhar raivoso, pegando as adagas.
- Vou te desculpar quando arrancar sua cabeça fora Alex!
Disse, assumindo a posição de ataque, enquanto acertava uma joelhada na barriga do garoto, e batia com o cotovelo na nuca do mesmo.
- Eu nem sou de fazer aquele tipo de coisa! Cara, devia saber como eu fico pervertida quando bebo antes de inventar de fazer isso!
Disse o acertando com a adaga da mão direita em seu rosto
.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 4:30 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
"The Little Wind"


[Treinamento de Oliver Jackson]


Nunca tinha vindo no anfiteatro. Era muito grande e tinha meio que um "apoio" para uma fogueira. Decidi treinar aqui. Assim, tratei de tirar meu alargador e ele se tornou Ravager, minha foice.
Cheguei perto das toras que tinham ali e analisei-as. Então peguei a que parecia ser a mais leve e fraca e fui colocando em ordem crescente.
Assim que terminei, pedi para os meus poderes sobre o vento me ajudarem. Dei o meu melhor para levantar todas as toras, garantindo que minha teoria de ordem crescente em peso estava certa. A primeira foi que foi mais alta e a última a que menos levantou.
- Ótimo, comecemos, então. - Sem muita demora, cortei a primeira tora ao meio, mas ela não partiu-se totalmente, tanto que tive de repetir o movimento e aí sim ela se despedaçou em duas, ao meio. - Fácil. Próxima.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 4:50 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
"The Little Wind"


[Treinamento de Oliver Jackson]
[Parte 2]

O sol estava muito forte lá em cima. Desejei que Bóreas estivesse ali para me ajudar, mas algo me dizia que ele não poderia me ajudar tanto assim. enão algo inesperado aconteceu, uma voz tão ancestral quanto de Bóreas, mas notavelmente não sendo ele, disse em minha mente:
Sou deus Nótus, quente e formador de nuvens, por favor, Oli, deixe-me ajudar com seu desejo.
Então o vento foi formando nuvens. Até que estava gostando do vento, estava quentinho. Assim que Nótus terminou de cobrir o sol, dexando apenas o suficiente para estar bem iluminado, falou:
Algo mais, Oli?
- Não, Nótus, muito obrigado.
Sem dizer mais nada, sua presença quente e acolhedora se foi.
Meus poderes estavam aumentando a cada dia. Ou seja, eu seria útil na guerra. Que bom, pensei, entusiasmado com a ideia de realmente poder ajudar. Concentrei-me nas toras mais uma vez e cortei a segunda, com um só golpe. Acho que Nótus tinha me ajudado um pouco mais do que somente com o sol, que estava muito bom neste instante, por acaso.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 5:10 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
"The Little Wind"


[Treinamento de Oliver Jackson]
[Parte 3]

Olhei para mais uma tora que estava ali. Ela parecia leve, mas muito difícil de ser cortada.
Acho que era carvalho. Não sei, não sou especialista nisso, para falar a verdade.
Mas avancei e fiquei muito, muito envergonhado com o resultado: Ravager ficou presa.
- Ótimo, era só o que me faltava... - Fiquei um tempo olhando para ela, quando vi suas inscrição: "Ο δυνατός άνεμος". Por uma razão, que nem mesmo eu conhecia, eu sabia que estava escrito "o vento mais forte", mesmo eu não falando grego. Mas, se é vento... - Ravager, transforme-se, só para se livrar da tora, em vento e retorne para mim! Oliver, filho de Éolo, a chama! - Ela transformou-se, igual em minha imaginação, e retornou para minha mão. Incrível, pensei.
Mas não fiquei observando-a por muito tempo, apenas fui para frente da tora que flutuava e cortei-a várias vezes, sempre no mesmo lugar. E, em uma destas cortadas, depois de muitas, ela se despedaçou.
- Próxima! - Falei, muito animado com o meu treino.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 5:31 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
"The Little Wind"


[Treinamento de Oliver Jackson]
[Parte 4]


Depois que destrí a terceira tora, fiquei olhando para Ravager.
Ela era muito linda. Quando eu fazia ela desvirar um alargador, ela emanava um vento, fraco, mas um vento relaxate, que me fazia pensar que meu pai devia ser assim.
Éolo. Meu pai. Um deus.
- Como isso é possível? Tenho certeza que não estou sonhando, mas é tão... tão... imaginário que eu nunca pensei que pudesse existir. Aliás, ninguém nunca pensou que isto poderia existir.
Mas eu estava vivendo aquilo. Com mais filhos de deuses: Max, de Ares e Will, de Hécate, meus únicos amigos no Acamapento. Mas exitiam tantos amis. Em todos os lugares que eu ia, eles estavam lá: Lutando, conversando, comendo, rindo, e muitas coisas mais.
Fiquei feliz com o pensamento, mas então eu lembrei da maldita guerra.
- Por que esta tal de Eurínome quer destruir isto? É tão mágico, surreal, tão... aconchegante. Por quê? - A raiva fo crescendo em mim.
Nunca tinha me visto daquele jeito. Ninguém havia me visto deste jeito. Mas, por que eu estava assim, então? Porque é a sua casa, minha mente sussurrou. Minha casa. Então, se é minha casa, eu vou protegê-la com todas as minhas forças e NÃO VOU MORRER!
Ataquei a próxima tora da linha. Ela era dura, mas eu ia conseguir. Ataquei-a várias vezes, sempre no mesmo lugar, mas ela não saia. Fui para o outro lado, ataquei-a várias vezes também. Ela despedaçou-se.
- Eu vou proteger minha casa! - Disse, decidido.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 5:56 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
"The Little Wind"


[Treinamento de Oliver Jackson]
[Parte 5]


Procurei a próxima tora.
Estava longe de ser a última, mas mesmo assim acho que seria difícil de cortá-la ao meio.
Não hesitei e ataquei-a de baixo para cima, diagonalmente da esquerda para a direita e mais uma de cima para baixo, girando o meu corpo. Ela não estava muito cortada ainda, mas estava visivelmente atacada. Ataquei da mesma forma mais uma vez e ela quase se partiu em duas.
Senti o cansaço.
Ordenei que uma brisa viesse me rodear e imediatamente senti-a. Então pedi para que me ajudassem a melhorar. No mesmo instante, pareceu que elas entraram em meu corpo, me dando energia e saúde.
Encarei a tora novamente. E girei meu corpo para a direita, levantando meu braço direito, que estava com Ravager, e desferi um golpe diagonal nela.
A tora se despedaçou em duas e comecei a fitar a próxima.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 6:20 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
"The Little Wind"


[Treinamento de Oliver Jackson]
[Parte 6]


Esta com certeza seria difícil de cortar ao meio.
Ela era grossa, praticamente dobro da última que eu tinha cortado.
- Afe, era só o que me faltava – Disse, um pouco irritado.
Mas não esperei mais tempo algum e ataquei-a. Como esperei, ela era muito difícil de cortar, sendo que apenas fiz um fino norte em sua casca, que, por sua vez, soltou uma lasca. Não me desesperei e ataquei novamente, fazendo movimentos diagonais e laterais.
No final, ela pareceu ter sida cortada até a metade. Eu já estava pingando de tanto suor. Olhei para a camisa cinza clara do acampamento. Em algumas partes (prefiro não comentar quais) estavam cheias de suor. Mas desconcentrei-me da camisa e voltei-me para a tora.
Resolvi fazer como tinha feito com alguma das que tinha atacado antes: Ir para o outro lado e fazer lá.
Não deu outra, assim que comecei a atacar, vi que ficava cada vez mais fácil de fazer um corte profundo e ela começar a cambalear, mostrando que estava se tornando duas.
Assim, no último golpe, tive uma surpresa: Assim que ela caiu, um estrondoso tumb aconteceu.
- Que susto. Tora idiota! – Resmunguei, já procurando a próxima da linha de mais pesadas e grossas.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 6:45 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
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[Treinamento de Oliver Jackson]
[Parte 7]


Decidi que seria pedir para Bóreas me ajudar a me recuperar deste treino e cortar a primeira tora novamente para voltar aos poucos.
- Bóreas, por favor, me ajude. Eu estou cansado e peço que, com seus frios ventos, você me faça sentir melhor.

Oli, acho que Nótus é mais aconselhado – Disse Bóreas
Exatamente – Concordou Nótus.
- Tudo bem. Muito obrigado assim mesmo, Bóreas – Ele se foi. Esperei um tempo e continuei – Nótus, por favor, me ajude. Estou cansado, mas não quero parar.
Sim, eu entendo.
Então ventos quentes começaram a vir nos lugares que estava com dor e eles as levaram
- Você levou minha dor?

Sim. Este é o poder dos ventos quentes. Mas, Oli, desculpe-me tenho deveres a fazer, só vim por seu pedido. Até mais.
Ele se foi.
Esperei mais um tempo, só para garantir que ele não voltasse e ataquei a primeira tora.
Sua metade se partiu em mais duas, no primeiro ataque.
- Estou melhorando... – Disse orgulhosamente de mim mesmo.
Então voltei-me a que realmente me importava e encarei-a, com ainda mais confiança que conseguiria “derrotá-la”.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 7:10 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
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[Treinamento de Oliver Jackson]
[Parte 8]


Assim que encarei-a não acreditei na visão que tive: este já era a penúltima tora.
Comecei com movimentos de longe, o que acabou não sendo uma grande ideia, pois toda vez que atacava, saía apenas uma pequena lasca de sua superfície.
Fui um pouco para frente e ataquei-a rapidamente com ataques repetidos: cima para abaixo e depois de baixo para cima. Este até que foram melhores, tiravam uma grande lasca dela e, no fim, eu já estava quase no meio da tora.
Resolvi contorná-la e fiz um corte que foi, quase raspando ao chão, até meus braços estarem esticados para cima totalmente. Era fácil fazer isto porque o vento que eu havia convocado ainda estava lá, segurando meus alvos no ar, sem ao menos ritetombearem um pouco.
Achei magnífico, mas ataquei da mesma forma novamente, sem me deixar levar pela beleza do vento e meus poderes. A tora, depois do ataque, quase se rachou, mas não aconteceu por uma fina lasca que ainda a prendia com a outra.
Fui para baixo dela e, ao invés de cortá-la, bati a ponta contrária à lâmina na tora, bem no meio, onde havia a lasca irritante. Assim que fiz, os dois pedaços foram voando, para perto, mas não muito.
Levantei-me e encarei minha rival, o “chefão” do treino, a última tora.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 21, 2011 7:30 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 03
Ravager, the sickle
"The Little Wind"


[Treinamento de Oliver Jackson]
[Parte 9 - Última]


Assim que vi que era a última a ser destruída, fiquei feliz e desesperado ao mesmo tempo. Sim, eu queria terminar o treino, mas esta seria a mais difícil.
Mesma assim não me deixei levar pela insegurança e corri até ela, desferindo golpes precisos e fortes que a deixaram na metade nos 10 primeiros golpes.
Achei que seria muito fácil no final das contas, mas então, de novo, a dor bateu em meu corpo.
Era incrível que esta pode me fazer ir ao chão de tão forte que era. Larguei Ravager ali, do meu lado, e deitei em posição fetal.
- Ai! – Era só o que conseguia falar.
A dor era tão forte, que chegava a não doer. Eu sei, é estranho, mas, dizem, que quando a dor passa do limite, você não sente mais. Pura enganação! Eu estava sentindo, pouco, mas sentia.
Mas levantei-me e desferi mais golpes na tra. Ela parecia estar rindo de mim, com meus novos ataques fracos e patéticos, mas (não sei como consegui), levantei Ravager o máximo que pude e esfaqueei a tora ao meio e cambaleei para trás.
Depois, não lembro de nada, só que tudo ficou preto e eu estava gemendo, com muita, muita dor mesmo.


[Fim do Treinamento]
[3 horas || 150 pontos]
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Re: Anfiteatro

Mensagem  William Brenauder em Sab Out 22, 2011 3:30 pm


William Brenauder -Εκά- Son of Hécate -τη - Level 05

Depois que saí da loja e guardei-os no meu chalé, resolvi ir ao Anfiteatro, pois eu nunca tinha ido lá e sempre ouvia pessoas falando que era muito legal.
Chegando lá eu vi um menino caído no chão. Mais perto eu pude ver que estava dormindo e que era o Oli:
- Oi Oli, tudo bem?
Mas ele não respondeu, então cheguei mais perto, balancei-o e percebi que estava desmaiado. Peguei ele no colo e levei-o para a Enfermaria.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Administração em Sex Out 28, 2011 6:20 pm

Com o início da noite, veio o início da guerra. Monstros, semideuses e até mesmo mortais adentravam o acampamento com velocidade e fúria. Tudo que viesse em frente era atacado. Tudo estava sendo dominado.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Suzannah Simon em Sex Out 28, 2011 6:37 pm


Suzannah Simon
Level 07
Daughter of Hécate
"When I was eight, I was sure I was growing nerves like steel in my palm."


Suzannah correu para qualquer canto. Podia ouvir alguns sons de batalhas pelo recinto, e ela apenas ia desfiando de quem quer que passasse. Finalmente, se encontrou no Anfiteatro. Não soube porque motivo suas pernas a levaram até o seu local preferido no Acampamento depois da Floresta, mas ela ficou por ali mesmo. Pode ver uma fúria se aproximando pelos céus. Rapidamente, ela pegou sua espada e se preparou para enfrentar a fúria. Desviou-se do seu primeiro ataque com as garras, que passou perto dos seus ombros, mas logo ela deu um salto e prendeu a espada no corpo do monstro, fazendo com que ela explodisse em uma nuvem de pó. Mas havia mais, muito mais. Era apenas a primeira de muitos. — Pode vir! — Gritou ela para noite. Se encontrasse a maldita Amber, vingaria pela morte de Sorciére. Olhou para cima, vendo a lua nova. Ótimo.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Tique em Sex Out 28, 2011 8:16 pm

Cheguei no Anfiteatro e vi Suzannah de costas. Não sabia como ela reagiria quando descobrisse que era eu, mas respirei fundo e me aproximei silenciosamente antes de atacá-la. Afinal, essa guerra era uma questão de interesses, não era? Meus interesses eram justos. Eram justos pra mim, pelo menos. Levantei meu punhal, preparando o golpe, quando ela percebeu minha presença.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Henri James Kurtz em Sex Out 28, 2011 9:07 pm


Henri James Kurtz Ω Son Of Zeus Ω Nível 1

Caos. Essa era a palavra que poderia descrever o que estava acontecendo. Passados alguns minutos de vôo, eu consegui me desgrudar do pégasu e observar as coisas ao redor. Mortes, pó, monstros, fogo, fogo verde. O que?! Sim, fogo verde. O pégasu acabou por me levar a um lugar grande, porém fechado. O anfiteatro. Pude notar duas pessoas lá dentro, além de alguns monstros. Instiguei o pégasu a ir naquela direção, e acabei por distinguir Suzannah, como uma das humanas. Ok, isso era estranho. Não sei como, mas o pégasu me levara a pessoa com quem eu mais me importava no momento. E pelo jeito, ela estava em apuros. Notei que a outra pessoa, um rapaz, brandia um punhal, e o pior, na direção da filha de Hécate.

O sangue subiu a minha cabeça, de tal forma que aparentemente, meus olhos foram tomados por um manto vermelho. Tudo o que via era Suzannah, e o rapaz que ameaçava sua vida. Comecei a incitar o pégasu a ir cada vez mais rápido para o local, e ele batia as asas freneticamente, bufando enquanto respirava. Apertei meu punho direito, e minha espada surgiu. Algo passou voando a minha frente, e com a espada, golpeei, sem nem mesmo saber do que se tratava. Só notei que uma cortina de pó se formou. "Ótimo, primeiro monstro que eu mato, na vida, e nem vi a cor do bastardo."

Conforme ia me aproximando, aparentemente mais monstros colocavam-se no meu caminho. E eu, sem nem mesmo controle de meus atos, golpeava, derrubando um após o outro, deixando um rastro de morte, que não me incomodava nem um pouco. Por fim, cheguei relativamente perto dos dois, e em um salto mirabolante, ou desastrado, me joguei contra o rapaz, golpeando com a espada. Acabou que acertei no punhal, que foi arremessado para longe.

Aterrissei, entre ele e Suzannah. Fiquei de frente para o rapaz, encarando-o, com a espada apontada em sua direção. A filha de Hécate estava a minhas costas, e eu nem tive tempo de ver se ela tinha algum ferimento. Olhei para o chão, ao lado, e vi uma espada comum. Chutei-a na direção do rapaz, e então disse. - Mesmo sendo uma guerra, onde não há regras, não vou duelar com um oponente desarmado. - Esperei ele pegar a espada, e então avancei, sem pensar duas vezes. Desferi diversos golpes. Um na direção de seu flanco esquerdo, outro na direção de sua perna, e então girei, tentando colocar-me as suas costas. Objetivo cumprido. Estava eu, de frente para as costas desprotegidas do garoto. Estendi minha espada na direção dele, e então senti um formigamento vindo do meu peito, passando pelo braço, e passando pela espada, que vibrou. Juntamente com isso, uma luz esbranquiçada surgiu, não muito forte, mas foi de encontro com as costas de meu antagonista, acertando-o em cheio, um pouco abaixo da nuca. Parei então, analisando os danos que havia causado. Falha minha. Fui surpreendido por um ataque do rapaz, que fez um pequeno corte em meu braço esquerdo. Saltei para trás, e me defendi de mais dois golpes, antes de dar um passo a frente, quebrando sua sequência de ataques, e iniciando novamente a minha.

Mais um golpe, dessa vez certeiro, no braço direito de meu oponente, cortando, provavelmente, uma veia, afinal, o sangue que saiu daquele corte não foi pouco. Vi a expressão de dor em seu rosto, e pudi ver em seus olhos, que meus choques haviam surtido efeito, afinal, ele parecia um tanto exausto. Mas não percebi que eu também já estava cansado. Manchas de suor me cobriam a camiseta, assim como minha testa e os braços. Podia sentir minha respiração pesada, e minha cabeça latejando, como se alguém martelasse meu cérebro. Joguei minha espada na direção do garoto, e ele desviou, um tanto intrigado com o ataque. Mas o tempo que ele levou para olhar para o lado, foi o suficiente para eu me alçar contra ele, com o braço direito estendido, acertando-lhe um soco no lado esquerdo de sua mandíbula. Ele foi um pouco para trás, e logo em seguida dei mais um soco, desta vez com a mão esquerda, acertando-lhe o nariz. Senti o osso quebrando perante meu punho, e então a torrente de sangue irrompeu de suas narinas, como um jato incontrolável. Para finalizar, dei mais dois passos rápidos para frente, ficando bem perto. A essa altura ele já estava quase inconsciente, e tive tempo suficiente para colocar minha mão esquerda atrás de sua cabeça, e então puxá-la em minha direção, mas colocando meu cotovelo direito a minha frente, fazendo com que a cabeça dele chocasse violentamente contra meu cotovelo, em um golpe crucial.

O rapaz caiu ao chão, desmaiado. O sangue ainda escorria de seu nariz, ensopando sua camiseta. Dei três passos para trás, e apoiei a mãos sobre os joelhos, arfando. Olhei então para minha camiseta e meus braço, e pude ver sangue, mas não era meu. Era do garoto com quem eu travara essa breve, porém feroz, luta. Olhei-o, ainda respirava, de maneira fraca. Dei alguns passos em sua direção, mas então desviei, olhando para Suzannah, e indo na direção da garota. Abracei-a, segurando-a contra meu peito, sem querer deixá-la desvencilhar-se. - Graças aos Deuses que você está bem! - Disse, ainda mantendo-a em meus braços. Ouvi um gemido, e olhei para trás. O rapaz parecia estar despertando, e sentindo as dores em seu corpo. Meu anél surgira novamente em minha mão, e então apertei-o, fazendo aparecer a espada. Apontei-a na direção do garoto, mas Suzannah me impediu de ir finalizá-lo. Parei, ainda olhando para os olhos quase sem vida daquele garoto. Eu nem sequer sabia seu nome. Mas de que importava? Ele ameaçara a vida de alguém importante a mim. Finalmente eu estava entendendo o que era ser um semideus.
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Re: Anfiteatro

Mensagem  Administração em Sex Out 28, 2011 10:55 pm

Um som ecoou por todo o Acampamento Meio-Sangue. Parecia tanto o soar de uma trompa que ressoou três vezes, antes de ser ouvido um som parecido com o de uma enorme serpente. Todos os monstros, semideuses e mortais aliados dos primordiais recuaram, voltando para a floresta, para a praia, aguardando para se recuperarem de quatro horas de luta. Era esta também a deixa para que os campistas se recuperassem e se preparassem para o próximo ataque.
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Re: Anfiteatro

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